SEREIAS
Enfrento o mar de braçadas
Nadando contra a maré
Ao quebrar de cada onda
E a força que a onda tem
Será um mito ou verdade
Da primeira, levo um tranco ,
Da segunda, uma rasteira ,
Mas quando chega a terceira
E aplica um rabo-de-arraia
Só me resta , envergonhado
Depois dessa briga feia.
Misto de peixe e mulher
As tais mocinhas do mar
No verão, fogem pra areia .
E nas tardes ensolaradas
São facilmente encontradas
Para alegria da gente
Negras, loiras ou morenas
Lindas, já desde pequenas
Trazem o brilho da beldade
Ao tapete da natureza
De lombo liso e dourado
A. L. Oliveira/fev /2017
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