segunda-feira, 31 de maio de 2010
domingo, 30 de maio de 2010
terça-feira, 25 de maio de 2010
Comentário da Ione
Emocionado, transcrevo abaixo o comentário escrito pela querida sobrinha Ione Ramos de Oliveira, que, com sua memória bem mais jovem, deixa correr solta a sensibilidade da artista plástica reconhecida que é, ao descrever a saudade que que lhe vem na alma ao recordar da velha casa da Vovó, das pessoas e das coisas que lá existiram.Obrigado pelo enriquecimento que agregou ao meu modesto trabalho.
"Querido tio.
Retornei aos tempos em que era criança, chorei, sorri, sonhei, senti muitas saudade, da Tia Ziloca, do tio Godo, do Casarão em que eu gostava tanto de correr pelo corredor que ligava a sala de visitas a sala de jantar, fui ate o quarto da Vovó,que eu gostava de olhar o pé de algodão que tinha na janela do quarto dela e sentava na soleira da janela. Gostava de olhar e imaginar a atafona, por que na época ja era semi destruida, gostava de ir pro quarto da tia Ziloca e mexer no enxoval dela, que tinha bordados lindíssimos (deve ser dai que passei a gostar de bordar) do oratório que havia no quarto dela do pé de camélia e do jogo de montar palácios que era seu e que era muito bem guardado pela vovó pra quando fóssemos lá, mas quando não queríamos mais tínhamos que guardar tudo e eu me irritava e a Nana (Cleni) que guardava rsrsrsr. Lembro do sofrimento da Tia Ziloca com uma dor horrível nos ossos da boca, não sei o que era aquilo.
Lembro muito bem da Vovó fazendo rosquinhas de polvilho fritas que eu sempre correndo ia pegando ainda quente. Lembro do pé de lima que tinha lá perto da contrução de 3 andares, Meu Deus quanta saudades e dos meus aniversários que a Vovó nunca deixou de me dar uma galinha e o Tio Alberto um corte de vestido. A Vovó era minha madrinha e o tio Alberto meu padrinho. Lembro bem também do Sr. tirando fotos nossas que era o máximo ter uma máquina fotográfica. A entrada da chácara tinha um atoleiro que muitos lutaram pra os carros não ficarem por ali, e eu torcia sempre pro pai não me mandar abrir a cancela, mas era quase sempre comigo, rsrsrsrsrs. Que felicidade eram aqueles tempos né tio?
Bem só hoje eu descobri o nome do meu bisavô. Tio e se o Sr. fizesse uma retrospectiva da familia antes do Vovô e da Vovó?? Fica a sugestão. Bjs a tia Gladis e especialmente ao Senhor."
"Querido tio.
Retornei aos tempos em que era criança, chorei, sorri, sonhei, senti muitas saudade, da Tia Ziloca, do tio Godo, do Casarão em que eu gostava tanto de correr pelo corredor que ligava a sala de visitas a sala de jantar, fui ate o quarto da Vovó,que eu gostava de olhar o pé de algodão que tinha na janela do quarto dela e sentava na soleira da janela. Gostava de olhar e imaginar a atafona, por que na época ja era semi destruida, gostava de ir pro quarto da tia Ziloca e mexer no enxoval dela, que tinha bordados lindíssimos (deve ser dai que passei a gostar de bordar) do oratório que havia no quarto dela do pé de camélia e do jogo de montar palácios que era seu e que era muito bem guardado pela vovó pra quando fóssemos lá, mas quando não queríamos mais tínhamos que guardar tudo e eu me irritava e a Nana (Cleni) que guardava rsrsrsr. Lembro do sofrimento da Tia Ziloca com uma dor horrível nos ossos da boca, não sei o que era aquilo.
Lembro muito bem da Vovó fazendo rosquinhas de polvilho fritas que eu sempre correndo ia pegando ainda quente. Lembro do pé de lima que tinha lá perto da contrução de 3 andares, Meu Deus quanta saudades e dos meus aniversários que a Vovó nunca deixou de me dar uma galinha e o Tio Alberto um corte de vestido. A Vovó era minha madrinha e o tio Alberto meu padrinho. Lembro bem também do Sr. tirando fotos nossas que era o máximo ter uma máquina fotográfica. A entrada da chácara tinha um atoleiro que muitos lutaram pra os carros não ficarem por ali, e eu torcia sempre pro pai não me mandar abrir a cancela, mas era quase sempre comigo, rsrsrsrsrs. Que felicidade eram aqueles tempos né tio?
Bem só hoje eu descobri o nome do meu bisavô. Tio e se o Sr. fizesse uma retrospectiva da familia antes do Vovô e da Vovó?? Fica a sugestão. Bjs a tia Gladis e especialmente ao Senhor."
domingo, 23 de maio de 2010
ANIVERSÁRIOS DATAS (Descendentes e agregados)
D A T A PARENTESCO (Direto ou por afinidade)
JANEIRO
02 == Luiz Antonio == Neto, filho de Antonio
13 == Carlos == Maridoda neta Maria Angelina
15 == Artênio == Neto, filho de João Francisco
15 == Maria Angelina == Neta,filha de Vicente
21 == (Vicente) == Filho. Faleceu em 30.09.93, com 52 anos.
22 == Marco Antonio == Marido da neta Mara Regina.
24 == Vinicius == Bisneto,filho do neto Gelson
24 == Felipe == Bisneto,filho da neta Ana Maria
29 == Francisco == Marido da neta Liani
FEVEREIRO
01 == Marcia Jaqueline == Esposa doneto Luiz Fernando
02 == Giovanna = Trineta, filha da bisneta Samanta
02 == João Vicente = Bisneto,filho do neto Alexandre
02 == Pedro == Bisneto,filho do neto Gelson
08 == Roberta == Bisneta, filha da neta Luciléa
10 == Ana Maria == Neta,filha de Alberto
10 == Gilmar (Jairo) == Neto, filho de Mariana
14 == Gabriela == Bisneta, filha da neta Fátima Terezinha
15 == Magda == Esposa doneto Luiz Antonio
17 == Júlia == Trineta, filha da bisneta Aline (Liani)
18 == Luciléa == Neta, filha de João Francisco
21 == Angelita == Neta, filha de Mariana
25 == Juventino == Marido da bisneta Adriana
28 == Constância == Bisneta,filha da neta Silvia Maria
MARÇO
03 == Cecília == Trineta,filha do bisneto Felipe (Liani)
07 == Aline == Bisneta, filha neta Ione
08 == Cleni == Neta, filha de José
09 == Ricardo == Bisneto, filho da neta Angelita
12 == Alexandre == Neto, filho de Sergio
12 == Fátima Terezinha ==Neta,filha de Maria
13 == Lourenço == Bisneto,filho da neta Silvia Maria
15 == José Luiz == Neto, filho de Maria
23 == Ana Paula == Bisneta,filha do neto Artênio
24 == Luciane == Esposa doneto João Inácio
25 == Ivo == Genro, marido de Mariana
25 == Fátima Lúcia == Neta, filha de Alberto
26 == Antonio == Trineto, filho da bisneta Aline (Liani)
28 == Beatriz == Esposa doneto Antonio Paulo
28 == Rosangela == Esposa doneto José Luiz
ABRIL
01 == Carolina == Bisneta, filha da neta Elaine
01 == Luís Fernando == Neto, filho de José
02 == Clara == Trineta, filha Anderson-neta Gilmar- bis.Mariana
08== Samanda==Esposa doneto Ronaldo
18 == Taís == Bisneta,filha do neto Luiz Fernando
18 == Samanta == Bisneta, filha da neta Liani
18 == Gladys == Nora, esposa de Antonio (Falec 31.01.2014, 78 anos)
19 == Anderson == Marido da neta Aline (Ione)
20 == Felipe == Bisneto, filho da neta Liani
21 == Maria do Carmo == Filha
21 == Carmen Glória == Nora,esposa de Sergio
23 == Carmen == Esposa doneto Gelson
25 == João Inácio == Neto, filho de Maria do Carmo
29 == Luisa == Bisneta, filha da neta Elaine
30 == Lucas == Bisneto,filho da neta Maria Angelina
MAIO
01 == Sergio == Filho
04 == (Alberto) == Filho. Faleceu em 16.02.69, com 44 anos
06 == Guacira == Esposa doneto Jairo
08 == Augusto == Bisneto,filho do neto Luiz Fernando
12 == Murilo == Bisneto, filho da neta Maria Bernadete
13 == João Claudio == Marido da neta Fátima Terezinha
13 == Isabel Cristina == Neta, filha de José
14 == Edmilson == Marido da neta Leila
30 == Wilson == Marido da neta Sonia
31 == Antonio Paulo == Neto, filho de Maria
31 == Maria Clara = Tetraneta, filha Gabriela/Aline/Liani
JUNHO
01 == Sofia == Trineta, filha da neta Aline (Liani)
03 == Laís == Bisneta, filha da neta Fátima Lúcia
10 == Reinaldo == Marido da neta Luciléa
14 == Lilian == Neta, filha de João Francisco
17 == Gelson == Neto, filho de Mariana
23 == Leila == Neta, filha de João Francisco
24 == Moisés == trineto, filho da bisneta Aline (Ione)
26 == Júlia == Bisneta,filha da neta Maria Angelina
29 == Henrique == Bisneto , filho do neto João Inácio
JULHO
02 == Larissa == Bisneta,filha do neto João Inácio
04 == (João Francisco) == Filho. Faleceu em 10.09.96, com 58 anos
06 == Eduardo == Trineto, filho da bisneta Adriana
06 == Adriana == Bisneta, filha da neta Ione
09 == Luciano == Bisneto,filho do neto José Luiz
11 == Antonio == Filho
15 == (Angelina) == Matriarca da família.Falec 08.12.97, com 97 anos.
16 == Rafael == Bisneto,filho do neto José Luiz
21 == Alvaro == Marido da neta Angelita
24 == Junior == Maridoda bisneta Aline (Liani)
27== Gael == Trineto, filho de Carolina, neto de Elaine
28 == Augusto == Bisneto,filho do neto Luiz Antonio
30 == Elaine == Neta, filha de Mariana
AGOSTO
02 == Amaro == Bisneto,filho da neta Silvia Maria
04 == Gabriela == Trineta, filha da bisneta Aline (Liani)
05 == Ivone == Nora, viúva de João Francisco
11 == Alberto == Neto, filho de João Francisco
13 == Márcia == Neta, filha de Antonio
16 == Eduardo == Bisneto, filho da neta Fátima Lúcia
19 == Augusta == Nora, viúva de Alberto
19 == Clarissa == Bisneta, filha da neta Márcia
19 == (Adelino) == Patriarca da família. Faleceu em 10.08.51, 68anos
25 == (Marieta) == Filha. Faleceu em 18.09.32, com 23 dias.
26 == (Lídio) == Genro,marido de Maria. Falec em 31.01.92, 68 anos
29 == Anderson == Bisneto,filho do neto Jairo
SETEMBRO
01 == Angela Cristina == Bisneta, filha da neta Cleni
04 == Maria Bernadete == Neta,filha de Maria do Carmo
05 == Mara Regina == Neta,filha de Maria do Carmo
08 == Liani == Neta, filha de Mariana
08 == Angela == Esposa doneto Alexandre
13 == Oliver == Trineto, filho da bisneta Carolina
14 == Lidiane == Bisneta,filha do neto Antonio Paulo
16 == Lúcia == Bisneta,filha do neto Luiz Antonio
19 == Jovina == Nora, viúva de Oliveiros
23 == Patrícia == Esposa doneto Gilson
24 == Felícia == Bisneta,filha da neta Silvia Maria
24 == Ronaldo == Neto, filho de Vicente
26 == Nilda == Nora, viúva de Vicente
30 == Murilo == Trineto, filho do bisneto Felipe (Liani)
OUTUBRO
01 == (José) == Filho. Faleceu em 11.12.98, com 76 anos
03 == Gilson == Neto, filho de Mariana
06 == Henrique == Marido da neta Cleni
06 == Luiz Henrique == Bisneto, filho da neta Cleni
10 == Sergio Luiz == Neto, filho de Vicente
11 == Laisson == Bisneto, filho da neta Leila
12== João Pedro==Bisneto,filho do neto Artênio
21 == José Henrique == Trineto, filho da bisneta Ângela Cristina
28 == Veriato == Bisneto, filho da Neta Fátima Terezinha
29 == Clarissa == Bisneta,filha do neto José Luiz
NOVEMBRO
02 == Gabriel ==Trineto , filho do bisneto Eduardo (Fat. Lúcia)
05 == Guilherme == Bisneto, flho da neta Mara Regina
09 == Júlia == Bisneta,filha do neto Artênio
11 == Marília == Bisneta, filha da neta Márcia
13 == Arthur == Bisneto,filho do neto Gelson
16 == Francisco ==Trineto , filho do bisneto Amaro
19 == Ione == Neta, filha de José
21 == Carla == Bisneta,filha do neto Antonio Paulo
22 == Luan == Bisneto, filho da neta Leila
22 == Lorran == Bisneto, filho da neta Leila
23 == Sonia == Neta, filha de Oliveiros
23 == Aline == Bisneta, filha da neta Liani
28 == Jairo (Jairinho) == Bisneto,filho do neto Gilmar (Jairo)
DEZEMBRO
02 == Luciana == Esposa doneto Artênio
02 == Rafael Vicente ==bisneto , filho do neto Serginho
07 == Neri == Nora, viúva de José
08 == Mariana==Trineta, filha da bisneta Aline(Ione)
14 == Douglas == Bisneto,filho do neto Gilson
19 == Helena Maria, filhade Alexandre
23 == Mariana == Filha
24 == Vinicius == Trineto, filho do bisneto Luiz Henrique.
26 == Paulo Rogério == Marido da neta Márcia
27 == Antonella == trineta, filha de Jairinho(Gilmar-Jairo)
29 == Silvia Maria == Neta,filha de Antonio
29 == (Oliveiros) == Filho. Faleceu em 04.10.50, com 24 anos
29 == Leonardo == Bisneto,filho do neto Gilson
Relação atualizada em 01.06.2018
Observações:
Solicitamos a fineza de comunicarem toda e qualquer incorreção (falta de nome, erro de grafia, data, parentesco, etc) porventura existente nesta relação, para que possa ser corrigida.
Mantenham atualizados seus endereços telefônicos, eletrônicos, etc., a fim de facilitar as comunicações.
Como homenagem, enquanto vivos em nossa memória, são mantidos os nomes e as datas de aniversário dos saudosos familiares desaparecidos.
JANEIRO
02 == Luiz Antonio == Neto, filho de Antonio
13 == Carlos == Marido
15 == Artênio == Neto, filho de João Francisco
15 == Maria Angelina == Neta,
21 == (Vicente) == Filho. Faleceu em 30.09.93, com 52 anos.
22 == Marco Antonio == Marido da neta Mara Regina.
24 == Vinicius == Bisneto,
24 == Felipe == Bisneto,
29 == Francisco == Marido da neta Liani
FEVEREIRO
01 == Marcia Jaqueline == Esposa do
02 == Giovanna = Trineta, filha da bisneta Samanta
02 == João Vicente = Bisneto,
02 == Pedro == Bisneto,
08 == Roberta == Bisneta, filha da neta Luciléa
10 == Ana Maria == Neta,
10 == Gilmar (Jairo) == Neto, filho de Mariana
14 == Gabriela == Bisneta, filha da neta Fátima Terezinha
15 == Magda == Esposa do
17 == Júlia == Trineta, filha da bisneta Aline (Liani)
18 == Luciléa == Neta, filha de João Francisco
21 == Angelita == Neta, filha de Mariana
25 == Juventino == Marido da bisneta Adriana
28 == Constância == Bisneta,
MARÇO
03 == Cecília == Trineta,
07 == Aline == Bisneta, filha neta Ione
08 == Cleni == Neta, filha de José
09 == Ricardo == Bisneto, filho da neta Angelita
12 == Alexandre == Neto, filho de Sergio
12 == Fátima Terezinha ==Neta,
13 == Lourenço == Bisneto,
15 == José Luiz == Neto, filho de Maria
23 == Ana Paula == Bisneta,
24 == Luciane == Esposa do
25 == Ivo == Genro, marido de Mariana
25 == Fátima Lúcia == Neta, filha de Alberto
26 == Antonio == Trineto, filho da bisneta Aline (Liani)
28 == Beatriz == Esposa do
28 == Rosangela == Esposa do
ABRIL
01 == Carolina == Bisneta, filha da neta Elaine
01 == Luís Fernando == Neto, filho de José
02 == Clara == Trineta, filha Anderson-neta Gilmar- bis.Mariana
08== Samanda==Esposa do
18 == Taís == Bisneta,
18 == Samanta == Bisneta, filha da neta Liani
18 == Gladys == Nora, esposa de Antonio (Falec 31.01.2014, 78 anos)
19 == Anderson == Marido da neta Aline (Ione)
20 == Felipe == Bisneto, filho da neta Liani
21 == Maria do Carmo == Filha
21 == Carmen Glória == Nora,
23 == Carmen == Esposa do
25 == João Inácio == Neto, filho de Maria do Carmo
29 == Luisa == Bisneta, filha da neta Elaine
30 == Lucas == Bisneto,
MAIO
01 == Sergio == Filho
04 == (Alberto) == Filho. Faleceu em 16.02.69, com 44 anos
06 == Guacira == Esposa do
08 == Augusto == Bisneto,
12 == Murilo == Bisneto, filho da neta Maria Bernadete
13 == João Claudio == Marido da neta Fátima Terezinha
13 == Isabel Cristina == Neta, filha de José
14 == Edmilson == Marido da neta Leila
30 == Wilson == Marido da neta Sonia
31 == Antonio Paulo == Neto, filho de Maria
31 == Maria Clara = Tetraneta, filha Gabriela/Aline/Liani
JUNHO
01 == Sofia == Trineta, filha da neta Aline (Liani)
03 == Laís == Bisneta, filha da neta Fátima Lúcia
10 == Reinaldo == Marido da neta Luciléa
14 == Lilian == Neta, filha de João Francisco
17 == Gelson == Neto, filho de Mariana
23 == Leila == Neta, filha de João Francisco
24 == Moisés == trineto, filho da bisneta Aline (Ione)
26 == Júlia == Bisneta,
29 == Henrique == Bisneto , filho do neto João Inácio
JULHO
02 == Larissa == Bisneta,
04 == (João Francisco) == Filho. Faleceu em 10.09.96, com 58 anos
06 == Eduardo == Trineto, filho da bisneta Adriana
06 == Adriana == Bisneta, filha da neta Ione
09 == Luciano == Bisneto,
11 == Antonio == Filho
15 == (Angelina) == Matriarca da família.
16 == Rafael == Bisneto,
21 == Alvaro == Marido da neta Angelita
24 == Junior == Marido
27== Gael == Trineto, filho de Carolina, neto de Elaine
28 == Augusto == Bisneto,
30 == Elaine == Neta, filha de Mariana
AGOSTO
02 == Amaro == Bisneto,
04 == Gabriela == Trineta, filha da bisneta Aline (Liani)
05 == Ivone == Nora, viúva de João Francisco
11 == Alberto == Neto, filho de João Francisco
13 == Márcia == Neta, filha de Antonio
16 == Eduardo == Bisneto, filho da neta Fátima Lúcia
19 == Augusta == Nora, viúva de Alberto
19 == Clarissa == Bisneta, filha da neta Márcia
19 == (Adelino) == Patriarca da família. Faleceu em 10.08.51, 68
25 == (Marieta) == Filha. Faleceu em 18.09.32, com 23 dias.
26 == (Lídio) == Genro,
29 == Anderson == Bisneto,
SETEMBRO
01 == Angela Cristina == Bisneta, filha da neta Cleni
04 == Maria Bernadete == Neta,
05 == Mara Regina == Neta,
08 == Liani == Neta, filha de Mariana
08 == Angela == Esposa do
13 == Oliver == Trineto, filho da bisneta Carolina
14 == Lidiane == Bisneta,
16 == Lúcia == Bisneta,
19 == Jovina == Nora, viúva de Oliveiros
23 == Patrícia == Esposa do
24 == Felícia == Bisneta,
24 == Ronaldo == Neto, filho de Vicente
26 == Nilda == Nora, viúva de Vicente
30 == Murilo == Trineto, filho do bisneto Felipe (Liani)
OUTUBRO
01 == (José) == Filho. Faleceu em 11.12.98, com 76 anos
03 == Gilson == Neto, filho de Mariana
06 == Henrique == Marido da neta Cleni
06 == Luiz Henrique == Bisneto, filho da neta Cleni
10 == Sergio Luiz == Neto, filho de Vicente
11 == Laisson == Bisneto, filho da neta Leila
12== João Pedro==Bisneto,
21 == José Henrique == Trineto, filho da bisneta Ângela Cristina
28 == Veriato == Bisneto, filho da Neta Fátima Terezinha
29 == Clarissa == Bisneta,
NOVEMBRO
02 == Gabriel ==
05 == Guilherme == Bisneto, flho da neta Mara Regina
09 == Júlia == Bisneta,
11 == Marília == Bisneta, filha da neta Márcia
13 == Arthur == Bisneto,
16 == Francisco ==
19 == Ione == Neta, filha de José
21 == Carla == Bisneta,
22 == Luan == Bisneto, filho da neta Leila
22 == Lorran == Bisneto, filho da neta Leila
23 == Sonia == Neta, filha de Oliveiros
23 == Aline == Bisneta, filha da neta Liani
28 == Jairo (Jairinho) == Bisneto,
DEZEMBRO
02 == Luciana == Esposa do
02 == Rafael Vicente ==
07 == Neri == Nora, viúva de José
08 == Mariana==Trineta, filha da bisneta Aline(Ione)
14 == Douglas == Bisneto,
19 == Helena Maria, filha
23 == Mariana == Filha
24 == Vinicius == Trineto, filho do bisneto Luiz Henrique.
26 == Paulo Rogério == Marido da neta Márcia
27 == Antonella == trineta, filha de Jairinho(Gilmar-Jairo)
29 == Silvia Maria == Neta,
29 == (Oliveiros) == Filho. Faleceu em 04.10.50, com 24 anos
29 == Leonardo == Bisneto,
Relação atualizada em 01.06.2018
Observações:
Solicitamos a fineza de comunicarem toda e qualquer incorreção (falta de nome, erro de grafia, data, parentesco, etc) porventura existente nesta relação, para que possa ser corrigida.
Mantenham atualizados seus endereços telefônicos, eletrônicos, etc., a fim de facilitar as comunicações.
Como homenagem, enquanto vivos em nossa memória, são mantidos os nomes e as datas de aniversário dos saudosos familiares desaparecidos.
sábado, 22 de maio de 2010
Histórico
-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-
Para inicio de conversa, precisamos retroceder no tempo, pelo espaço de cento e vinte e sete anos, para encontrarmos o marco inicial da Família Oliveira a que pretendo me reportar neste reduzido trabalho. Tentarei descrever alguns aspectos da passagem desses queridos ancestrais pela localidade de Aldeia Velha, primeiro distrito do município de Santo Antonio da Patrulha, onde nasceram, cresceram, casaram, criaram e educaram nove filhos, os quais, seguindo as leis naturais da vida, repetiram os mesmos atos, possibilitando a formação desse grupo familiar que carrega os traços genéticos de seus cromossomos.
A 19.08.1883, é quando aparece o primeiro homem destinado a reunir este punhado de gente que congrega hoje cerca de 140 pessoas, somando-se, inclusive, aquelas que passaram alguns momentos conosco, e já se foram, deixando um vazio enorme. Na contagem, também estão considerados aqueles que se agregaram ao grupo original, lançaram sementes em terra fértil, cuidaram com carinho de pequenas plantinhas que hoje brotam, florescem, e produzem frutos cada vez mais fortes e bonitos. Agora, em março de 2010, pouco mais de 87 anos após a ocorrência da primeira união matrimonial, estamos atingindo a soma de 95 descendentes diretos, entre filhos, netos, bisnetos e trinetos, o que, em termos estatísticos, atesta ter havido um crescimento percentual de 1,09 % ao ano.
Vamos nos situar, imaginariamente, na Aldeia Velha, local onde nasceu um menino loiro, de olhos azuis, que se tornou um rapagão alto e forte, agricultor e comerciante, que tanto ajudava seus irmãos na produção agrícola, como também viajava, inclusive à capital do Estado, com a finalidade de vender açúcar mascavo, farinha de mandioca, rapaduras, melado, polvilho, etc, e adquirir alguns bens de consumo necessários à sobrevivência da família de seus pais, que era numerosa. Segundo consta, tal viagem a Porto Alegre pelos tortuosos caminhos existentes naquela época, consumia em torno de duas semanas entre ida e volta, tendo em vista, com certeza, a diminuta velocidade do carro de bois.
Esse moço, oriundo de uma família de certa posição social no lugar,na epoca, como se descreve adiante, conheceu uma menina moreninha, cabelos pretos e ondulados, bonita, faceira, que também se ocupava na fabricação de rapaduras, pois era o que fazia em solteira, quando trabalhava na casa de um tio e padrinho chamado André Graven, em troca de alguns mil-réis (unidade do padrão monetário (real) que vigorou até 1942, quando foi introduzido o cruzeiro).
Só no início da segunda década do séc. XX, ano de 1921, mais precisamente no dia 05 de novembro, que, oficializado pelo registro civil e abençoado por Deus através do casamento religioso, o casal iniciou uma profícua e feliz união que duraria por trinta anos, interrompida em decorrência de um acidente com carreta de bois, veículo que, por ironia do destino, veio a vitimar aquele homem que tanto o conhecia, por razões profissionais.
A família Gil, que ali começara, voltou a abrigar-se várias vezes na velha casa, já acrescida de outros membros, lá permanecendo pelo tempo necessário para encontrar novo destino. Ali era o refúgio para os momentos de infortúnio que sofreu. Daí entendermos porque além de primos em terceiro grau, os consideramos como verdadeiros irmãos, bem como o tratamento respeitoso de “tia Alice” com que nos referíamos à chefe do clã, quando, na verdade, era tão somente nossa prima. Quanto ao marido, figura simpática e amigável com todos, foi sempre chamado de “seu Veiga”.
O casarão, em estilo colonial, construído totalmente em pedra rústica, era uma verdadeira fortaleza, com paredes extremamente grossas (cerca de 40 cms), possuía a porta principal bastante larga, de duas folhas com tranca de madeira, contendo na parte interna de uma dessas folhas uma oração (reza) escrita dentro de um desenho em forma de cruz, sobre um papel ou papelão, cujos dizeres fugiram-me da memória.
A casa seria considerada enorme para os padrões de hoje, embora não oferecesse o conforto e a privacidade que era de desejar, sabendo-se que ali viveram tantas pessoas de sexos e idades diferentes. Dispunha de duas salas, uma varanda, três quartos, cozinha e despensa, peças muito amplas, interligadas por um corredor de frente a fundos. Toda a área social era assoalhada e forrada com tábuas de madeira largas e aplainadas, sendo o setor de serviço (cozinha e despensa) de chão batido e sem forro.
Ao lado havia um pavilhão com cerca de 300 m² que abrigava uma atafona (fábrica de farinha e outros subprodutos da mandioca), além de um moinho para moagem de milho e trigo, este já fora de uso, quando o conheci e me lembro, década de 1930/40.
Na foto uma reprodução da fachada da casa original, onde nasceram o precursor e toda a primeira geração da família. Trata-se da visão artística da querida sobrinha Ione Ramos de Oliveira, bem depois da fase próspera dessa propriedade.
Nos fundos existia outro prédio, constante de uma peça fechada e outra aberta, que teria servido como senzala (abrigo para os negros), resquícios da era escravista que vigorou no Brasil até 1888. Com relação aos escravos, sabia-se que nosso ancestral - José Inácio de Oliveira – teria sido bastante liberal no trato com eles, tendo, inclusive, favorecido alguns com dispensa do trabalho rigoroso, antes mesmo da extinção decretada pelo ato heróico da Princesa Isabel.
Consta, que, além da liberdade, concedeu pedaços de terras para alguns se instalarem, além da permissão de uso do nome “Boeira” pelo qual nossa família era conhecida. Alguma das “bondades” de nosso avô, de que se ouvia falar quando crianças, não seria entendida hoje, ao pé-da-letra, sabendo-se que os negros já gozavam de certa proteção legal desde 1871 (Lei do Ventre Livre), dezessete anos antes da abolição, sem falarmos na Lei dos Sexagenários, de 1885, que liberava do trabalho os escravos maiores de sessenta anos, numa espécie de aposentadoria.
Se algum dia encontrarmos um cidadão de pele mais escura, com sobrenome Boeira, não custa estender-lhe a mão, pois possivelmente estaremos diante de um “irmão” dos tantos que por certo andarão perdidos por este mundo de Deus. Situação semelhante ocorreu-me no ano de l955, na cidade de Esteio, quando encontrei um neto de “Chico Boeira”, antigo escravo alforriado de nosso avô, no exato momento em que precisava de alguém que acreditasse na sua palavra, para amenizar o constrangimento por que passava na ocasião, em razão de acusação infundada.
O complexo de edificações se completava com galpões destinados à guarda de ferramentas e utensílios próprios de qualquer estabelecimento rural, bem como ao abrigo de animais (terneiros, chiqueiro de porcos, galinheiros, etc).
À frente dessa moradia, uma enorme figueira, cujos galhos serviram para embalar toda a nossa geração, além de oferecer sombra e abrigo para o gado, durante as horas de sol mais forte do verão ou nos dias chuvosos do inverno. Essa árvore teria sido plantada quando nosso pai era menino, pouco antes do ano de 1900, e a muda teria saído das proximidades da chácara que hoje pertence ou pertenceu ao sr. João Marica, cujo lugar era conhecido como Água Comprida. Nunca foi permitido se fizesse fogo nas proximidades de suas raízes.
Aliás, sobre a beleza e os benefícios dessa árvore abençoada, há um trabalho poético que descreve muito bem o que ela representava para nossa família, e que será brevemente publicado nesta página, com autorização do autor, meu amado irmão Sérgio.
As terras, de razoável tamanho, eram utilizadas no regime de cultura diversificada e criação de algumas cabeças de gado, utilizando-se as partes baixas e arenosas para o cultivo maior da mandioca, e, a porção pedregosa e as encostas do morro para a plantação de cana de açúcar. Ambas transformadas em produtos rentáveis. Milho, feijão, trigo e outros cereais, eram plantados em pequena escala, em roçados menores, apenas para subsistência.
Na parte alta existia também uma construção contendo engenho completo para industrialização da cana (melado, rapadura e açúcar mascavo), dispondo ainda de uma precária instalação residencial onde toda a família se abrigava para passar alguns meses, durante a respectiva safra. Havia um detalhe arquitetônico interessante nessa casa, pois fora inteligentemente construída numa ladeira, de forma a apresentar três “pavimentos”, todos térreos, em diferentes níveis, aproveitando a declividade natural do terreno. No primeiro “andar” ficava o forno do melado e o tacho da rapadura com suas respectivas fornalhas, bem como o tabuleiro onde se fabricava o açúcar; no seguindo, a cozinha com fogão de lenha (fogão-de-rabo, feito de pedras com chapa de ferro), a mesa (com dois bancos rústicos inteiriços de madeira), o dormitório com camas chamadas “tarimbas”), que eram tábuas cobertas com colchões de palhas de milho, e mais um grande cocho (reservatório cavado em tronco de madeira para depositar a garapa (caldo de cana). Na verdade era um salão só, muito enfumaçado, pelo uso constante do fogão e das fornalhas já referidas. Subia-se por uma escada larga, de madeira, chegando-se à parte superior onde se achava o engenho propriamente dito, constante de três moendas de ferro movidas por uma junta de bois. Moer a cana era um trabalho quase exclusivo da Maria do Carmo, menina ainda, que ali passava a maior parte do dia, às vezes cantando, outras chorando. Graças a Deus, saiu-se bem dessa empreitada, quando era muito comum que pessoas menos cuidadosas tivessem mãos mutiladas naquele tipo de serviço. Esse compartimento tinha a aparência de um grande galpão, quase todo aberto, sendo fechada, de forma grosseira, apenas por um dos lados que dividia com o piso intermediário e com o quarto destinado à moradia permanente de tio Godo (Godofredo Gomes de Oliveira), que lá passou a residir como em certa ocasião, já que se conservara solteiro.
A dinâmica de funcionamento do engenho era a seguinte: a cana, de cultivo próprio ou de vizinhos, vinha em feixes amarrados com rodilhas de cipó, era amontoada e moída; a garapa passava por encanamento subterrâneo, descia para o depósito provisório (cocho), dali para o forno onde fervia por seis horas ou mais até transformar-se em melado, que era colocado em tonéis metálicos. A seguir, o produto tanto poderia ser convertido em rapadura ou açúcar, como comercializado para indústrias de balas, doces, etc. A produção era em pequena escala, pois as terras já se achavam exauridas e a força de trabalho braçal era diminuta, contando, para os serviços de roça, quase só da ação do chefe da família e dos filhos José e Alberto, que eram os mais velhos. Isso no início da década de 40, quando eu já era menino de dez anos.
Eu, em face da pouca idade, estava dispensado desse serviço, tendo a obrigação de ficar na casa grande fazendo companhia à tia Ziloca (Angelina Gomes de Oliveira), a quem devo grande parte de minha educação, pois era ela quem tomava minhas lições de casa e cuidava do comparecimento regular à escola.
Jamais poderemos esquecer de que essa pessoa foi uma segunda mãe para todos, pois, além de repartir conosco sua modesta cultura, também costurava nossas roupas, ensinava boas maneiras, e, como fervorosa praticante da religião católica, integrante do Apostolado da Oração, nos incutia o respeito a Deus, o ensino do catecismo, o preparo para a primeira Comunhão e o dever de irmos à missa todos os domingos. Isto até hoje não nos causou nenhum peso, ao contrário, tem servido de refrigério nas horas de incertezas. A bem da verdade, essa tia, que era solteirona, dispunha de mais tempo do que nossa autêntica e querida mãe sempre assoberbada pelos trabalhos normais de dona de casa, além do cansativo e penoso serviço na produção de bens que seriam transformados em dinheiro, como os derivados da cana e da mandioca.
Conhecemos a citada propriedade totalmente fragmentada, repartida entre os herdeiros. Vamos comentar neste relato somente a fração herdada por Adelino, Ziloca e Godofredo, que permaneceu intacta por algum tempo, e, era explorada em comum acordo, uma vez que esses três irmãos continuaram vivendo juntos. Posteriormente, de comum acordo, a propriedade foi desmembrada para possibilitar a venda do quinhão de cada um.
Acreditamos que nosso primeiro ancestral – José Inácio de Oliveira - foi um misto de ruralista e militar, pois detinha patente de capitão da Guarda Nacional, milícia criada nos moldes de organização francesa semelhante, em 1831, em meio às agitações políticas do Período Regencial (fase pós-abdicação de D.Pedro I, que foi até 1840, ocasião em foi decretada a maioridade legal do Príncipe D.Pedro II para assumir o trono imperial brasileiro). Apenas a título ilustrativo: houve uma regência provisória (Trina) de 1831 a 1835, depois uma Regência Una, de 1835 até 1840, com Diogo Antonio Feijó, substituído por Araújo Lima. O serviço na Guarda era obrigatório para todos os homens maiores de 18 anos, com determinada renda, o que fez a milícia ser formada, basicamente, por proprietários rurais e comerciantes. Considerada tropa auxiliar do exército, teve importante papel na unidade nacional, combatendo tendências separatistas em várias províncias até meados do séc. XIX. Participou, também, da Guerra do Paraguai (1865/70). Suas patentes, especialmente a de coronel, eram muito disputadas pelo prestígio que conferiam. Com a consolidação do exército após a Guerra do Paraguai, entrou em declínio e foi extinta em 1922. Parte de seu fardamento (túnica, quepe, dragonas douradas, etc) era zelosamente guardada por tia Ziloca.
O livro de registro dos componentes regionais dessa tropa, com nomes, valores de contribuição, etc, tudo muito bem manuscrito em esmerada caligrafia, com, com muitas folhas em branco, serviu para alimentar a santa e ingênua ignorância infantil da nossa geração, que brincava, rabiscava e rasgava o que seria agora uma relíquia de inestimável valor histórico. Era um belíssimo livro, semelhante aos que se usam nos cartórios do registro de imóveis.
A espada, com lâmina e bainha brilhantes, se não me engano com inscrições em francês, ainda existe, embora com alguns estragos decorrentes do tempo.
Concomitantemente às lides rurais e militares, teria ele também exercido outro cargo público de relevância no município, ou seja, o de Delegado de Polícia Adjunto, conforme consta do ato de nomeação assinado pelo Governador do Estado, cuja cópia existe no Museu Histórico de Santo Antonio da Patrulha.
Voltando especificamente ao par original desta família, devemos informar que foi um casal compromissado com o trabalho, com a honradez e a verdade, uma mistura da energia controlada do pai com uma bondade, calma e paciência de fazer inveja, da mãe. Aquele homem grande e forte, tão exigente no trabalho e na educação dos filhos, escondia um coração mole dentro do peito, capaz de se derramar em lágrimas cada vez que um filho se afastava de casa, mesmo que fosse por curto espaço de tempo. Cometeria uma grande injustiça se deixasse de registrar o interesse que tinha pelo estudo dos filhos, colocando sempre em primeiro lugar os deveres escolares de cada um, mesmo em detrimento dos trabalhos de roça mais urgentes. Dizia sempre que a educação seria o maior patrimônio que poderia deixar como herança.
Embora fosse homem de pouquíssimas letras (assinava o nome e era eleitor), gostava de estar sempre bem informado, seja pelo que ouvia de algum vizinho mais letrado, seja pelo noticiário do Correio do Povo, que esporadicamente mandava comprar na farmácia do seu “Tetéia” após a missa de domingo, e fazia com que eu o lesse para ele escutar, especialmente os comentários referentes à Segunda Guerra Mundial, lá pelos idos de 1943/45. Rádio era um sonho impossível para nosso minguado poder aquisitivo (tratava-se de artigo de luxo, importado e caro).
Aquela moça morena, um mar de ternura e de bondade, que enfrentava qualquer trabalho, cuidava do marido, dos filhos, das lides caseiras, das hortas e dos animais em volta da casa, ainda achava tempo para fazer serões à luz de velas (candeeiro de querosene), amaciando, cortando e amarrando maços de palha de milho (para cigarros) ou confeccionando chapéus e cestas (tipo bolsas) de palhas de trigo trançadas. Os chapéus eram distribuídos para todos os da casa; as bolsas eram usadas para levar os livros e cadernos para a escola; as palhas de cigarros que ela chamava de “minhas quitandas” eram vendidas, ou quase sempre trocadas por alguma mercadoria, o que muito ajudava no orçamento doméstico. Nosso pai não fumava, não bebia, nem jogava. Se algum dos filhos ousou acender um cigarro enquanto morou sob o mesmo teto, certamente o fez às escondidas, não que houvesse uma proibição explícita, mas o respeito pelo exemplo salutar daquele modelo, sempre falou mais alto.
Houve época em que nossa casa, embora de parcos recursos, servia como ponto de referência para almoço ou pousada de bandeiras (angariadores de ofertas para festas religiosas), esmoleiros, andarilhos, etc, que lá sempre encontravam um prato de comida, e, no mínimo, uns bons pelegos para descansarem.
Acredito que a fase produtiva, economicamente viável no que restou do sítio, durou somente até por volta do ano de 1945 (final da guerra), daí começando o declínio e a debandada em busca de melhores colocações. Tio Godofredo, já adoentado, pouco fazia; o José e o Alberto, os braços fortes do grupo, partiram primeiro em busca de trabalho ocasional nas redondezas (safras de arroz, cana, etc), depois encontraram emprego fixo: José, no comércio em Santo.Antonio e Alberto na indústria, em Porto Alegre; O Oliveiros, chamado “Liveira”, passou a trabalhar num armazém na capital do Estado; A Maria foi lecionar na localidade de Sangão, quase na divisa com o município de Taquara, depois em Campestre (perto de Monjolo).
Eu, Antonio, depois de alguns biscates, fiz minha primeira investida em direção a Porto Alegre, aos 14 anos (1947), onde me coloquei numa fábrica de brinquedos (Becker, na Rua 25 de Julho) e depois num armazém (Gomes, na Vila Floresta); Passado algum tempo, retornei para a “santa terrinha” onde arranjei serviço no comércio, dali alçando vôo em 1952, para servir ao exército nacional e permanecer na capital do Estado.
Nenhum de nós, embora afastados, jamais perdeu o afeto com os pais e os irmãos menores que lá ficaram. Nos momentos de folga ou de insucessos em nossos empregos era para lá que corríamos e onde achávamos todos à nossa espera. Hoje, que sabemos bem o quanto é doloroso ter um filho longe de casa, podemos avaliar o verdadeiro sentido daquelas lágrimas do casal e a invariável expressão de nossos pais na hora da partida, quando ficavam acenando e repetindo: “ Que Deus e a Virgem Maria te acompanhem, meu filho”.
Lembro com saudade dos momentos de alegria enquanto todos os irmãos estiveram juntos: era um bando de crianças e adolescentes brincando, o José tocando violão e cantando, acompanhado pelo Alberto ao cavaquinho e o Liveira que também “arranhava” alguma coisa na gaita-de-boca. Tudo isso e a boa saúde de todos, faziam a visível alegria de nossos pais.
O primeiro grande revés que sofremos foi o acontecimento da morte prematura do Liveira, em 1950, aos 24 anos, casado há pouco tempo. Chorávamos ainda a falta lamentável desse irmão tão querido, quando perdemos nosso inesquecível pai, no ano de 1951, inesperadamente.
Foram essas as primeiras datas de profunda tristeza por que todos nós passamos. Parece que o mundo havia desabado sobre a cabeça de cada um.
Por outro lado, alguma coisa boa também já estava acontecendo: a “cegonha”, que já havia trazido um presente para a Neri, passou na casa da Jovina onde deixou a Sônia e logo sobrevoava novamente o lar do José para fazer entrega de mais um “pacotinho”: Era a Ione que chegava para fazer companhia à Cleni. Daí para cá a referida “ave”, sempre bem-vinda em nossas casas, não teve mais descanso. Vem realizando agora viagens intermunicipais e até interestaduais para levar “encomendas”.
Oliveiros possuía características fisionômicas muito semelhantes às da mãe (moreno, cabelos pretos, ondulados, com leve pinta acima do lábio superior) foi também seu principal ajudante nos serviços referentes aos cuidados com o forno do melado e o tacho da rapadura e do açúcar, enquanto morou em casa.
Nossa querida genitora conseguiu superar essa adversidade, reuniu forças e ressurgiu como uma guerreira gigante a comandar o resto da família que ainda lhe sobrou em casa (os menores, Mariana, João, Vicente e Sergio), com alguma ajuda de tia Ziloca , especialmente nos cuidados ao tio Godo em estado de invalidez.
Aquela pessoa tão doce, que não sabia elevar a voz ou queixar-se de algo, veio sofrer novas amarguras nos anos de 1969, 1992, 1993 e 1996, pelo desaparecimento de outros entes muito queridos: Alberto, filho afastado de casa há muitos anos, mas que nunca a abandonou; Lídio, mais que genro, um verdadeiro filho que sempre a acolheu em seu lar; João, aquele garotão gracioso, sempre com uma brincadeira gostosa e de bom humor; e, Vicente, o seu fiel companheiro, aquele que mais permaneceu ao seu lado e que teve a graça de herdar muitas de suas virtudes, foi um homem trabalhador, calmo e resignado, que aceitou o padecimento que o consumiu, sem nada reclamar. Que falta danada fazem eles.
A longevidade de nossa mãe, 97 anos, precisa ser agradecida a Deus que permitiu sua presença entre nós por todo esse tempo e também ao conhecimento de alguns profissionais médicos que trataram suas pequenas enfermidades, na velhice, porque antes não as conhecia. Além disso, temos o dever de registrar o nome de mais algumas pessoas e famílias muito especiais, que fizeram todo o possível para o prolongamento de sua existência, quando maiores atenções se fizeram necessárias: a primeira é uma jóia rara e preciosa que o Vicente “garimpou” ali mesmo na Aldeia Velha, que não deve ser tratada simplesmente como cunhada: obrigado minha irmã Nilda, você ultrapassou os limites de suas obrigações, tanto nos cuidados com nossa mãe como no carinho prestado ao seu marido; a segunda, nossa irmã Maria do Carmo, que juntamente com o marido Lídio, filhos e netos, concederam a ela o melhor do acolhimento e benevolência, como se fosse um segundo lar; a terceira, nossa irmã Mariana, juntamente com o marido Ivo, filhos e netos, em cuja casa, que foi seu último paradeiro, encontrou muita paz e muita tranqüilidade, e onde, no dia 08.12.97, às dez horas, cercada do respeito e da ternura de todos, serenamente, entregou sua alma ao Criador.
O gesto caridoso e carinhoso do Ivo, nessa fase terminal, extrapolou qualquer obrigação de genro e só pode ser entendido como o verdadeiro amor filial que toda mãe gostaria de receber. Obrigado meu irmão.
Nenhuma gratificação será suficientemente grande para pagar a dedicação destas pessoas, somente Deus, na sua infinita bondade, poderá recompensá-las. Neste rol estão incluídas as demais viúvas da família que também foram incansáveis no zelo com seus maridos já desaparecidos: a Jovina, a Augusta, a Ivone e a Neri.
Alguns meses após, nosso saudoso irmão mais velho, José, que também esteve presente àquele episódio amargo da queda de nossa viga mestra, foi acometido de doença que o levou a hospitalizar-se, melhorou, retomou novamente o ritmo de suas ocupações, viajou ao litoral onde tinha casa de veraneio, dirigindo automóvel, e lá, em 11.12.98, despediu-se da vida, sem dor, sem sofrimento, como convinha a um homem de sua estirpe, calmo, tranqüilo, que nunca desejou o mal a alguém.
A figueira, aquele monumento vegetal grandioso, que foi testemunha de todos os nossos bons e maus momentos, parece que teve a sensibilidade de solidarizar-se com os últimos fatos e resolveu tombar sem vida no mesmo ano de 1998, depois de cento e tantos anos de pura e agradável amizade com toda a família Oliveira.
Encerrando, queremos consignar nossa imorredoura gratidão a todos os que passaram por aqui, abriram e iluminaram os caminhos para que soubéssemos desviar das trilhas fáceis que podem levar aos vícios e à degradação humana, e, foram chamados mais cedo para uma reunião no andar de cima. Gostaríamos que tivessem ficado mais um pouco, mas certamente era muito importante e urgente o assunto a discutir no Plano Superior. Obrigado por tudo aquilo que vocês fizeram.
Descansem em paz.
Que Deus os tenha, ilumine e guarde.
-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-
Abaixo, em fotos recentes, podemos ver o local exato que serviu de berço à nossa família, desde seu primeiro ancestral conhecido, e, onde se desenrolaram os fatos desta narrativa. Poucos são os sinais que ainda existem da passagem deles por ali:



Antonio Luiz de Oliveira – mai/2010
Para inicio de conversa, precisamos retroceder no tempo, pelo espaço de cento e vinte e sete anos, para encontrarmos o marco inicial da Família Oliveira a que pretendo me reportar neste reduzido trabalho. Tentarei descrever alguns aspectos da passagem desses queridos ancestrais pela localidade de Aldeia Velha, primeiro distrito do município de Santo Antonio da Patrulha, onde nasceram, cresceram, casaram, criaram e educaram nove filhos, os quais, seguindo as leis naturais da vida, repetiram os mesmos atos, possibilitando a formação desse grupo familiar que carrega os traços genéticos de seus cromossomos.
A 19.08.1883, é quando aparece o primeiro homem destinado a reunir este punhado de gente que congrega hoje cerca de 140 pessoas, somando-se, inclusive, aquelas que passaram alguns momentos conosco, e já se foram, deixando um vazio enorme. Na contagem, também estão considerados aqueles que se agregaram ao grupo original, lançaram sementes em terra fértil, cuidaram com carinho de pequenas plantinhas que hoje brotam, florescem, e produzem frutos cada vez mais fortes e bonitos. Agora, em março de 2010, pouco mais de 87 anos após a ocorrência da primeira união matrimonial, estamos atingindo a soma de 95 descendentes diretos, entre filhos, netos, bisnetos e trinetos, o que, em termos estatísticos, atesta ter havido um crescimento percentual de 1,09 % ao ano.
Vamos nos situar, imaginariamente, na Aldeia Velha, local onde nasceu um menino loiro, de olhos azuis, que se tornou um rapagão alto e forte, agricultor e comerciante, que tanto ajudava seus irmãos na produção agrícola, como também viajava, inclusive à capital do Estado, com a finalidade de vender açúcar mascavo, farinha de mandioca, rapaduras, melado, polvilho, etc, e adquirir alguns bens de consumo necessários à sobrevivência da família de seus pais, que era numerosa. Segundo consta, tal viagem a Porto Alegre pelos tortuosos caminhos existentes naquela época, consumia em torno de duas semanas entre ida e volta, tendo em vista, com certeza, a diminuta velocidade do carro de bois.
Esse moço, oriundo de uma família de certa posição social no lugar,na epoca, como se descreve adiante, conheceu uma menina moreninha, cabelos pretos e ondulados, bonita, faceira, que também se ocupava na fabricação de rapaduras, pois era o que fazia em solteira, quando trabalhava na casa de um tio e padrinho chamado André Graven, em troca de alguns mil-réis (unidade do padrão monetário (real) que vigorou até 1942, quando foi introduzido o cruzeiro).
Só no início da segunda década do séc. XX, ano de 1921, mais precisamente no dia 05 de novembro, que, oficializado pelo registro civil e abençoado por Deus através do casamento religioso, o casal iniciou uma profícua e feliz união que duraria por trinta anos, interrompida em decorrência de um acidente com carreta de bois, veículo que, por ironia do destino, veio a vitimar aquele homem que tanto o conhecia, por razões profissionais.
Após o enlace (1921), passaram eles a residir no mesmo casarão onde nasceu e morava o noivo,
juntamente com mais dois irmãos solteiros (Godo e Ziloca), uma prima em segundo
grau recém casada (Alice, esposa de Vergamino Silveira Gil –Veiga -, filha de
Matheus de Oliveira Sá e Maria Delfina de Oliveira ), e mais uma menina de nome
Quita, que não era parente, mas criada por obra de caridade de Tia Ziloca. Consta que essa moça de nome Quita, depois de adulta teria resolvido acompanhar um de seus irmãos mais velhos que a colocou a trabalhar em um colégio de freiras, onde veio a falecer. Alice, que tratava tia Ziloca como “maninha”, foi assumida por seus tios e nossos patriarcas José
Ignácio/Mariana, por motivo da morte da mãe – Maria Delfina, e, por novo
casamento do pai (Matheus). Criada como irmã de meu pai, foi por nós sempre
considerada e tratada, respeitosamente, como tia.
No rol de
bens da família de José Ignácio de Oliveira, a serem partilhados, arrolados em 02 abril de 1884, no qual ele próprio figura como inventariante e herdeiro , aparece o nome de Matheus de Oliveira Sá, que viria ser o pai de Alice, na qualidade de herdeiro órfão.
As duas jovens recém casadas em 1921, Angelina e Alice, engravidaram no mesmo período, sendo que os primogênitos de ambas - José Luiz de Oliveira e Antonio de Oliveira Gil - têm quase a mesma idade, com diferença apenas de alguns dias.A família Gil, que ali começara, voltou a abrigar-se várias vezes na velha casa, já acrescida de outros membros, lá permanecendo pelo tempo necessário para encontrar novo destino. Ali era o refúgio para os momentos de infortúnio que sofreu. Daí entendermos porque além de primos em terceiro grau, os consideramos como verdadeiros irmãos, bem como o tratamento respeitoso de “tia Alice” com que nos referíamos à chefe do clã, quando, na verdade, era tão somente nossa prima. Quanto ao marido, figura simpática e amigável com todos, foi sempre chamado de “seu Veiga”.
O casarão, em estilo colonial, construído totalmente em pedra rústica, era uma verdadeira fortaleza, com paredes extremamente grossas (cerca de 40 cms), possuía a porta principal bastante larga, de duas folhas com tranca de madeira, contendo na parte interna de uma dessas folhas uma oração (reza) escrita dentro de um desenho em forma de cruz, sobre um papel ou papelão, cujos dizeres fugiram-me da memória.
A casa seria considerada enorme para os padrões de hoje, embora não oferecesse o conforto e a privacidade que era de desejar, sabendo-se que ali viveram tantas pessoas de sexos e idades diferentes. Dispunha de duas salas, uma varanda, três quartos, cozinha e despensa, peças muito amplas, interligadas por um corredor de frente a fundos. Toda a área social era assoalhada e forrada com tábuas de madeira largas e aplainadas, sendo o setor de serviço (cozinha e despensa) de chão batido e sem forro.
Ao lado havia um pavilhão com cerca de 300 m² que abrigava uma atafona (fábrica de farinha e outros subprodutos da mandioca), além de um moinho para moagem de milho e trigo, este já fora de uso, quando o conheci e me lembro, década de 1930/40.
Na foto uma reprodução da fachada da casa original, onde nasceram o precursor e toda a primeira geração da família. Trata-se da visão artística da querida sobrinha Ione Ramos de Oliveira, bem depois da fase próspera dessa propriedade.Nos fundos existia outro prédio, constante de uma peça fechada e outra aberta, que teria servido como senzala (abrigo para os negros), resquícios da era escravista que vigorou no Brasil até 1888. Com relação aos escravos, sabia-se que nosso ancestral - José Inácio de Oliveira – teria sido bastante liberal no trato com eles, tendo, inclusive, favorecido alguns com dispensa do trabalho rigoroso, antes mesmo da extinção decretada pelo ato heróico da Princesa Isabel.
Consta, que, além da liberdade, concedeu pedaços de terras para alguns se instalarem, além da permissão de uso do nome “Boeira” pelo qual nossa família era conhecida. Alguma das “bondades” de nosso avô, de que se ouvia falar quando crianças, não seria entendida hoje, ao pé-da-letra, sabendo-se que os negros já gozavam de certa proteção legal desde 1871 (Lei do Ventre Livre), dezessete anos antes da abolição, sem falarmos na Lei dos Sexagenários, de 1885, que liberava do trabalho os escravos maiores de sessenta anos, numa espécie de aposentadoria.
Se algum dia encontrarmos um cidadão de pele mais escura, com sobrenome Boeira, não custa estender-lhe a mão, pois possivelmente estaremos diante de um “irmão” dos tantos que por certo andarão perdidos por este mundo de Deus. Situação semelhante ocorreu-me no ano de l955, na cidade de Esteio, quando encontrei um neto de “Chico Boeira”, antigo escravo alforriado de nosso avô, no exato momento em que precisava de alguém que acreditasse na sua palavra, para amenizar o constrangimento por que passava na ocasião, em razão de acusação infundada.
O complexo de edificações se completava com galpões destinados à guarda de ferramentas e utensílios próprios de qualquer estabelecimento rural, bem como ao abrigo de animais (terneiros, chiqueiro de porcos, galinheiros, etc).
À frente dessa moradia, uma enorme figueira, cujos galhos serviram para embalar toda a nossa geração, além de oferecer sombra e abrigo para o gado, durante as horas de sol mais forte do verão ou nos dias chuvosos do inverno. Essa árvore teria sido plantada quando nosso pai era menino, pouco antes do ano de 1900, e a muda teria saído das proximidades da chácara que hoje pertence ou pertenceu ao sr. João Marica, cujo lugar era conhecido como Água Comprida. Nunca foi permitido se fizesse fogo nas proximidades de suas raízes.
Aliás, sobre a beleza e os benefícios dessa árvore abençoada, há um trabalho poético que descreve muito bem o que ela representava para nossa família, e que será brevemente publicado nesta página, com autorização do autor, meu amado irmão Sérgio.As terras, de razoável tamanho, eram utilizadas no regime de cultura diversificada e criação de algumas cabeças de gado, utilizando-se as partes baixas e arenosas para o cultivo maior da mandioca, e, a porção pedregosa e as encostas do morro para a plantação de cana de açúcar. Ambas transformadas em produtos rentáveis. Milho, feijão, trigo e outros cereais, eram plantados em pequena escala, em roçados menores, apenas para subsistência.
Na parte alta existia também uma construção contendo engenho completo para industrialização da cana (melado, rapadura e açúcar mascavo), dispondo ainda de uma precária instalação residencial onde toda a família se abrigava para passar alguns meses, durante a respectiva safra. Havia um detalhe arquitetônico interessante nessa casa, pois fora inteligentemente construída numa ladeira, de forma a apresentar três “pavimentos”, todos térreos, em diferentes níveis, aproveitando a declividade natural do terreno. No primeiro “andar” ficava o forno do melado e o tacho da rapadura com suas respectivas fornalhas, bem como o tabuleiro onde se fabricava o açúcar; no seguindo, a cozinha com fogão de lenha (fogão-de-rabo, feito de pedras com chapa de ferro), a mesa (com dois bancos rústicos inteiriços de madeira), o dormitório com camas chamadas “tarimbas”), que eram tábuas cobertas com colchões de palhas de milho, e mais um grande cocho (reservatório cavado em tronco de madeira para depositar a garapa (caldo de cana). Na verdade era um salão só, muito enfumaçado, pelo uso constante do fogão e das fornalhas já referidas. Subia-se por uma escada larga, de madeira, chegando-se à parte superior onde se achava o engenho propriamente dito, constante de três moendas de ferro movidas por uma junta de bois. Moer a cana era um trabalho quase exclusivo da Maria do Carmo, menina ainda, que ali passava a maior parte do dia, às vezes cantando, outras chorando. Graças a Deus, saiu-se bem dessa empreitada, quando era muito comum que pessoas menos cuidadosas tivessem mãos mutiladas naquele tipo de serviço. Esse compartimento tinha a aparência de um grande galpão, quase todo aberto, sendo fechada, de forma grosseira, apenas por um dos lados que dividia com o piso intermediário e com o quarto destinado à moradia permanente de tio Godo (Godofredo Gomes de Oliveira), que lá passou a residir como em certa ocasião, já que se conservara solteiro.
A dinâmica de funcionamento do engenho era a seguinte: a cana, de cultivo próprio ou de vizinhos, vinha em feixes amarrados com rodilhas de cipó, era amontoada e moída; a garapa passava por encanamento subterrâneo, descia para o depósito provisório (cocho), dali para o forno onde fervia por seis horas ou mais até transformar-se em melado, que era colocado em tonéis metálicos. A seguir, o produto tanto poderia ser convertido em rapadura ou açúcar, como comercializado para indústrias de balas, doces, etc. A produção era em pequena escala, pois as terras já se achavam exauridas e a força de trabalho braçal era diminuta, contando, para os serviços de roça, quase só da ação do chefe da família e dos filhos José e Alberto, que eram os mais velhos. Isso no início da década de 40, quando eu já era menino de dez anos.
Eu, em face da pouca idade, estava dispensado desse serviço, tendo a obrigação de ficar na casa grande fazendo companhia à tia Ziloca (Angelina Gomes de Oliveira), a quem devo grande parte de minha educação, pois era ela quem tomava minhas lições de casa e cuidava do comparecimento regular à escola.
Jamais poderemos esquecer de que essa pessoa foi uma segunda mãe para todos, pois, além de repartir conosco sua modesta cultura, também costurava nossas roupas, ensinava boas maneiras, e, como fervorosa praticante da religião católica, integrante do Apostolado da Oração, nos incutia o respeito a Deus, o ensino do catecismo, o preparo para a primeira Comunhão e o dever de irmos à missa todos os domingos. Isto até hoje não nos causou nenhum peso, ao contrário, tem servido de refrigério nas horas de incertezas. A bem da verdade, essa tia, que era solteirona, dispunha de mais tempo do que nossa autêntica e querida mãe sempre assoberbada pelos trabalhos normais de dona de casa, além do cansativo e penoso serviço na produção de bens que seriam transformados em dinheiro, como os derivados da cana e da mandioca.Conhecemos a citada propriedade totalmente fragmentada, repartida entre os herdeiros. Vamos comentar neste relato somente a fração herdada por Adelino, Ziloca e Godofredo, que permaneceu intacta por algum tempo, e, era explorada em comum acordo, uma vez que esses três irmãos continuaram vivendo juntos. Posteriormente, de comum acordo, a propriedade foi desmembrada para possibilitar a venda do quinhão de cada um.
Acreditamos que nosso primeiro ancestral – José Inácio de Oliveira - foi um misto de ruralista e militar, pois detinha patente de capitão da Guarda Nacional, milícia criada nos moldes de organização francesa semelhante, em 1831, em meio às agitações políticas do Período Regencial (fase pós-abdicação de D.Pedro I, que foi até 1840, ocasião em foi decretada a maioridade legal do Príncipe D.Pedro II para assumir o trono imperial brasileiro). Apenas a título ilustrativo: houve uma regência provisória (Trina) de 1831 a 1835, depois uma Regência Una, de 1835 até 1840, com Diogo Antonio Feijó, substituído por Araújo Lima. O serviço na Guarda era obrigatório para todos os homens maiores de 18 anos, com determinada renda, o que fez a milícia ser formada, basicamente, por proprietários rurais e comerciantes. Considerada tropa auxiliar do exército, teve importante papel na unidade nacional, combatendo tendências separatistas em várias províncias até meados do séc. XIX. Participou, também, da Guerra do Paraguai (1865/70). Suas patentes, especialmente a de coronel, eram muito disputadas pelo prestígio que conferiam. Com a consolidação do exército após a Guerra do Paraguai, entrou em declínio e foi extinta em 1922. Parte de seu fardamento (túnica, quepe, dragonas douradas, etc) era zelosamente guardada por tia Ziloca.
O livro de registro dos componentes regionais dessa tropa, com nomes, valores de contribuição, etc, tudo muito bem manuscrito em esmerada caligrafia, com, com muitas folhas em branco, serviu para alimentar a santa e ingênua ignorância infantil da nossa geração, que brincava, rabiscava e rasgava o que seria agora uma relíquia de inestimável valor histórico. Era um belíssimo livro, semelhante aos que se usam nos cartórios do registro de imóveis.
A espada, com lâmina e bainha brilhantes, se não me engano com inscrições em francês, ainda existe, embora com alguns estragos decorrentes do tempo.
Concomitantemente às lides rurais e militares, teria ele também exercido outro cargo público de relevância no município, ou seja, o de Delegado de Polícia Adjunto, conforme consta do ato de nomeação assinado pelo Governador do Estado, cuja cópia existe no Museu Histórico de Santo Antonio da Patrulha.
Voltando especificamente ao par original desta família, devemos informar que foi um casal compromissado com o trabalho, com a honradez e a verdade, uma mistura da energia controlada do pai com uma bondade, calma e paciência de fazer inveja, da mãe. Aquele homem grande e forte, tão exigente no trabalho e na educação dos filhos, escondia um coração mole dentro do peito, capaz de se derramar em lágrimas cada vez que um filho se afastava de casa, mesmo que fosse por curto espaço de tempo. Cometeria uma grande injustiça se deixasse de registrar o interesse que tinha pelo estudo dos filhos, colocando sempre em primeiro lugar os deveres escolares de cada um, mesmo em detrimento dos trabalhos de roça mais urgentes. Dizia sempre que a educação seria o maior patrimônio que poderia deixar como herança.
Embora fosse homem de pouquíssimas letras (assinava o nome e era eleitor), gostava de estar sempre bem informado, seja pelo que ouvia de algum vizinho mais letrado, seja pelo noticiário do Correio do Povo, que esporadicamente mandava comprar na farmácia do seu “Tetéia” após a missa de domingo, e fazia com que eu o lesse para ele escutar, especialmente os comentários referentes à Segunda Guerra Mundial, lá pelos idos de 1943/45. Rádio era um sonho impossível para nosso minguado poder aquisitivo (tratava-se de artigo de luxo, importado e caro).
Aquela moça morena, um mar de ternura e de bondade, que enfrentava qualquer trabalho, cuidava do marido, dos filhos, das lides caseiras, das hortas e dos animais em volta da casa, ainda achava tempo para fazer serões à luz de velas (candeeiro de querosene), amaciando, cortando e amarrando maços de palha de milho (para cigarros) ou confeccionando chapéus e cestas (tipo bolsas) de palhas de trigo trançadas. Os chapéus eram distribuídos para todos os da casa; as bolsas eram usadas para levar os livros e cadernos para a escola; as palhas de cigarros que ela chamava de “minhas quitandas” eram vendidas, ou quase sempre trocadas por alguma mercadoria, o que muito ajudava no orçamento doméstico. Nosso pai não fumava, não bebia, nem jogava. Se algum dos filhos ousou acender um cigarro enquanto morou sob o mesmo teto, certamente o fez às escondidas, não que houvesse uma proibição explícita, mas o respeito pelo exemplo salutar daquele modelo, sempre falou mais alto.
Houve época em que nossa casa, embora de parcos recursos, servia como ponto de referência para almoço ou pousada de bandeiras (angariadores de ofertas para festas religiosas), esmoleiros, andarilhos, etc, que lá sempre encontravam um prato de comida, e, no mínimo, uns bons pelegos para descansarem.
Acredito que a fase produtiva, economicamente viável no que restou do sítio, durou somente até por volta do ano de 1945 (final da guerra), daí começando o declínio e a debandada em busca de melhores colocações. Tio Godofredo, já adoentado, pouco fazia; o José e o Alberto, os braços fortes do grupo, partiram primeiro em busca de trabalho ocasional nas redondezas (safras de arroz, cana, etc), depois encontraram emprego fixo: José, no comércio em Santo.Antonio e Alberto na indústria, em Porto Alegre; O Oliveiros, chamado “Liveira”, passou a trabalhar num armazém na capital do Estado; A Maria foi lecionar na localidade de Sangão, quase na divisa com o município de Taquara, depois em Campestre (perto de Monjolo).
Eu, Antonio, depois de alguns biscates, fiz minha primeira investida em direção a Porto Alegre, aos 14 anos (1947), onde me coloquei numa fábrica de brinquedos (Becker, na Rua 25 de Julho) e depois num armazém (Gomes, na Vila Floresta); Passado algum tempo, retornei para a “santa terrinha” onde arranjei serviço no comércio, dali alçando vôo em 1952, para servir ao exército nacional e permanecer na capital do Estado.
Nenhum de nós, embora afastados, jamais perdeu o afeto com os pais e os irmãos menores que lá ficaram. Nos momentos de folga ou de insucessos em nossos empregos era para lá que corríamos e onde achávamos todos à nossa espera. Hoje, que sabemos bem o quanto é doloroso ter um filho longe de casa, podemos avaliar o verdadeiro sentido daquelas lágrimas do casal e a invariável expressão de nossos pais na hora da partida, quando ficavam acenando e repetindo: “ Que Deus e a Virgem Maria te acompanhem, meu filho”.
Lembro com saudade dos momentos de alegria enquanto todos os irmãos estiveram juntos: era um bando de crianças e adolescentes brincando, o José tocando violão e cantando, acompanhado pelo Alberto ao cavaquinho e o Liveira que também “arranhava” alguma coisa na gaita-de-boca. Tudo isso e a boa saúde de todos, faziam a visível alegria de nossos pais.
O primeiro grande revés que sofremos foi o acontecimento da morte prematura do Liveira, em 1950, aos 24 anos, casado há pouco tempo. Chorávamos ainda a falta lamentável desse irmão tão querido, quando perdemos nosso inesquecível pai, no ano de 1951, inesperadamente.
Foram essas as primeiras datas de profunda tristeza por que todos nós passamos. Parece que o mundo havia desabado sobre a cabeça de cada um.
Por outro lado, alguma coisa boa também já estava acontecendo: a “cegonha”, que já havia trazido um presente para a Neri, passou na casa da Jovina onde deixou a Sônia e logo sobrevoava novamente o lar do José para fazer entrega de mais um “pacotinho”: Era a Ione que chegava para fazer companhia à Cleni. Daí para cá a referida “ave”, sempre bem-vinda em nossas casas, não teve mais descanso. Vem realizando agora viagens intermunicipais e até interestaduais para levar “encomendas”.
Oliveiros possuía características fisionômicas muito semelhantes às da mãe (moreno, cabelos pretos, ondulados, com leve pinta acima do lábio superior) foi também seu principal ajudante nos serviços referentes aos cuidados com o forno do melado e o tacho da rapadura e do açúcar, enquanto morou em casa.
Nossa querida genitora conseguiu superar essa adversidade, reuniu forças e ressurgiu como uma guerreira gigante a comandar o resto da família que ainda lhe sobrou em casa (os menores, Mariana, João, Vicente e Sergio), com alguma ajuda de tia Ziloca , especialmente nos cuidados ao tio Godo em estado de invalidez.
Aquela pessoa tão doce, que não sabia elevar a voz ou queixar-se de algo, veio sofrer novas amarguras nos anos de 1969, 1992, 1993 e 1996, pelo desaparecimento de outros entes muito queridos: Alberto, filho afastado de casa há muitos anos, mas que nunca a abandonou; Lídio, mais que genro, um verdadeiro filho que sempre a acolheu em seu lar; João, aquele garotão gracioso, sempre com uma brincadeira gostosa e de bom humor; e, Vicente, o seu fiel companheiro, aquele que mais permaneceu ao seu lado e que teve a graça de herdar muitas de suas virtudes, foi um homem trabalhador, calmo e resignado, que aceitou o padecimento que o consumiu, sem nada reclamar. Que falta danada fazem eles.
A longevidade de nossa mãe, 97 anos, precisa ser agradecida a Deus que permitiu sua presença entre nós por todo esse tempo e também ao conhecimento de alguns profissionais médicos que trataram suas pequenas enfermidades, na velhice, porque antes não as conhecia. Além disso, temos o dever de registrar o nome de mais algumas pessoas e famílias muito especiais, que fizeram todo o possível para o prolongamento de sua existência, quando maiores atenções se fizeram necessárias: a primeira é uma jóia rara e preciosa que o Vicente “garimpou” ali mesmo na Aldeia Velha, que não deve ser tratada simplesmente como cunhada: obrigado minha irmã Nilda, você ultrapassou os limites de suas obrigações, tanto nos cuidados com nossa mãe como no carinho prestado ao seu marido; a segunda, nossa irmã Maria do Carmo, que juntamente com o marido Lídio, filhos e netos, concederam a ela o melhor do acolhimento e benevolência, como se fosse um segundo lar; a terceira, nossa irmã Mariana, juntamente com o marido Ivo, filhos e netos, em cuja casa, que foi seu último paradeiro, encontrou muita paz e muita tranqüilidade, e onde, no dia 08.12.97, às dez horas, cercada do respeito e da ternura de todos, serenamente, entregou sua alma ao Criador.
O gesto caridoso e carinhoso do Ivo, nessa fase terminal, extrapolou qualquer obrigação de genro e só pode ser entendido como o verdadeiro amor filial que toda mãe gostaria de receber. Obrigado meu irmão.
Nenhuma gratificação será suficientemente grande para pagar a dedicação destas pessoas, somente Deus, na sua infinita bondade, poderá recompensá-las. Neste rol estão incluídas as demais viúvas da família que também foram incansáveis no zelo com seus maridos já desaparecidos: a Jovina, a Augusta, a Ivone e a Neri.
Alguns meses após, nosso saudoso irmão mais velho, José, que também esteve presente àquele episódio amargo da queda de nossa viga mestra, foi acometido de doença que o levou a hospitalizar-se, melhorou, retomou novamente o ritmo de suas ocupações, viajou ao litoral onde tinha casa de veraneio, dirigindo automóvel, e lá, em 11.12.98, despediu-se da vida, sem dor, sem sofrimento, como convinha a um homem de sua estirpe, calmo, tranqüilo, que nunca desejou o mal a alguém.
A figueira, aquele monumento vegetal grandioso, que foi testemunha de todos os nossos bons e maus momentos, parece que teve a sensibilidade de solidarizar-se com os últimos fatos e resolveu tombar sem vida no mesmo ano de 1998, depois de cento e tantos anos de pura e agradável amizade com toda a família Oliveira.
Encerrando, queremos consignar nossa imorredoura gratidão a todos os que passaram por aqui, abriram e iluminaram os caminhos para que soubéssemos desviar das trilhas fáceis que podem levar aos vícios e à degradação humana, e, foram chamados mais cedo para uma reunião no andar de cima. Gostaríamos que tivessem ficado mais um pouco, mas certamente era muito importante e urgente o assunto a discutir no Plano Superior. Obrigado por tudo aquilo que vocês fizeram.
Descansem em paz.
Que Deus os tenha, ilumine e guarde.
-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-
Abaixo, em fotos recentes, podemos ver o local exato que serviu de berço à nossa família, desde seu primeiro ancestral conhecido, e, onde se desenrolaram os fatos desta narrativa. Poucos são os sinais que ainda existem da passagem deles por ali:



Antonio Luiz de Oliveira – mai/2010
Origem
ADELINO GOMES DE OLIVEIRA, loiro, olhos azuis, estatura alta (cerca de 1,80 m), cabelos lisos, agricultor, conhecido como “Loca Boeira”, natural da localidade de Aldeia Velha, primeiro distrito do município de Santo Antonio da Patrulha/RS.
Nasceu no dia 19 de agosto de 1.883.
Faleceu dia 10 de agosto de 1.951, com 68 anos de idade,no Hospital de Pronto Socorro Municipal de Porto Alegre,em decorrência de acidente.
Era filho de José Ignácio de Oliveira e Mariana Gomes de Oliveira, cuja família se compunha de mais oito irmãos, de nomes: Antonio (Nico), Zeferino, Godofredo (Godo), Pedro, João, Francisco, Maria Cristina e Angelina (Ziloca), todos falecidos.
ANGELINA LUIZ DE OLIVEIRA, morena, olhos castanhos, estatura baixa (cerca de 1,60 m), cabelos pretos, ondulados, conhecida como “Gila”, natural de Aldeia Velha, primeiro distrito do município de Santo Antonio da Patrulha.
Nasceu no dia 15 de julho de 1.900.
Faleceu no dia 08 de dezembro de 1.997, de causas naturais, com 97 anos de idade, na cidade de Canoas.
Era a segunda filha do casal Oliveiros Luiz dos Santos (conhecido como “Liveira Graven”) e Maria Antonia dos Santos, cuja família era composta de mais 10 irmãos: Ana, Carmosina, Juvenal (Jove), Eponina (Puna), Joaquina(Doca), José (Juca), Eva, Rosa, Maria (Bia) e Manoel. São vivas somente as irmãs Eponina e Joaquina, ambas com mais de cem anos de idade
2. O Casamento
Casaram-se no dia 05 de novembro do ano de 1.921, ele com 38 anos e ela com 21 anos de idade, união que perdurou por 30 anos, interrompida em 1.951, por morte de um dos cônjuges. Resultou uma descendência de 10 filhos, nascidos na seguinte ordem:
3. Os Filhos
01. José Luiz de Oliveira, em 01.10.1922;
02. Alberto Luiz de Oliveira, em 04.05.1925;
03. Oliveiros Luiz Gomes, em 29.12.1926;
04. Maria do Carmo Oliveira, em 21.04.1929;
05. Marieta Luiz de Oliveira, em 25.08.1932;
06. Antonio Luiz de Oliveira, em 11.07.1933;
07. Mariana Luiz de Oliveira, em 23.12.1935;
08. João Francisco de Oliveira, em 04.07.1938;
09. Vicente Luiz de Oliveira, em 21.01.1941; e,
10. Sergio Luiz de Oliveira, em 01.05.1944.
Cronologia
- DATA NASC - N O M E - PARENTESCO EM LINHA RETA
O Casal:
19.08.1883, = ADELINO, * patriarca da família.Casou em 05.11.1921. Faleceu em 10.08.1951, com 68 anos.
15.07.1900, = ANGELINA, * matriarca da família. Casou em 05.11.1921. Faleceu em 08.12.1997, com 97 anos.
Os Filhos:
01.10.1922, = JOSÉ *,filho . Casou em 07.04.1948, com Neri Ramos de Oliveira, natural de Santo Antonio/RS, filha de João Pedro Machado Ramos e Dorcina Lopes Ramos. Faleceu em 11.12.1998, com 76 anos.
04.05.1925, = ALBERTO *,filho . Casou em 17.01.1952, com Augusta dos Santos Oliveira, natural de Osório/RS, filha de Almerindo dos Santos e Dorceliria Antonia dos Santos. Faleceu em 26.02.1969, com 44 anos.
29.12.1926, = OLIVEIROS *,filho . Casou em 22.09.1949, com Jovina de Oliveira Gomes, natural de Santo Antonio/RS, filha de Emiliano Gil Portal e Felisberta Gil de Oliveira. Faleceu em 04.10.1950, com 23 anos.
21.04.1929, = MARIA DO CARMO,filha . Casou em 29.05.1954, com Lídio José Bernardes, natural de Rolante, filho de Trajano José Bernardes e Antonia Ferreira Bernardes, falecido em 31.01.1992, com 68 anos.
25.08.1932, = MARIETA *,filha . Faleceu em 18.09.1932, com 23 dias.
11.07.1933, = ANTONIO,filho . Casou em 23.03.1957, com Gladys Scaranto de Oliveira, natural de Barra do Ribeiro/RS, filha de Francisco Scaranto e Carmelina Signori Scaranto, falecida em 31.01.2014, com 78 anos.
23.12.1935, = MARIANA,filha . Casou em 16.08.1958, com Ivo Lopes de Campos, natural de Santo Ângelo/RS, filho de João Lopes de Campos e Elisa de Souza Campos.
04.07.1938, = JOÃO FRANCISCO *,filho . Casou em 22.03.1969, com Ivone Grassmann de Oliveira, natural de Santo Antonio/RS, filha de Anibal Grassmann e Francisca Monteiro Grassmann.
21.01.1941, VICENTE *,filho . Casou em 22.11.1969, com Nilda dos Santos Oliveira, natural de Santo Antonio/RS, filha de Adão Gomes de Carvalho e Maria Rosa dos Santos. Faleceu em 30.09.1993, com 52 anos.
01.05.1944, = SÉRGIO,filho . Casou em 14.07.1973, com Carmen Glória Barbieri deOliveira, natural de Gaurama/RS, filha de Luiz Barbieri e Adelaide Mezzomo Barbieri.
Os Netos, Bisnetos, Trinetos...
08.03.1949, = CLENI, neta, filha de José.
23.11.1950, = SÔNIA MARIA,filha de Oliveiros.
19.11.1951, = IONE(*), filha de José.Falecida em 26.11,2016
10.02.1955, = ANA MARIA (*),neta , filha de Alberto. Falecida em 21.09.2017
12.03.1955, = FÁTIMA TEREZINHA,neta , filha de Maria do Carmo.
15.03.1957, = JOSÉ LUIZ , neto , filho de Maria do Carmo.
29.12.1957, = SÍLVIA MARIA,neta , filha de Antonio.
25.03.1958, = FÁTIMA LÚCIA , neta, filha de Alberto.
25.04.1958, = JOÃO INÁCIO,neto , filho de Maria do Carmo.
09.07.1958, =JOSÉ GILBERTO *, neto, filho José.Fal . em 09.07.1958
02.01.1959, = LUIZ ANTONIO , neto , filho de Antonio.
04.09.1959, = MARIA BERNADETE , neta , filha de Maria do Carmo.
08.09.1959, = LIANI , neta, filha de Mariana.
13.05.1961, = ISABEL CRISTINA , neta , filha de José
30.07.1961, = ELAINE,neta , filha de Mariana.
31.05.1961, = ANTONIO PAULO,neto , filho de Maria do Carmo.
10.02.1963, = GILMAR (Jairo), neto, filho de Mariana.
13.08.1963, = MÁRCIA, neta, filha de Antonio.
05.09.1963, = MARA REGINA,neta , filha de Maria do Carmo.
03.10.1964, = GILSON, neto, filho de Mariana.
01.04.1965, = LUÍS FERNANDO,neto , filho de José.
17.06.1968, = GELSON , neto, filho de Mariana.
23.06.1969, = LEILA , neta , filha de João Francisco.
21.02.1970, = ANGELITA, neta, filha de Mariana.
11.08.1970, = ALBERTO,neto , filho de João Francisco.
10.10.1970, = SÉRGIO LUIZ, neto, filho de Vicente.
06.07.1972, = ADRIANA,bisneta , filha da neta Ione.
01.09.1972, = ÂNGELA CRISTINA, bisneta, filha da neta Cleni.
15.01.1973, = MARIA ANGELINA,neta , filha de Vicente.
12.03.1975, = ALEXANDRE, neto, filho de Sergio.
06.10.1975, = LUIZ HENRIQUE, bisneto, filho da neta Cleni.
18.02.1977, = LUCILÉA, neta, filha de João Francisco.
23.11.1977, = ALINE, bisneta, filha da neta Liani.
15.01.1978, = ARTÊNIO, neto, filho de João Francisco.
07.03.1978, = ALINE, bisneta, filha da neta Ione.
18.04.1979, = SAMANTA, bisneta, filha da neta Liani.
24.09.1979, = RONALDO, neto, filho de Vicente.
14.02.1981, = GABRIELA, bisneta, filha da neta Fátima Terezinha.
16.08.1981, = EDUARDO, bisneto, filho da neta Fátima Lúcia.
01.03.1982, = VINÍCIUS *, bisneto, filho da neta Cleni.Fal . 07.03.1982.
09.07.1982, = LUCIANO, bisneto, filho do neto José Luiz.
01.04.1983, = CAROLINA,bisneta , filha da neta Elaine.
14.06.1983, = LILIAM, neta, filha de João Francisco.
24.09.1983, = FELÍCIA,bisneta , filha da neta Silvia Maria.
24.01.1985, = FELIPE,bisneto , filho da neta Ana Maria.
16.07.1985, = RAFAEL,bisneto , filho do neto José Luiz.
02.08.1985, = AMARO,bisneto , filho da neta Silvia Maria.
29.10.1986, = CLARISSA, bisneta, filha do neto José Luiz
20.04.1987, = FELIPE, bisneto, filho da neta Liani.
28.10.1987, = VERIATO, bisneto, filho da neta Fátima Terezinha.
28.11.1987, = JAIRO( Jairinho), bisneto , filho do neto Gilmar( Jairo)
02.07.1990, = LARISSA, bisneta, filha do neto João Inácio.
29.06.1993, = HENRIQUE, bisneto , filho do neto João Inácio.
05.11.1993, = GUILHERME, bisneto, flho da neta Mara Regina.
11.10.1994, = LAISSON, bisneto, filho da neta Leila.
08.05.1995, = AUGUSTO,bisneto , filho do neto Luiz Fernando.
06.07.1995, = EDUARDO,trineto , filho da bisneta Adriana.
22.11.1995, = LUAN, bisneto, filho da neta Leila.
22.11.1995, = LORRAN, bisneto, filho da neta Leila.
09.03.1996, = RICARDO,bisneto , filho da neta Angelita.
13.03.1996, = LOURENÇO,bisneto , filho da neta Silvia Maria.
03.06.1996, = LAÍS, bisneta, filha da neta Fátima Lúcia.
24.01.1997, = VINÍCIUS,bisneto , filho do neto Gelson.
18.04.1997, = TAÍS,bisneta , filha do neto Luiz Fernando.
12.05.1997, = MURILO, bisneto, filho da neta Maria Bernadete.
29.08.1997, = ANDERSON,bisneto , filho do neto Gilmar (Jairo).
14.09.1997, = LIDIANE,bisneta , filha do neto Antonio Paulo.
28.02.1998, = CONSTÂNCIA,bisneta , filha da neta Silvia Maria.
04.08.1998, = GABRIELA, trineta, filha da bisneta Aline (Liani).
16.09.1998, = LÚCIA,bisneta , filha do neto Luiz Antonio.
14.12.1998, = DOUGLAS,bisneto , filho do neto Gilson.
24.12.1998, = VINICIUS, trineto, filho do neto Luiz Henrique.
02.02.1999, = PEDRO,bisneto , filho do neto Gelson.
11.11.1999, = MARÍLIA, bisneta, filha da neta Márcia.
21.11.1999, = CARLA,bisneta , filha do neto Antonio Paulo.
17.02.2000, = JÚLIA, trineta, filha da bisneta Aline (Liani).
23.03.2000, = ANA PAULA , bisneta , filha do neto Artêmio.
29.04.2000, = LUISA, bisneta, filha da neta Elaine.
21.10.2000, = JOSÉ HENRIQUE, Trineto, filho bisneta Ângela Cristina.
28.07.2003, = AUGUSTO,bisneto , filho do neto Luiz Antonio.
19.08.2003 = CLARISSA, bisneta, filha da neta Márcia.
29.12.2004, = LEONARDO,bisneto , filho do neto Gilson
12.10.2005, = JOÃO PEDRO, bisneto, filho do neto Artênio
02.11.2005, = GABRIEL,trineto , filho do bisneto Eduardo (Fát. Lúcia)
26.03.2007, = ANTONIO,trineto , filho da bisneta Aline (Liani)
26.06.2008, = JÚLIA,bisneta , filha da neta Maria Angelina
08.02.2010, = ROBERTA, bisneta, filha da neta Luciléa
01.06.2010, = SOFIA,trineta , filha da bisneta Aline (Liani)
02.02.2011, = GIOVANNA, trineta, filha da bisneta Samanta
02.02.2011, = JOÃO VICENTE,bisneto , filho do neto Alexandre
03.03.2011, = CECÍLIA,trineta , filha do bisneto Felipe (Liani)
30.04.2011, = LUCAS,bisneto , filho da neta Maria Angelina
09.11.2012, = JÚLIA,bisneta , filha do neto Artênio
16.11.2012 = FRANCISCO,trineto , filho do bisneto Amaro.
08.12.2012 = MARIANA,trineta , filha da bisneta Aline (Ione)
27.12.2012 = ANTONELLA, trineta, filha do bisnet Jairinho (Jairo/Gilmar)
27.07.2013 = GAEL,trineto , filho da bisneta Carolina.
13.11.2013 = ARTHUR,bisneto , filho do neto Gelson.
02.12.2013 = RAFAEL VICENTE,bisneto , filho do neto Serginho.
13.09.2015 = OLIVER,trineto , filho da bisneta Carolina.
24.06.2016 = MOISÉS, trineto,filho da bisneta Aline (Ione)
19.12.2016 = HELENA MARIA, bisneta, filha do neto Alexandre
30.09.2017 = MURILO, trineto, filho do bisneto Felipe, neto de Liani
02.04.2018 = CARLA, trineta, filha do bisneto Anderson, neto de Jairo
31.05.2018 = MARIA CLARA, tataraneta, filha da Gabriela, neta da Aline, bisneta da Liani
TOTAL : Casal +10filhos + 32 netos + 54 bisnetos + 18 trinetos + 01 tataraneto = 117 parentes em linha direta ( 115 descendentes diretos do casal Adelino Gomes de Oliveira e Angelina Luiz de Oliveira).
OBS: qualquer incorreção porventura existente na presente relação poderá ser comunicada para Antonio Luiz de Oliveira, pessoalmente, por telefone ou por e-mail, para a necessária retificação.
Relação atualizada em 31.06.2018
•Falecidos
O Casal:
19.08.1883, = ADELINO, * patriarca da família.
15.07.1900, = ANGELINA
01.10.1922, = JOSÉ *,
04.05.1925, = ALBERTO *,
29.12.1926, = OLIVEIROS *,
21.04.1929, = MARIA DO CARMO,
25.08.1932, = MARIETA *,
11.07.1933, = ANTONIO,
23.12.1935, = MARIANA,
04.07.1938, = JOÃO FRANCISCO *,
21.01.1941, VICENTE *,
01.05.1944, = SÉRGIO,
Os Netos, Bisnetos, Trinetos...
08.03.1949, = CLENI, neta, filha de José.
23.11.1950, = SÔNIA MARIA,
19.11.1951, = IONE(*), filha de José.
10.02.1955, = ANA MARIA (*),
12.03.1955, = FÁTIMA TEREZINHA,
15.03.1957, = JOSÉ LUIZ
29.12.1957, = SÍLVIA MARIA,
25.03.1958, = FÁTIMA LÚCIA , neta, filha de Alberto.
25.04.1958, = JOÃO INÁCIO,
09.07.1958, =JOSÉ GILBERTO *, neto, filho José.
02.01.1959, = LUIZ ANTONIO
04.09.1959, = MARIA BERNADETE
08.09.1959, = LIANI , neta, filha de Mariana.
13.05.1961, = ISABEL CRISTINA
30.07.1961, = ELAINE,
31.05.1961, = ANTONIO PAULO,
10.02.1963, = GILMAR (Jairo), neto, filho de Mariana.
13.08.1963, = MÁRCIA, neta, filha de Antonio.
05.09.1963, = MARA REGINA,
03.10.1964, = GILSON, neto, filho de Mariana.
01.04.1965, = LUÍS FERNANDO,
17.06.1968, = GELSON , neto, filho de Mariana.
23.06.1969, = LEILA
21.02.1970, = ANGELITA, neta, filha de Mariana.
11.08.1970, = ALBERTO,
10.10.1970, = SÉRGIO LUIZ, neto, filho de Vicente.
06.07.1972, = ADRIANA,
01.09.1972, = ÂNGELA CRISTINA, bisneta, filha da neta Cleni.
15.01.1973, = MARIA ANGELINA,
12.03.1975, = ALEXANDRE, neto, filho de Sergio.
06.10.1975, = LUIZ HENRIQUE, bisneto, filho da neta Cleni.
18.02.1977, = LUCILÉA, neta, filha de João Francisco.
23.11.1977, = ALINE, bisneta, filha da neta Liani.
15.01.1978, = ARTÊNIO, neto, filho de João Francisco.
07.03.1978, = ALINE, bisneta, filha da neta Ione.
18.04.1979, = SAMANTA, bisneta, filha da neta Liani.
24.09.1979, = RONALDO, neto, filho de Vicente.
14.02.1981, = GABRIELA, bisneta, filha da neta Fátima Terezinha.
16.08.1981, = EDUARDO, bisneto, filho da neta Fátima Lúcia.
01.03.1982, = VINÍCIUS *, bisneto, filho da neta Cleni.
09.07.1982, = LUCIANO, bisneto, filho do neto José Luiz.
01.04.1983, = CAROLINA,
14.06.1983, = LILIAM, neta, filha de João Francisco.
24.09.1983, = FELÍCIA,
24.01.1985, = FELIPE,
16.07.1985, = RAFAEL,
02.08.1985, = AMARO,
29.10.1986, = CLARISSA, bisneta, filha do neto José Luiz
20.04.1987, = FELIPE, bisneto, filho da neta Liani.
28.10.1987, = VERIATO, bisneto, filho da neta Fátima Terezinha.
28.11.1987, = JAIRO
02.07.1990, = LARISSA, bisneta, filha do neto João Inácio.
29.06.1993, = HENRIQUE, bisneto , filho do neto João Inácio.
05.11.1993, = GUILHERME, bisneto, flho da neta Mara Regina.
11.10.1994, = LAISSON, bisneto, filho da neta Leila.
08.05.1995, = AUGUSTO,
06.07.1995, = EDUARDO,
22.11.1995, = LUAN, bisneto, filho da neta Leila.
22.11.1995, = LORRAN, bisneto, filho da neta Leila.
09.03.1996, = RICARDO,
13.03.1996, = LOURENÇO,
03.06.1996, = LAÍS, bisneta, filha da neta Fátima Lúcia.
24.01.1997, = VINÍCIUS,
18.04.1997, = TAÍS,
12.05.1997, = MURILO, bisneto, filho da neta Maria Bernadete.
29.08.1997, = ANDERSON,
14.09.1997, = LIDIANE,
28.02.1998, = CONSTÂNCIA,
04.08.1998, = GABRIELA, trineta, filha da bisneta Aline (Liani).
16.09.1998, = LÚCIA,
14.12.1998, = DOUGLAS,
24.12.1998, = VINICIUS, trineto, filho do neto Luiz Henrique.
02.02.1999, = PEDRO,
11.11.1999, = MARÍLIA, bisneta, filha da neta Márcia.
21.11.1999, = CARLA,
17.02.2000, = JÚLIA, trineta, filha da bisneta Aline (Liani).
23.03.2000, = ANA PAULA
29.04.2000, = LUISA, bisneta, filha da neta Elaine.
21.10.2000, = JOSÉ HENRIQUE, Trineto, filho bisneta Ângela Cristina.
28.07.2003, = AUGUSTO,
19.08.2003 = CLARISSA, bisneta, filha da neta Márcia.
29.12.2004, = LEONARDO,
12.10.2005, = JOÃO PEDRO, bisneto, filho do neto Artênio
02.11.2005, = GABRIEL,
26.03.2007, = ANTONIO,
26.06.2008, = JÚLIA,
08.02.2010, = ROBERTA, bisneta, filha da neta Luciléa
01.06.2010, = SOFIA,
02.02.2011, = GIOVANNA, trineta, filha da bisneta Samanta
02.02.2011, = JOÃO VICENTE,
03.03.2011, = CECÍLIA,
30.04.2011, = LUCAS,
09.11.2012, = JÚLIA,
16.11.2012 = FRANCISCO,
08.12.2012 = MARIANA,
27.12.2012 = ANTONELLA, trineta, filha do bisnet Jairinho (Jairo/Gilmar)
27.07.2013 = GAEL,
13.11.2013 = ARTHUR,
02.12.2013 = RAFAEL VICENTE,
13.09.2015 = OLIVER,
24.06.2016 = MOISÉS, trineto,
19.12.2016 = HELENA MARIA, bisneta, filha do neto Alexandre
30.09.2017 = MURILO, trineto, filho do bisneto Felipe, neto de Liani
02.04.2018 = CARLA, trineta, filha do bisneto Anderson, neto de Jairo
31.05.2018 = MARIA CLARA, tataraneta, filha da Gabriela, neta da Aline, bisneta da Liani
TOTAL : Casal +10
OBS: qualquer incorreção porventura existente na presente relação poderá ser comunicada para Antonio Luiz de Oliveira, pessoalmente, por telefone ou por e-mail, para a necessária retificação.
Relação atualizada em 31.06.2018
•
Assinar:
Comentários (Atom)


