quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Cinquentenário

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Sou índio velho dos pampas
Descendente dos charruas
E já vivo há muitas luas
Neste pedaço de chão
Onde tenho meu galpão
De portas escancaradas
Pois, não precisa tramela
Pra conter uma donzela
Que ali fez sua morada.

Tem gente que até duvida
Mas é real de verdade
Seu nome é Felicidade
Lindaça, alegre e faceira
Uma prenda de primeira
Que chegou de mala e cuia
Se esparramou nos pelegos
E com a força dos chamegos
O azar foi pras cucuias.

Com ela qualquer vivente
Leva a vida numa boa
Canta, dança, ri à-toa
Saltita, até sapateia
E, ninguém faz cara-feia
Na hora da tempestade
Pois, qualquer rancho singelo
Vira palácio, ou castelo
Com amor e boa vontade.


O tempo, velho matreiro
Sempre com pressa demais
Transforma os filhos em pais
Juntando a outras famílias
Pra lhes dar filhos e filhas
Numa seqüência completa
Pois são os netos e netas
Que completam esse tesouro
Com que o nosso Grande Juiz
Presenteia o casal feliz
Que chega às Bodas de Ouro.


A. L. Oliveira/mar/2007
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sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Apresentação da Clarissa


Colocamos abaixo o link pelo qual poderá ser acessada a página do Youtube onde foram publicados alguns números do espetáculo de patinação que reuniu alunos do Colégio Americano e do Colégio Pastor Dohms de Porto Alegre, na noite de 20 de novembro corrente mês. O evento aconteceu no ginásio de esportes do Colégio Americano. Trata-se do show de final de ano do curso de patinação dos citados estabelecimentos de ensino. Espetáculo técnico e artístico de alto nível.
Parabéns aos seus professores e alunos.
As imagens desse vídeo são de uma das participações do grupo de alunas do primeiro ano do Colégio Pastor Dohms - Unidade Lindóia,coordenado pela Profa. Nelise Tavares, do qual faz parte a Clarissa (menorzinha da turma).


quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Maria Angelina, Parabéns

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Dois amigos de infância da Velha Terra dos Sonhos
Por acaso, dois Antonios, reunidos neste evento
O primeiro, do Nascimento, e, o segundo de Oliveira
Ambos, de uma só maneira, saúdam com as famílias
Essa muito amada filha, bem há pouco uma menina
Nossa Maria Angelina, hoje, uma jovem senhora
A qual nos merece agora, se tire a ela o chapéu
Pela conquista de um troféu, verdadeiro e merecido
Realmente conseguido, com carinho e dignidade
Muito estudo e dificuldade, por todos nós conhecido.

Estendemos nosso abraço ao seu marido também
Com sinceros parabéns pelo grau de compreensão
Pelo empenho, a dedicação, e a dose de sacrifício
Pois além do próprio ofício, achou tempo, teve calma
Ao doar de corpo e alma todo apoio às atividades
Que uma aluna de Faculdade precisa desempenhar
Pra atingir o patamar de onde enxerga o horizonte
Vislumbrando ali a fonte que alimenta seus sonhos
De chegar o dia risonho, em que o ato da formatura
Apaga qualquer agrura e algum momento enfadonho.

A estrela que mais brilha, de direito, é da formanda
Conforme requer e manda o rigor deste momento
Por isso, os cumprimentos, a quem é merecedora
Nossa nova professora, diplomada e juramentada
Que completa essa jornada e ergue o marco inicial
Da carreira profissional que surgirá pela frente;
Pois, que Deus Onipotente, que desenhou o projeto,
Afaste do seu trajeto qualquer estorvo que surja
Aos olhos dessa “coruja”*, que representa o trabalho
O saber e os atalhos, para o sucesso completo.

O mensageiro dos ventos sussurra haver no espaço
Vários sinais de abraços, muito claros, evidentes;
São aplausos do Vicente, com saudade, amor e fé;
Outros são do Tio José; e, também, do Vovô Adão
Do Tio Lídio, do Tio João, bem calorosos, por certo;
Vários são do Tio Alberto, já quase ao final da fila
Conduzindo Vovó Gila, que traz na mão uma rosa
Toda branca, perfumosa, uma flor recém colhida
Destinada à neta querida, numa espécie de poesia
Que somente ela fazia, enquanto durou na vida.

* - Símbolo dos Cursos de Pedagogia/Filosofia

22.12.2007- Beijos do tio Antonio e da tia Gladys,
pela formatura no Curso de Letras da FACOS.
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sábado, 16 de outubro de 2010

Nota de Falecimento

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Noticiamos com profundo pesar o falecimento da nossa querida tia Joaquina, uma das duas últimas irmãs da nossa amada genitora, restando viva de agora em diante, somente a Tia Eponina, que também já ultrapassou um século de vida há muito tempo. O passamento de Tia Joaquina ocorreu em 25 de setembro de 2010, poucos dias antes de completar 104 anos de idade, quando a família já se preparava para comemorar seu aniversário natalício que deveria acontecer no dia 4 deste mês de outubro. Na foto abaixo, colhida em 04 de julho último, aparece ela, a matriarca da família, tendo ao colo um de seus descendentes mais novos:



Havíamos perdido há pouco, também com avançada idade (93 anos), nosso querido Tio Manoel, outra pessoa muito estimada que, juntamente com Tia Joaquina, foi venerada por todos nós, especialmente pelo carinho que deles recebemos. Tio Manoel, exemplo de trabalho e dignidade nas lides da agricultura, atividade principal com que manteve a casa e criou os filhos, reservava sempre algum tempo para elaboração de objetos de carpintaria, artesanatos, etc., além de poeta nato, fazendo versos como ninguém e cantando acompanhado de seu inseparável violão, para alegria de todos, tendo sido, inclusive, um dos mais conhecidos “mestres puxadores” dos antigos e tradicionais Ternos de Reis, cantiga regional de origem portuguesa, muito apreciada em grande parte do litoral rio-grandense. Foi esse tio quem ensinou as primeiras notas musicais aos meus irmãos mais velhos,os quais chegaram a fazer parte dos grupos encarregados das referidas “cantorias “ nas festas de fim de ano.
Na foto a seguir, de 23.07.2004, vemos a Tia Joaquina (casaco cinza), Tia Eponina (casaco azul) e Tio Manoel (blusão preto), em festa da Família Oliveira, realizada no salão de Barro Vermelho, em Santo Antonio da Patrulha:



A extinta era viúva de Antonio Machado, com quem teve oito (8) filhos, que lhes deram 33 netos, 43 bisnetos e quatro (4) trinetos, totalizando uma prole linda e saudável de 88 descendentes, sem contar os que se originaram de mais quatro sobrinhos criados sob sua supervisão, como se fossem filhos verdadeiros.
Pelos percalços e dissabores que enfrentou durante grande parte de sua existência, tivemos na Tia Joaquina um modelo de altruísmo e resignação diante de fatos adversos, demonstrando uma extraordinária e exemplar capacidade de perdoar e distribuir seu amor de forma equânime, sem rancores ou maldades. Superou inclusive a trágica perda de um filho e de um neto muito chegados ao seu coração de mãe e avó, e, mais recentemente, assistiu a morte repentina de uma filha e de um genro, igualmente muito amados.
Embora tivesse a saúde um tanto delicada para carregar o peso de sua idade, manteve-se lúcida e tranqüila até os últimos dias de vivência, em plena capacidade de determinar-se, cercada pelo carinho e dedicação de todos os familiares, como merecia.
Sua longevidade se deve não só à graça de Deus, como também aos cuidados afetuosos que sempre recebeu dos filhos, especialmente da Suely e família, com quem vivia há vários anos.
O cortejo fúnebre se deu com grande acompanhamento, saindo o féretro da Capela Bom Jesus na cidade baixa, precedido por um piquete de cavalarianos comandado pelo filho mais velho – o tradicionalista João Machado -, percorrendo o trajeto de mais de dois quilômetros, até o Cemitério Municipal de Santo Antonio da Patrulha.
Minhas homenagens a essas estrelas brilhantes que povoaram o pequeno mundo da minha infância, quando circunscrito somente aos pilares da família, e, continuaram iluminando os caminhos para que mais tarde fosse encontrado um universo maior. Obrigado por vossas presenças entre nós.
Descansem em paz, meus inesquecíveis tios. Que Deus os tenha.
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terça-feira, 28 de setembro de 2010

Formatura do Veriato

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Registramos aqui com imensa satisfação a solenidade de colação de grau da mais nova turma de bacharéis em Ciências Jurídicas e Sociais, formada pela Universidade Luterana do Brasil, ULBRA/Campus Gravataí, Turma 2010/1. A cerimônia de formatura foi realizada em 17 de setembro do corrente ano, tendo por local o Centro de Eventos da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul – FIERGS, em Porto Alegre, com sua grandiosa sala de teatro completamente lotada por familiares e convidados.
Entre os diplomados estava nosso querido sobrinho Veriato Vargas de Oliveira Neto, que é filho de Fátima Terezinha Bernardes de Oliveira e de João Cláudio de Oliveira, e neto da nossa querida irmã Maria do Carmo Bernardes e do saudoso cunhado Lídio José Bernardes.
O jovem Dr. Veriato já vem atuando com sucesso no próspero escritório de advocacia do pai – Dr. João Cláudio de Oliveira, ao lado da irmã, também jovem advogada – Dra. Gabriela Bernardes de Oliveira, compondo assim uma equipe de competentes e qualificados profissionais da área do Direito, a serviço da população gravataiense.
Em nome dos remanescentes da primeira geração dos Oliveiras, e na certeza de que o faço em nome de todos os familiares, quero parabenizar o Dr. Veriato por sua brilhante conquista, rogando ao Grande Arquiteto do Universo que o ilumine e proteja em toda sua trajetória, na caminhada que passa a empreender, agora oficialmente, pelos caminhos do mundo jurídico. Sucesso, meu caro Veriato.
O ato solene foi encerrado com o oferecimento de uma rosa pelos formandos, em sinal de reconhecimento ao apoio que receberam dos familiares, pais, esposas, namoradas, etc. durante o curso universitário, ao som da música “Como é Grande Meu Amor Por Você”, de Roberto Carlos, em solo de violino, magnificamente executado ao vivo.
Posteriormente, nós, familiares e convidados do Veriato, confraternizamos juntamente com ele num restaurante da cidade de Gravataí.
Para visualizar algumas fotos do evento, basta clicar nesta que aparece abaixo:



Acessem também o blog: http://www.py3antonioluiz.blogspot.com
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segunda-feira, 13 de setembro de 2010

VI Encontro

O VI Encontro da Família Oliveira, foi realizado em 22.07.2007, na sede da Associação Atlética do Banco do Brasil, localizada na Cidade Baixa (Pitangueiras), em Santo Antonio da Patrulha, tendo como organizadores os estimados sobrinhos Leila, Liliam, Luciléa, Beto, Reinaldo e Edmilson, descendentes do nosso saudoso irmão João Francisco e da esposa Ivone Grassmann de Oliveira.
O lema utilizado por eles foi um pensamento de Santo Agostinho, muito apropriado ao evento: “O tempo presente é o único no qual podemos reparar o passado e construir o futuro”.
A festa constou de um excelente almoço preparado e servido pelo economato da sociedade, seguido do tradicional e variado “buffet” de sobremesa a cargo das competentes doceiras da família, além de muita conversa, música, chimarrão, beijos e abraços para matar a saudade.
Conforme assinaturas no livro de presenças, participaram oitenta (80) pessoas, entre descendentes e agregados da família. Obrigado a todos.
Após a costumeira solenidade religiosa de abertura do encontro, dessa vez conduzida pelo então seminarista, hoje Padre Eder Matos dos Santos, fizemos a modesta saudação que transcrevemos abaixo:

VI Encontro da Família Oliveira

Vai meu aperto de mão
Aos pais, aos filhos e irmãos
Reunidos neste espaço
E, também, um forte abraço
Aos que acompanham vocês
Neste encontro número seis
Feito hoje, em Pitangueiras
Dedicando o mesmo afeto
Às noras, genros e netos
Da Família Oliveira.

Resulta de cada encontro
Aquele sorriso pronto
Que mexe em recordações
Trazendo à baila emoções
Às vezes, quase apagadas
Mas, ainda, quando lembradas
Têm gostinho de saudade
Pois o tempo, com vantagem
Transforma qualquer bobagem
Em riso e felicidade.

Este ano, conto outra vez
A idade é oitenta e seis
Que já tem esta família
Desde que fez a cartilha
Da qual somos seguidores
Sabendo que os escritores
Rezavam sempre por ela:
Diz que a honra vale ouro
E, se guarda como tesouro
Com a maior das cautelas.

Este sim, o mandamento
Que orienta o procedimento
A ser seguido por nós
Pois, nossos pais e avós
Incansáveis trabalhadores
Sempre teceram louvores
À honra e à honestidade
Caminhando, eles, também
Na larga trilha do Bem
Que prima pela Verdade.


A.L.Oliveira/22.jul.2007


Vejam algumas fotos colhidas na ocasião. Para vizualizar todo o álbum basta clicar na foto que aparece abaixo:

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

V Encontro

O quinto Encontro da Família Oliveira foi realizado no dia 23 de julho de 2005, na sede do Sítio de Eventos Lazer Boeira, na localidade de Morro Grande, distrito do município de Santo Antonio da Patrulha. Os organizadores, estimados sobrinhos Serginho, Ronaldo, Maria Angelina e Carlos foram incansáveis na preparação da festa, promovendo, inclusive, a encenação de uma peça teatral de fundo religioso e de exaltação da sociedade familiar, própria para a ocasião, a cargo da Maria Angelina, Dayane, Leila e Laisson, que a interpretaram com perfeição. Parabéns aos jovens atores.
O acontecimento foi abrilhantado pela presença encantadora, pela voz e pelo inseparável violão da nossa saudosa amiga - Irmã Paulina, que meses após deixava nosso convívio, partindo inesperadamente para outra dimensão. Que a querida Paulina, que continuará viva em nossas recordações, receba nossas preces para que tenha as graças que merece em seu eterno descanso junto ao Criador.
O Livro de Presenças registrou as assinaturas de 81 participantes.

Abaixo, a saudação aos presentes:

QUINTO ENCONTRO DA
FAMÍLIA OLIVEIRA – 23.07.2006

Bom dia, sejam bem-vindos
Meus sobrinhos e irmãos
A esta quinta edição
Do encontro de parentes
Feito aqui, anualmente
Sem luxo, na brincadeira
Demonstrando a simplicidade
Que marca a fraternidade
Da Família Oliveira.

Recebam meus cumprimentos
E o mais carinhoso abraço
Nos versos que agora faço
A todos os convidados
Às cunhadas, aos cunhados
Que trouxeram sangue novo
Muito carinho e talento
Em prol do engrandecimento
Do nosso querido “ povo”.

São oitenta e cinco anos
De crescimento constante
Sendo uma prova importante
Na soma que não se inventa
Pois já passa de noventa
Inscrita em nossa cartilha
Pra confirmar o destino
Que Angelina e Adelino
Sonhavam para a família.

Rendo minhas homenagens
Ao mencionar a saudade
Daqueles que a eternidade
Os chamou cedo demais
Nossos irmãos, nossos pais
Nesta pequena oração:
Que o Bom Deus Onipotente
Dê a vocês, minha gente
Seu amparo e proteção.

A lembrança desses nomes
Se faz com muito respeito
Sentindo saltar no peito
Pela força fraternal
Toda a carga emocional
Que levamos no coração:
Pois, embora eles ausentes
Cá estão seus descendentes
Em perfeita comunhão.

O tempo, um grande remédio
Que não cura, mas ameniza
Quando aos poucos sinaliza
Mostrando a nova beleza
Com que a própria natureza
Faz renovar esperanças
Na medida em que reflete
A alegria que se repete
No sorriso das crianças.

Se acaso quiserem os jovens
Manter viva essa união
Aproveitem, dêem as mãos
Abracem os primos e primas
Conservem sempre a estima
Guardem os traços, os valores
Pois, somente preservados
Levarão nosso passado
Aos futuros sucessores.

Ao encerrar esta prosa
Já, por demais, alongada
Quero, antes, de mais nada
Dizer aos nossos festeiros
Empenhados, por inteiro
Quase de corpo e de alma
Pra cumprirem o compromisso:
Vocês fizeram um serviço
Que merece nossas palmas.


A.L.Oliveira/jul/2006


FOTOS
Algumas fotos obtidas no local. Para visulizar todas elas basta clicar nesta que aparece logo abaixo:

2006-07-jul-Festa dos Primos

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

IV Encontro

O IV Encontro da Família Oliveira foi realizado em 17 de julho de 2005, no salão paroquial da localidade de Esquina dos Morros, em Santo Antonio da Patrulha, tendo como organizadores os amados sobrinhos Henrique, Cleni e Isabel Cristina. Foi uma festividade muito bonita, inclusive, com a cerimônia de abertura feita na própria capela da comunidade.
Ao meio dia foi serviço o almoço com churrasco preparado no local, acompanhado daquela tradicional sobremesa “pra ninguém botar defeito”. Houve “contação” de histórias para a piazada, por conta da nossa querida Felícia, acontecendo, também um passeio pelas terras e açudes do Henrique, à medida que o tempo chuvoso permitiu. A festa, a que compareceram 89 familiares, culminou com a degustação de um gostoso café da tarde servido pelos anfitriões.

Na solenidade de abertura foi apresentada a saudação abaixo:

Meus queridos familiares:
Estamos reunidos, pela quarta vez, nesta fase posterior aos festejos de aniversário da grande matriarca, que, por tantos anos foi a estrela guia que nos direcionou para uma reunião anual, na Aldeia Velha, sendo ela o principal ponto de referência. Tínhamos, também, na época, a presença e a ajuda inestimável de outros três saudosos colaboradores que abrilhantavam sempre aqueles momentos com a demonstração de seus dotes artísticos. Um deles, o mais velho dos filhos, já com seus cabelos brancos, encantava a todos, cantando e se acompanhando ao violão. Outros dois, mais novos, juntamente com um neto (nosso querido sobrinho Serginho, que está aqui presente) formavam um pequeno conjunto musical, tocando e cantando para alegria da aniversariante e dos convidados. Hoje, perguntamos, onde andará aquela rapaziada guapa, que deixou tantas saudades? Se, por algum meio, tiverem notícia dessas nossas reuniões, saibam que suas vozes e alguns trechos de suas melodias ainda ecoam em nossos ouvidos, principalmente quando paramos um pouquinho para um momento de reflexão sobre a nossa própria existência.
Essas pequenas festividades que se realizavam anualmente, talvez preenchessem um pouco do vazio que por certo existia no coração da nossa inesquecível aniversariante de 15 de julho, marcado pelo desaparecimento repentino em décadas anteriores (1950, 1951, 1969), de seu parceiro e mais dois filhos muito amados que resolveram também, muito cedo, embarcarem nessa implacável carruagem que dia e noite transporta passageiros para além do horizonte, numa via de mão única, de onde alguém só consegue voltar nas asas de nossos pensamentos.
Resta, agora, tão somente cuidarmos para que se mantenha acesa essa chama que ainda conserva agrupados os membros remanescentes desta grande família, chama esta que poderá ter o nome que se queira dar: afeição, amor, amizade, simpatia, dever filial, dever maternal, etc., etc., e que possamos substituir, na medida do possível, um pouco do carisma pessoal daqueles nossos queridos companheiros, que sabiam cantar, que sabiam sorrir, sabiam contar uma anedota na hora certa, e, além do mais, demonstravam alguma intimidade com instrumentos musicais, o que por si só, já revela o grau da sensibilidade de cada um.
Deixando de lado as reminiscências dos antigos eventos e consignando nossa homenagem e nosso preito de saudade e gratidão a todos aqueles que desapareceram fisicamente de nosso meio, mas que continuam vivos em nossas recordações, passaremos a nos ocupar um pouco da vida e da obra de nosso primeiro ancestral, que desembarcou nestas paragens no dia 19 de agosto de 1883, portanto, há 122 anos. Na verdade, não tivesse existido esse patrulhense ilustre, nenhum de nós, que somos descendentes diretos, estaria em condições de contar ou simplesmente ouvir esta prosa.
Somamos hoje um total de 87 descendentes do casal tronco, graças à colaboração indispensável de outras 39 pessoas, que vieram engrandecer a família, não só em quantidade como também em qualidade através da troca de novos conhecimentos e novas maneiras de encarar a vida.
Até o presente momento, a totalidade da Família Oliveira é de 128 pessoas, assim considerada: 2 (casal fundador), 9 (filhos), 31 (netos), 43 (bisnetos), 4 (trinetos) e, 39 (genros e noras).
Ao que se sabe, nosso ancestral era oriundo de família de classe média, mas, presumivelmente, de pouco interesse pelo desenvolvimento intelectual dos seus membros, ou, quem sabe, pela dificuldade de encontrar escolas nas proximidades, uma vez que não lhe foi dada oportunidade, quando jovem, de adquirir maiores conhecimentos escolares, sendo homem que mal assinava o próprio nome, o que lhe possibilitava ser eleitor, embora deva ter feito pouco uso desse instrumento da cidadania, considerando que nosso país passou por longo período de anormalidade do processo democrático, durante sua vivência.
O detalhe da modesta escolaridade do sempre lembrado fundador desta família não o impediu de tornar-se um homem educado, ladino, de bom relacionamento e trato pessoal, perfeitamente integrado na sociedade em que viveu.
Pertencente à família numerosa ( 9 irmãos) como era praxe naqueles tempos, viveu sempre com os pais e se empregou na produção agrícola de subsistência, naturalmente vendendo os excedentes, em especial os produtos derivados da cana-de-açúcar e da mandioca, e talvez, algumas cabeças de gado, quando disponíveis. Consta que seus genitores, especialmente o pai, eram procedentes de famílias originárias dos campos de Cima da Serra, o que, também por presunção, seria São Francisco de Paula ou arredores, minúcia que poderá ser perfeitamente esclarecida numa pesquisa mais acurada que se faça sobre o assunto.
No ano de 1921, com 38 anos de idade, é que nosso herói resolveu procurar uma mocinha, dezessete anos mais nova, cuja casa distava uns 2 quilômetros da sua, e com ela,em parceria, fundarem uma sociedade sólida e duradoura que resultou no que estamos vendo neste momento.
Daí para frente, ao custo de muito trabalho, aqueles dois abnegados produziram muito melado, muita rapadura, muita farinha de mandioca, quase sozinhos, nos primeiros anos da vida conjugal, naquela meia dúzia de hectares de terra que Ihes coube por herança. Os ajudantes, num total de 10 (dos quais se criaram nove), começaram a chegar a partir do ano de 1922, um a um, com intervalo de dois anos e meio, em média, e assim foi até 1944, totalizando uma fase produtiva de 23 anos. Pena que esses ajudantes foram aos poucos abandonando o serviço, primeiro na procura de emprego melhor, cada um para seu lado, mas sempre conservando o vínculo da unidade familiar. Passado algum tempo, só Deus sabe por que, alguns foram sumindo da visão terrena, sobrando apenas quatro, que ainda estão por aqui observando o crescimento da família Oliveira, pelo menos, enquanto o Patrão Maior assim o permitir.
A convivência que tivemos com nosso pai, foi de molde a deixar claro seu interesse pelo desenvolvimento cultural dos filhos, na medida do possível. Este homem, que conhecia muito bem os limites impostos pela falta de algumas letras em certas ocasiões, não queria que nenhum filho tivesse o mesmo destino.
Sabidamente necessitado de mais um braço para lhe ajudar nas tarefas da roça, sempre se mostrava em favor da escola, abrindo mão da ajuda do filho nos serviços caseiros, a não ser quando se tratasse de uma colheita inadiável por motivo de mau tempo, etc., fora disso, sua exigência era total em relação ao aproveitamento escolar de cada um. Dizia mesmo ser essa a grande herança que gostaria de deixar aos filhos, já que poucos seriam os valores econômicos a serem transmitidos. Devemos esclarecer, entretanto, que na idade própria dos primeiros filhos, a escola mais próxima, e assim mesmo de caráter precário, era localizada no Barro Vermelho e não na Aldeia Velha, como acontece hoje.
Podemos afiançar que foi ele um cidadão de ilibada idoneidade moral, que não fumava, não bebia, tinha horror a jogos de qualquer natureza e soube muito bem repassar essas virtudes aos filhos enquanto viveu, procurando sempre evitar que algum dos descendentes se desviasse do caminho da virtude, para enveredar pelos atalhos enganosos e convidativos do vício. Foi extremamente respeitado pela seriedade em seus negócios, e podemos, sem medo de errar, afirmar que gozava de especial credibilidade entre seus vizinhos e amigos, exatamente por saber honrar "um fio de bigode".
Foi um homem que viveu para a família e o lar, e que não deixava de participar dos eventos sociais e religiosos da época, tais como, casamentos e algumas eventuais celebrações acontecidas na localidade. Também era comum que levasse a família a participar das tradicionais reuniões dançantes, divertimento costumeiro da comunidade, na época, embora não fosse muito frequente.
Outra atitude característica de nosso pai era de prestar socorro a qualquer vizinho que dele necessitasse, principalmente por motivo de doença, para isso não media esforços. Era comum que nossa casa fosse ponto de almoço e às vezes até de pousada para algum mendigo ou andarilho que dela se aproximasse. Para isso sempre arranjava um canto da velha da velha atafona (moinho de mandioca), para instalar o visitante.
Seria injusto se não consignasse aqui sua participação nos trabalhos de interesse da comunidade, como era o caso da conservação da estrada municipal da Aldeia Velha, para o que, reunia ele um grupo de moradores, para, em forma de mutirão, doar uma jornada de trabalho para o bem público, o que ocorria, geralmente, após uma enxurrada, ou quando o mato lateral ameaçava invadir o leito da estrada.
Lembro bem, porque disso eu também fiz parte, lá por volta de 1942 ou 1943, fomos numa caravana composta de várias carretas de bois, ao Rio dos Sinos, na época distrito de Santo Antonio, onde passamos a noite, regressando no dia seguinte, cuja missão foi a de transportar todo o madeiramento necessário à construção da nova escola da Aldeia Velha, o que transcorreu com êxito.
É uma lástima que esse cidadão, que criou nove filhos com tanto amor e carinho, que foi enérgico quando necessário, que vibrava com alguma vitória da família, algumas até de pequeno significado ( e quantas alegrias eu lhes dei com boas notas de escola, modéstia a parte), que invariavelmente chorava quando um filho se afastava momentaneamente de seu convívio, e que, amava tanto as crianças, não tenha tido a feliz oportunidade que temos hoje, de acompanhar o crescimento dos netos. Quando ele próprio foi compelido a afastar-se em definitivo, suas primeiras netinhas eram muito pequenas, uma com 2 anos e 5 meses e outra com apenas 8 meses e alguns dias de idade. Devemos registrar que a menorzinha, que ficara órfã mesmo antes de nascer, veio a encontrar um segundo pai muito competente, que a criou com toda dedicação e carinho, o qual merece, portanto, nossa admiração, nosso respeito e nossas preces.
Quero que saiba, meu velho amigo e patriarca desta família, esteja na dimensão em que estiver, que aquelas duas bonequinhas, logo se transformaram em duas belas jovens, e são hoje duas respeitáveis senhoras, sendo que uma, até já recebeu o carinhoso "apelido" de vovó.
Nosso relato chega assim à década de 1950, e se encerra registrando o ponto final da existência material do nosso venerado antecessor, cujo passamento se deu em 10.08.1951, 9 dias antes da data de seu aniversário, quando completaria 68 anos de idade. O fato aconteceu por conseqüências pós-operatórias decorrentes de cirurgia a que foi submetido para correção de fraturas graves sofridas ao ser atingido por sua própria carreta de bois, em acidente ocorrido dias antes na cidade de Santo Antonio da Patrulha.
Hoje, decorridos mais de cinqüenta anos desse lamentável acontecimento que veio trazer a primeira grande derrota para a Família Oliveira, quero registrar as mais sinceras homenagens ao patriarca, pai, avô, bisavô e trisavô que se chamava ADELINO GOMES DE OLIVEIRA, conhecido por “Loca Boeira” e sua grande parceira, a matriarca ANGELINA LUIZ DE OLIVEIRA, nossa inesquecível “Gila”, que formaram o primeiro par, foram a dama e o cavalheiro que não só transmitiram seu sangue e sua assinatura, como também deram a nós, seus descendentes diretos, com muito carinho, os melhores anos de suas vidas.
Por certo outros homens e mulheres muito importantes em todos os níveis, foram produzidos neste Estado na mesma época, mas nenhum deles foi maior que essas duas pessoas, às quais devemos nossa existência.
Descansem em Paz. Que Deus os tenha.
Antonio Luiz de Oliveira/jul/2005


segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Liliam, Parabéns



Sábado, dia 7 de agosto de 2010, juntamente com boa parte de integrantes da Família Oliveira, tivemos a grata satisfação de assistir os atos de formatura de um grupo de alunas que concluíram recentemente o Curso Normal de Magistério ministrado pelo Instituto Estadual de Ensino – IEESA, de Santo Antonio da Patrulha. Entre elas estava a nossa querida sobrinha LILIAM GRASSMANN DE OLIVEIRA, filha do saudoso irmão João Francisco de Oliveira e Ivone Grassmann de Oliveira.

Tivemos oportunidade de presenciar uma belíssima solenidade, extremamente bem organizada, que aconteceu no Salão de Convenções Qorpo Santo, na Cidade Baixa, contando com a presença de várias autoridades educacionais e políticas do município, além de um grande número de familiares e convidados.

Logo após a diplomação das novas professoras e encerramento dos trabalhos, nos reunimos num dos restaurantes da localidade para uma confraternização pela brilhante conquista da Liliam, mercê de seu próprio esforço. A festividade prolongou-se até por volta da meia noite.

Queremos, mais uma vez, parabenizar a jovem Professora Liliam, reconhecendo sua abnegação em prol do objetivo que acabou de alcançar, e, rogando a Deus que a abençoe e permita possa galgar muitos outros degraus de progresso em sua vida, para alegria de toda a nossa grande família. Beijos para você, querida.

Para visualizar algumas das fotos obtidas na ocasião, basta clicar nesta que aparece abaixo:
2010-08-Agosto-Formatura Liliam

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Felícia, Parabéns

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Primavera, bem me lembro
trouxe pra nós em setembro
um presente de primeira
que veio em forma de flor
num “ramo de oliveira”.

Desse jardim, pioneira
a conquistar nosso amor
e se tornar o xodó.

Do vovô e da vovó
que hoje trazem um abraço
feito com régua e compasso
à guisa de perfeição
e, entregam com emoção
àquela que bem merece
no dia em que enobrece
seu nível de educação.

Parabéns, querida Fê
hoje abraçamos você
num coral, em consonância.

Junto ao pai, à mãe, à Constância
ao Lourenço, Amaro, Marília
aos tios, e, toda a família
que te ama de verdade
e, quer que a felicidade
te acompanhe, por justiça;
estão, também, outros primos
igualmente nossos mimos
o Augusto, a Lúcia, a Clarissa.

Que esta nova conquista
coroada de sucesso
traga a marca do progresso
e seja o ponto inicial
na trilha profissional
que escolheste, querida.

Rogamos ao Onipotente
esteja sempre presente
aos atos de tua vida.

Beijos do vovô e da vovó - A.L.Oliveira/mai/2006
(para nossa amada neta Felícia por ocasião de sua formatura na UFSC)



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terça-feira, 20 de julho de 2010

IX Encontro

Organizado pelas queridas sobrinhas Fátima Lúcia e Maria Bernadete, a quem agradecemos pelo excelente trabalho, foi realizado o IX Encontro da Família Oliveira. O evento aconteceu em 19.07.2010, tendo po local a sede da Sociedade Estância Província de São Pedro, em Gravataí, num dia bastante frio, além de intensa chuva que perdurou por todo o período.
Mesmo assim, tivemos a honra de contar com a presença de sessenta e cinco "corajosos" familiares que se dispuzeram a enfrentar as intempéries do tempo, não medindo esforços para prestigiarem o acontecimento.
Nesse momento festivo, a família reunida teve a satisfação de receber as duas mais novas integrantes da Família Oliveira, que são as lindas e amadas meninas Roberta, filha do casal Reinaldo/Luciléa, e, Sofia, filha do casal Júnior/Aline, a quem desejamos muita sorte, saúde e felicidades. Recebemos também, com imensa alegria, a alvissareira notícia do acréscimo familiar em andamento, já programado para o encontro vindouro, por conta dos estimados sobrinhos Alexandre/Angela, Felipe/Aline, Samanta/João, que vem colaborar para crescimento do rol de descendentes do casal original (Adelino/Angelina), que soma hoje o total de 96 integrantes.
Eis a relação das pessoas presentes: Nery, Cleni, Henrique, Luiz Henrique; Maria, Bernadete, Carla, Paulo, Beatriz, Lidiane, Nádia, Larissa, Luciane, Henrique, Cláudio, Fátima, José Luiz, Clarissa; Antonio, Gladys, Luiz Antonio, Magda, Lúcia, Augusto; Eduardo, Gabriel, Luana, Mônica, Leonardo; Mariana, Ivo, Elaine, Luiza, Liani, Aline, Gabriela, Júlia, Antonio, Sofia, Gilson, Patrícia, Douglas, Leonardo, Gelson, Carmem, Pedro; Ivone, Alberto, Leila, Edmilson, Laisson, Luan, Lorran, Liliam, Wagner, Reinaldo, Luciléa, Roberta; Nilda, Serginho, Cenair, Ronaldo, Carlos, Maria Angelina, Júlia.
A próxima festividade, prevista para o ano de 2011, será feita sob a responsabilidade dos queridos sobrinhos descendentes do casal Ivo/Mariana, em data e local a ser anunciado oportunamente.
Vejam algumas fotos colhidas na ocasião. Faça clique naquela que aparece logo abaixo do texto, se quiser visualizar todo o álbum, inclusive, na forma de apresentação de slides.

2010-07-Julho-IX Encontro Família

terça-feira, 13 de julho de 2010

Diplomados em Curso Superior

ANTONIO LUIZ DE OLIVEIRA – Graduação em Direito pela PUC/RS, Porto Alegre, em 1977 – Formação Delegado de Polícia, pela ACADEPOL/RS, Porto Alegre, em 1976.

SILVIA MARIA DE OLIVEIRA - Graduação em Pedagogia/Supervisão Escolar, pela URGS, Porto Alegre, em 1980 – Mestrado em Educação, pela UFSC, Florianópolis, em 1999.

MÁRCIA DE OLIVEIRA PEIXOTO – Graduação em Pedagogia/Educação Especial, pela PUC/RS, Porto Alegre, em 1985.

FELICIA OLIVEIRA FLECK – Graduação em Biblioteconomia, pela UFSC, Florianópolis, em 2005 – Mestrado em Ciências da Informação, pela UFSC, Florianópolis, em 2009.

AMARO OLIVEIRA FLECK – Graduação em Filosofia, UFSC, Florianópolis, em 2008.

LUIZ ANTONIO DE OLIVEIRA – Graduação em Administração de Empresas, pela FACECA/Cachoei
ra do Sul, em 1987.

MARIA ANGELINA DOS SANTOS OLIVEIRA – Graduação em Letras/Português e Literatura, pela FACOS, Osório, em 2007.

ANGELITA DE OLIVEIRA CAMPOS – Graduação em Pedagogia/ Licenciatura Plena / Língua Inglesa e Literatura, pela ULBRA, Canoas, em 2004 – Especialização /Ensino da Língua Inglesa, pela ULBRA/Canoas, em 2006.

ANA MARIA DE OLIVEIRA – Graduação em Publicidade e Propaganda, pela PUC/RS, Porto Alegre, em 1981.

FÁTIMA LÚCIA DE OLIVEIRA – Graduação em Administração de Empresas, pela FAC. SÃO JUDAS TADEU, Porto Alegre, em 1989.

ISABEL CRISTINA RAMOS DE OLIVEIRA – Graduação em História, pela FACOS, Osório, em 1991 – Pós-graduação em Expansão Marítima Portuguesa, pela UNISINOS, São Leopoldo, em 1997.

ANGELA MARIA GUARNIERI DE OLIVEIRA – Graduação em Direito, pela URI, Erechim, em 2004 –Graduação em Pedagogia/Educ. Infantil, Adm e Superv Escolar, pela URI,Erechim, 2008.

ALEXANDRE BARBIERI DE OLIVEIRA – Graduação em Administração de Empresas, pela URI, Erechim, em 1996 – Pós-graduação em Administração de Empresas, pela UPF, Passo Fundo, em 2007.

GLORIA CARMEM BARBIERI DE OLIVEIRA – Graduação em Pedagogia/Psicologia da Educação/Ensino de 1º e 2º Gr/Supervisão Escolar, pela UPF,Passo Fundo, em 1981.

SERGIO LUIZ DE OLIVEIRA – Graduação em Artes Práticas/Técnicas Agrícolas, pela FIDENE, Ijuí, em 1974, Formação Especial/Currículo 2º Gr/Agricultura e Zootecnia, pela UPF, Passo Fundo, em 1979 – Pós-graduação em Biologia/Biologia/Geral, pela URI, Erechim, em 1986.

MARIA BERNADETE BERNARDES - Graduação em Pedagogia/Séries Iniciais, pela ULBRA,Gravataí, em 2007 – Pós-graduação em Educação Inclusiva, pela IESD-Faculdade Rio Branco, Rio de Janeiro, em 2009.

LUÍS FERNANDO RAMOS DE OLIVEIRA - Graduação em Ciências Contábeis, pela FEEVALE, Novo Hamburgo, em 2007.

LUCILÉA GRASSMANN DE OLIVEIRA - Graduação em Pedagogia/Séries Iniciais, pela FURG/Santo Antonio da Patrulha, em 2008.

CAROLINA CAMPOS - Graduação em Educação Física, pelo IPA/Porto Alegre, em 2004.

ALEXANDRE VINÍCIUS VANIN - Graduação em Educação Física, pelo IPA/Porto Alegre, em 2005.

GABRIELA BERNARDES DE OLIVEIRA - Graduação em Direito, pela ULBRA/Gravataí, em 2004.

JOÃO CLAUDIO DE OLIVEIRA - Graduação em Direito, pela ULBRA/Gravataí, em 1998.

FÁTIMA TEREZINHA BERNARDES DE OLIVEIRA - Graduação em Pedagogia/Supervisão Escolar, com especialização em Didática,Filosofia, Sociologia e Psicologia, pela Fac de Filosofia Nossa Senhora da Imaculada Conceição/Viamão, em 1989. Pós-graduação em Supervisão Escolar, pela FAPA/Porto Alegre, em 1999.

LUCIANO MORAES BERNARDES - Graduação em Administração de Empressas, pela ULBRA/Gravataí, em 2007.

CLARISSA ANDRIOLI BERNARDES - Graduação em Direito, pela UNISINOS/São Leopoldo, em 2009.

MARCO ANTONIO BRASIL BELLO - Graduação em Administração de Empresas, pela ULBRA/Gravataí, em 2009.

ALINE OLIVEIRA CARVALHO - Graduação em Letras/Língua Italiana, pela UFSC/Florianópolis, em 2001 - Pós-graduação em Administração Escolar/Téc. Estrutura Naval, pela UFRJ/Rio de Janeiro, em 2010.

VERIATO VARGAS DE OLIVEIRA NETO - Graduação em Direito, pela ULBRA/Gravataí, em 2010.


RONALDO SANTOS OLIVEIRA - Graduação em Ciências Contábeis, pela UNITINS/Tramandaí, em 2012.

FELIPE OLIVEIRA ROWE - Graduação em Administração, pela Faculdade Sul-Riograndense, em 2013.

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OBS: SOLICITO A FINEZA DOS DEMAIS FAMILIARES PORTADORES DE TITULAÇÃO EM CURSO SUPERIOR, A FIM DE QUE REMETAM SEUS DADOS DE FORMATURA. TEMOS O MAIOR INTERESSE E SATISFAÇÃO DE PUBLICAR TODOS OS NOMES NESTE BLOG. GOSTARIA TAMBÉM DE SER CIENTIFICADO,CASO HAJA ALGUMA INCORREÇÃO NO QUE FOR DIVULGADO.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Continuando a História

Ao final da pequena solenidade de abertura do III Encontro da Família Oliveira (publicação anterior), todos os presentes tiveram a grata satisfação de ouvir a leitura do texto abaixo, intitulado "Continuando a História", de autoria das queridas sobrinhas Liani, Elaine e Angelita, no qual é relembrada a vivência delas e dos irmãos, na infância, quando encontravam os tios, as tias, os primos e primas, na velha casa da Vovó. Confesso que recebi emocionado o relato feito por elas desses gestos de carinho e de simplicidade tão característicos de minha querida mãe, meus irmãos e demais familiares. Inseri algumas fotos da "piazada" (de julho de 1968)apenas para ilustrar o trabalho.
Passados alguns dias, em 03.08.2004, tentei alinhavar os versos que publico a seguir, nesta mesma postagem, intitulado "Continuação do Continuando....."


CONTINUANDO A HISTÓRIA.
III Encontro da Família Oliveira

Lembranças de infância são latentes em nosso dia a dia, pois crescemos com grande influência de nossos familiares. Pessoas especiais que com muita sensibilidade souberam plantar no coração de cada uma de suas crianças, sementes de amor, carinho e felicidade. O maior resultado que colhemos foi a grandeza de espírito e o eterno respeito que temos por todos que nos rodeiam.

RESPEITO
Uma característica herdada de nossos tios e nossos avós, não só do lado materno como também do paterno, foi a de que sempre valorizaram a infância demonstrando respeito pelas crianças. Vamos referir nominalmente neste trabalho apenas os parentes consangüíneos ou afins ligados a um "ramo de oliveira", jovem, viçoso e forte, que certa vez, há bastante tempo, foi plantado num "campo" muito fértil, enraizou, brotou, floresceu, e colaborou com muitos frutos sadios para a propagação da espécie. Deixamos de citar algumas pessoas que partiram antes de nossa chegada, mas que, embora ausentes da comissão de recepção que nos recebeu neste Mundo, são igualmente destinatários hoje de nossa caridosa prece, substituindo um carinhoso beijo. Quanta imagem bonita poderia ser composta por um poeta ou pintor somente com o nome que ostentamos: um "ramo de oliveira", significando a paz; um "campo de oliveiras", significando a fartura e a beleza dos olivais em flor; a vastidão dos "campos" como símbolo de liberdade e dos pagos do Rio Grande; e, finalmente, os "Oliveira Campos", que esperamos venha a ser uma compilação de tudo isso.
QUE SAUDADES
A forma como éramos recebidos pela vó Gila, os pães caseiros e as roscas de polvilho que ela fazia no forno de barro. E as gostosas broinhas? Quem não lembra? Muitas dessas delícias eram secretamente guardadas no quarto dela. Latas cheias de sequilhos para esperar as visitas, sem falar nas balinhas de coco ... Viajando nesse túnel do tempo podemos reviver o amanhecer na chácara, .. .inesquecível! O barulho dos bichos, o galo cantando, a voz da vó Gila, do tio Vicente, da tia Nilda, e aquele cheirinho do café torrado e moído em casa, pairando no ar. Típica atmosfera de harmonia familiar que envolvia a chácara e tudo que a ela pertencia.
ENSINAMENTOS/ DIVERSÃO
Fosse arquitetando brincadeiras que nos atraísse e divertisse quando íamos "na casa da vó Gila", e que éramos sempre tão bem recebidos; fosse a simples rotina do dia a dia, tão diferente e tão atraente para nós, crianças, sem contato com a lida na terra ou com os animais; fosse um simples dia de chuva, torcendo para que o sol brilhasse e nos convidasse a correr por entre as árvores, campos e rosetas (e, como tinha). Então, foi nesse mundo colorido e fantástico que aprendemos a respeitar a natureza. Foi lá que com ouvidos bem atentos escutamos falar que havia uma fase da lua própria para plantar, outra para colher e outra que servia para iluminar a noite. Foi lá que com olhos curiosos aprendemos onde encontrar as mais "suculentas" minhocas para pescar nos açudes da vizinhança.

FANTASIA
Tio Vicente e tia Nilda, sempre tão amáveis. A maneira como o tio falava de um animalzinho doente, o modo como ele contava "causos" à noite em uma rodinha sob luz de candeeiro com querosene, quem sabe, muito ajudou a moldar o nosso espírito no sentido da resignação frente a alguma adversidade, que para ele, não foram poucas.
O tio João e a tia Ivone, que casal maravilhoso ... O tio João sempre tão alegre. Lembro de avistá-lo ao longe, bem antes de chegar em sua casa. Ele ficava pertinho das taquareiras olhando atento os visitantes que se aproximavam. Era muito divertido contando histórias, ou cantando músicas engraçadas quando voltava da roça com as mãos cheias de aipim ou batata doce. Lembro do tio nos levando para conhecer algum parente e nós atentos a tudo o que ele dizia durante a caminhada. Nós nunca vimos, mas dizem que o tio João, que também era Francisco, tinha o dom de conversar com os animais e que eles o entendiam perfeitamente. A verdade é que seus bois e suas vacas eram os mais lindos e mais mansinhos da região ... Comiam na mão de qualquer um ...
QUE FESTA
Encontro amigável... Tanto na casa da tia Ivone, como na tia Nilda ou na casa da tia Neri e do tio José; o café da manhã ou da tarde era sempre maravilhoso. Tinha um aconchego, só em olharmos aquelas xícaras grossas de louça sobre a mesa já nos sentíamos pessoas muito importantes participando de um banquete dos deuses.
A nostalgia traz lembranças carinhosas dos finais de semana em que o tio Antonio, a tia Gladys e os primos nos visitavam. Que visitas tão esperadas! Muitas vezes a tia entregava para a mãe uma sacolona de roupas lindas que não serviam mais nos primos. NOSSAl!! Que festa! Era nossa realização completa. Ficávamos tão felizes que não interessava a cor, tamanho ou modelo, queríamos vestir tudo sem demora!
Outro "Papai Noel" de roupas foi tia Augusta. Querida tia que merece o maior carinho por gestos como esses e tantos outros, como o de estar sempre que possível presente em todos os encontros da família. Estas atitudes mostram sua preocupação e o carinho especial de que falamos há pouco. Sim, o carinho pode se manifestar por várias formas, pela generosidade com os famíliares, com seu marido e seus filhos. Ela é um exemplo de amizade e solidariedade que devemos lembrar e perpetuar.
Nosso querido tio Sérgio, que quando vinha nos visitar, não sei por que, mas sempre lembro ele com uma malinha. Ele abria aquela mala e tirava uma caneta para um, um lápis para outro, um bloquinho, qualquer coisa, mas deixava todos felizes. Aquela mala para nós era mágica e cheia de surpresas. E você tia Gloria ... Agradecimentos ... Elogios ... Não sabemos qual a palavra ideal para descrever o marco que sua figura nos representa. Tia, só podemos reconhecer e admirar o carinho e a dedicação que você sempre teve pelo nosso tio. Então, descobrimos que no paralelo da vida, nosso espontâneo dever de sobrinhos e o seu de esposa, nos faz simultaneamente vitoriosos. Pois com o tempo aprendemos a acalentar e dissimular a imensa saudade que existe e cresce mais e mais, pela distância que separa os irmãos Oliveira.
A tia Maria e o tio Lídio, sempre tão presentes. O tio muito carinhoso e a tia fazendo tudo para mostrar o quanto nós éramos importantes. Seja na comidinha gostosa ou no bolo maravilhoso, ela sempre achava um jeitinho de tornar-se mais e mais querida por todos nós. Os quitutes da tia Maria, fossem doces ou salgados, nós só não afirmamos que eram os "melhores do mundo" para não criar ciumeira em nossa mãe e nossas tias, mas, para ela, sempre tinham algum defeito: Ou o arroz passou do ponto, ou o forno estava meio frio, ou tempo estava chuvoso e o pão não cresceu, etc., etc. E, assim, a gente ia comendo, comendo, enquanto ela pedia desculpas. Obrigado, querida tia, você merece todo o nosso respeito e carinho. Desculpe esta carinhosa brincadeira.
Muito embora nenhum de nós tivesse convivido com o tio Oliveiros, por vezes nos sentimos bem próximos a ele. Pois nossa imaginação voa longe ao seu encontro, com as muitas e saudosas recordações com que nossa mãe se refere a ele. Só Deus sabe quanta coisa boa deve ter feito pelos pais e pelos irmãos, para ser tão bem lembrado assim. Mesmo depois de passados mais de cinqüenta anos de ausência, ainda provoca uma lágrima em cada olho e um insistente nó na garganta dos familiares que o conheceram.
ORGULHO
Em nossa fantasia de criança não existia a pobreza. Por isso, rebuscando na memória, podemos afirmar que nossa infância foi muito feliz. Tivemos ao nosso lado pessoas que nos ajudaram a levar a vida sem passarmos necessidades. Um zelo que temos o cuidado de continuar cultivando em nossa família. Preocupamo-nos em sermos sempre importantes para outras crianças, além de nossos filhos, porque entendemos que mais tarde tudo isso será revertido em boas lembranças da infância de cada um. Então, gratidão não será somente o único sentimento desses pequenos. Eles certamente saberão valorizar e entender o quanto foram amados e inconscientemente amparados pelos mais velhos. Aqueles braços amigos que estiveram presentes em nossas meninices é que nos fizeram crescer fortes e felizes.
Melhor que lembrar da infância é deixar transparecer o amor e o valor incalculável que nossos tios e tias representam em nossas vidas. Desnecessário falarmos dos momentos em que os primos e primas se encontravam, certamente um horror para a "sortuda" anfitriã que geralmente era a tia Nilda. Jamais percebemos seu descontentamento pela desordem da casa, pelos gritos ou correrias no pátio. Porém, passado tanto tempo, aproveitamos a oportunidade para pedir desculpas a essa querida tia pelas inúmeras “bagunças” que promovemos em sua casa!
Hoje percebemos que estamos criando os filhos com o cuidado de não dar tanta importância às roupas de marca e coisas do gênero. Nossas roupas passam de uns para os outros, não só as das crianças como as dos grandes também. Quase que como exemplos, pois, nesse gesto de agrado e conquista às nossas crianças, tentamos valorizar o lado sentimental das coisas materiais.
LIÇÃO DE VIDA
De cada tio e tia temos lindas lembranças que estão guardadas em nossa memória com muito carinho. Sabemos que aqueles tempos foram muito difíceis para nossos pais. Porém, para nós eles foram vividos com muita felicidade, pois além do pai, da mãe e de nós, irmãos, tivemos VOCÊS!
Julho, 2004
Liani,Elaine, Angelita.

(Texto montado a partir de fragmentos de lembranças guardados na memória de Liani, Elaine, Gilmar, Gilson, Gelson e Angelita de Oliveira Campos.


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CONTINUAÇÃO DO CONTINUANDO.......

Bom dia minhas meninas, Liani, Elaine, Angelita
Mas que coisa tão bonita vocês trouxeram pra gente
Da forma mais eficiente e com tanta relevância;
Tomara um outro Oliveira levante a mesma bandeira
Pra contar a sua infância

Foi esse o brinde maior do nosso terceiro Encontro
Quando o cenário já pronto recebeu a bela estória
Que guardavam na memória sem contá-la pra ninguém;
Pois, ao ter conhecimento, ficaram todos no evento
Emocionados, também.

Que surpresa agradável, saber que alguém valoriza
A história que se repisa, contada com insistência
Sendo essa a referência que teremos no futuro
Pra mostrar a nossos filhos um pouco daqueles trilhos
Que pra nós foram seguros

A memória é de todos, dos guris e das gurias
Demonstrando a alegria, o amor e a nobreza
Obtidas, com certeza, por herança de seus pais;
Fazendo de seu caminho, uma trilha sem espinhos
Sem nem deixarem sinais

Trouxeram pra nossa boca o gosto bom do sequilho
E da rosca de polvilho que só a Vovó fazia
Pois somente ela sabia agradar a gente assim;
Eu mesmo lembrei a pouco da tal balinha de coco
Que ela guardava pra mim

Lembraram o cantar do galo que marcava o alvoroço
E a água limpa do poço pra um bom café reforçado
Com leite recém tirado, na calma, sem nenhum grito;
Às vezes, com pão de milho, com batata, com sequilho
Com aipim, ou bolo frito

Recordaram assim para todos, com tanta sinceridade
Da nossa imensa saudade, nestes tempos atuais
De coisas, talvez banais, mas, verdadeiros “carinhos”;
Pois, me sinto emocionado ao dizer muito obrigado
Aos meus queridos sobrinhos

Parece que a tal lembrança foi de todas, em consenso
Num texto bastante extenso sem exagero e bem feito
Que bem retrata o respeito muito próprio dessas três:
Recebo com todo apreço, mas, o beijo eu não mereço,
Quem merece são vocês.

A.L.Oliveira-03/ago/2004

sábado, 19 de junho de 2010

III Encontro

Nosso terceiro encontro ocorreu também na sede da Sociedade Recreativa de Barro Vermelho, município de Santo Antonio da Patrulha, no dia 25.07.2004, cuja festa esteve a cargo dos sobrinhos Liane, Elaine, Angelita e Gilson, filhos do casal Mariana e Ivo, que aparece na foto abaixo, juntamente com o autor destas linhas e os convidados especiais, nosso saudoso tio Manoel (falecido em 2009) e as tias Eponina ( de casaco azul, junto com a filha Eva) e Joaquina (de casaco cinza), ambas, hoje, com mais de cem anos de idade. Neste evento houve a participação de 80 pessoas.



Terceiro Encontro - Saudação

Peço perdão, pessoal, se a história não lhes agrada
Mas não posso mudar nada daquilo que aconteceu
Por isso mesmo que eu, vou contá-la novamente,
Pois, como diz o ditado, “povo que não tem passado
Não merece ter presente”.

É hoje o terceiro encontro da Família Oliveira
Que fundou Loca Boeira, e a nossa grande heroína
Cujo nome era Angelina, esposa e mãe carinhosa;
Que deixaram esta existência, indo pra outra querência
Onde a vida é cor-de-rosa.

Em matéria de casamento, nosso pai não era afoito
Tinha mais de trinta e oito quando procurou achar
A moça pra acompanhar seu projeto promissor;
Vinte e um tinha Angelina, pouco mais que uma menina
E ele, quase um senhor.

Rogamos que esse casal, princípio da nossa origem
Esteja perto da Virgem, poderosa Mãe de Deus
Que protege os filhos seus, quando se clama por ela;
Guarde bem as suas almas e nos receba com palmas
Quando precisarmos dela.

Seu nome Adelino Gomes, de sobrenome Oliveira
Tinha alcunha de Boeira, que trouxe desde a infância
Recebida como herança, de costumes tradicionais,
Pois, tão forte esse apelido, que foi também transmitido
Aos escravos de seus pais.

Em relação a seu sogro, foi um genro e compadre
Pois aproveitaram o padre, no ofício do casamento
Pra fazer num só momento, o batismo da cunhada;
Foi assim, na mesma leva, que batizaram a tia Eva
Ficando como afilhada.

Moraram na Aldeia Velha, um pequeno povoado
Onde ali foi iniciado o grande grupo que somos
Conservando os cromossomos desse par original;
E, hoje aqui, reunidos, continuamos unidos
Reverenciando o casal.

Repartiram entre seus filhos muito amor e dedicação,
Sendo Sérgio, Mariana e João, Maria, Antonio e Alberto
Que partilharam, por certo, seu carinho familiar;
Mais, Liveira, José, Vicente, que cedo deixaram a gente
Chorando a nos lamentar.

Estariam hoje contentes, nossos velhos ancestrais
Ao saberem, como pais, que hoje temos doutores
Temos muitos professores, sem contar os estudantes
Que são frutos das jornadas que suas mãos calejadas
Executaram bastante.

Foi do trabalho de roça que nove filhos criaram
E a todos ensinaram o dever de cada dia
E, à noite, a Ave Maria, pra que Deus os ajudasse
A ter saúde, honradez, e, algum dinheiro, talvez
Para que nada nos faltasse.

E esta ocasião festiva no Clube Barro Vermelho
Parece até um espelho do que eles mais gostavam
Pois com certeza adoravam ver os filhos tão contentes
Brincando em alguma festa, tão especial como esta
Que reúne os descendentes.

Trago, talvez de nascença, Deus queira, seja verdade
Certa sensibilidade que nossa mãe demonstrava
Quando uma flor ofertava a quem lhe quisesse bem;
Ao dizer com muito orgulho, ela e eu somos de julho,
Sou canceriano, também.

A derradeira das flores foi dada aqui nesta entrada,
Quando bem debilitada, mas seu instinto mantinha,
Trouxe uma rosa branquinha, e, num gesto inesquecível
Entregou, já vacilante, a quem tem nome semelhante
E é também muito sensível.

De repente acho a razão da emoção que me invade
Quando vejo brutalidade imposta a qualquer criança
Não havendo semelhança com a criação que tivemos;
Pois, a mãe, doce mistura, de anjo e de criatura,
Nunca chegou a extremos

A base desta família nasceu na terra dos sonhos
A querida Santo Antonio que não esqueço, jamais
Com seus lindos canaviais, no litoral rio-grandense;
Pois ainda estufo o peito, pra afirmar com respeito
Que também sou patrulhense.

Este termo não se aplica a alguns que estão aqui
De Porto Alegre, Canoas, Gravataí, muita gente nasceu lá
E, também, no Paraná, além dos catarinenses;
Há gente de Ijuí, Sapucaia e Erechim, pra concluirmos, por fim
Que o “mundo” já nos pertence.

Nossa terra tão amada somente lembra doçura
Tem melado, rapadura, cachaça por todo lado
Uma de tom azulado que é quase uma legenda;
Tem o sonho mais gostoso, o arroz mais saboroso
E o Festival da Moenda.

Tem outra coisa bem linda que Deus caprichou na obra
Serpenteando como cobra nos campos de nosso pago
Que vai recebendo afago por onde quer que ele passe
Entre velhos e meninos; me refiro ao Rio dos Sinos
Que é nosso, com muita classe

Logo ali, a poucos passos está a sua nascente
Que logo vira corrente e cresce barbaridade
Levando a prosperidade, noite e dia, sem parar;
Muita cidade abastece, outros rios ele conhece
E juntos correm pro mar

Na verdade tal riqueza nasceu aqui num distrito
Mas alguém ganhou no grito e tirou de Santo Antonio
Esse imenso patrimônio que foi pras bandas de lá;
Sendo assim que se perdeu, e, o que a Natureza deu,
Nós doamos ao Caraá

Também festejamos hoje o segundo ano do Beto
Que merece nosso afeto por sua grande proeza
Mostrando que tem firmeza e quando quer ele pode
Provando ainda esse moço, que sabe agüentar no osso
E honra um fio de bigode

Para encerrar esta prosa eu peço à Virgem, de novo
Que proteja nosso povo e abra o seu manto azul
Sobre o Rio Grande do Sul, em todas suas fronteiras
Rogando, ainda, ao final, a bênção muito especial
Pra todos os Oliveiras

Antonio Luiz de Oliveira/jul/2004

terça-feira, 15 de junho de 2010

II Encontro


O segundo encontro da Família Oliveira foi efetivado em 20.07.2003,
tendo por local o Salão Comunitário de Barro Vermelho, em Santo
Antonio, com a participação de 82 familiares. Foi organizado pelos
sobrinhos José Luiz, Rosângela, Maria Bernadete e Luciane, pertencentes
ao grupo formado por Maria do Carmo Bernardes.

I Encontro


O primeiro encontro ocorrido após a morte da vovó Gila, foi realizado em 21.07.2002, na localidade de Barro Vermelho, distrito de Santo Antonio da Patrulha, onde compareceram 90 pessoas entre descendentes diretos e agregados, tendo como organizadores o Serginho, a Maria Angelina, o Ronaldo e o Carlos, por parte da família do saudoso irmão Vicente Luiz de Oliveira.

Encontros da Família


Por iniciativa da nossa querida sobrinha Liani, a quem agradecemos, a família voltou a reunir-se sempre no mês de julho, anualmente, depois de passados quase cinco anos do falecimento da matriarca Angelina Luiz de Oliveira. Era ela quem motivava esse hábito familiar exercido em sua honra, por ocasião da data natalícia. De certa forma essa reunião serve ainda para relembrarmos seu aniversário, 15 de julho, ocasião em que gostava tanto de ver os filhos, filhas, genros, noras e netos confraternizarem ao seu redor. Eu mesmo, um tanto arredio a qualquer festejo, dava sempre meu apoio presencial e material para a realização daqueles eventos, enquanto esteve ela presente entre nós, o que aconteceu, para nossa alegria, até o último ano de sua existência.
Naquele tempo, ano de 1997, já bastante debilitada pela idade, recebeu nosso carinho em Canoas, na casa da filha Mariana, onde se achava no momento, conforme podemos ver na foto acima, em companhia dos filhos José, Sérgio e Antonio.
Hoje, após doze anos de seu passamento e com o acréscimo de mais vinte descendentes diretos, continuamos a nos encontrar regularmente, mostrando assim aos mais jovens, e, especialmente aos que não conheceram a Vovò Gila, a dimensão da importância que teve a presença dela para todos, não só por ter sido a responsável pela existência de cada um, como também pelo carinho e dignidade de uma verdadeira mãe dedicada inteiramente ao marido e ao filhos, merecendo, com certeza, nossa imorredoura gratidão. Saibam que aquela frágil senhora aos 50 anos perdeu o marido e assumiu a titularidade da família, conseguindo com suas próprias forças criar os quatro filhos menores que lhe restavam em casa (Mariana 15, João 12, Vicente 9 e Sérgio com 6 anos de idade), pouco dependendo dos demais filhos ausentes.
É nessa oportunidade que juntos rezarmos um padre-nosso e uma ave-maria dirigidos ao Soberano Mestre pedindo o descanso eterno do inesquecível casal Adelino Gomes de Oliveira e Angelina Luiz de Oliveira, sem o qual nenhum de nós estaria presente a tal acontecimento.
O evento vem sendo organizado em sistema de rodízio entre os familiares descendentes de um dos filhos do casal original, mantendo-se, costumeiramente, a apresentação de um esmerado “buffet” de sobremesas “pra ninguém botar defeito” a cargo das queridas irmãs, cunhadas, sobrinhas, etc.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

domingo, 30 de maio de 2010

terça-feira, 25 de maio de 2010

Comentário da Ione

Emocionado, transcrevo abaixo o comentário escrito pela querida sobrinha Ione Ramos de Oliveira, que, com sua memória bem mais jovem, deixa correr solta a sensibilidade da artista plástica reconhecida que é, ao descrever a saudade que que lhe vem na alma ao recordar da velha casa da Vovó, das pessoas e das coisas que lá existiram.Obrigado pelo enriquecimento que agregou ao meu modesto trabalho.

"Querido tio.
Retornei aos tempos em que era criança, chorei, sorri, sonhei, senti muitas saudade, da Tia Ziloca, do tio Godo, do Casarão em que eu gostava tanto de correr pelo corredor que ligava a sala de visitas a sala de jantar, fui ate o quarto da Vovó,que eu gostava de olhar o pé de algodão que tinha na janela do quarto dela e sentava na soleira da janela. Gostava de olhar e imaginar a atafona, por que na época ja era semi destruida, gostava de ir pro quarto da tia Ziloca e mexer no enxoval dela, que tinha bordados lindíssimos (deve ser dai que passei a gostar de bordar) do oratório que havia no quarto dela do pé de camélia e do jogo de montar palácios que era seu e que era muito bem guardado pela vovó pra quando fóssemos lá, mas quando não queríamos mais tínhamos que guardar tudo e eu me irritava e a Nana (Cleni) que guardava rsrsrsr. Lembro do sofrimento da Tia Ziloca com uma dor horrível nos ossos da boca, não sei o que era aquilo.
Lembro muito bem da Vovó fazendo rosquinhas de polvilho fritas que eu sempre correndo ia pegando ainda quente. Lembro do pé de lima que tinha lá perto da contrução de 3 andares, Meu Deus quanta saudades e dos meus aniversários que a Vovó nunca deixou de me dar uma galinha e o Tio Alberto um corte de vestido. A Vovó era minha madrinha e o tio Alberto meu padrinho. Lembro bem também do Sr. tirando fotos nossas que era o máximo ter uma máquina fotográfica. A entrada da chácara tinha um atoleiro que muitos lutaram pra os carros não ficarem por ali, e eu torcia sempre pro pai não me mandar abrir a cancela, mas era quase sempre comigo, rsrsrsrsrs. Que felicidade eram aqueles tempos né tio?
Bem só hoje eu descobri o nome do meu bisavô. Tio e se o Sr. fizesse uma retrospectiva da familia antes do Vovô e da Vovó?? Fica a sugestão. Bjs a tia Gladis e especialmente ao Senhor."

domingo, 23 de maio de 2010

ANIVERSÁRIOS DATAS (Descendentes e agregados)

D A T A PARENTESCO (Direto ou por afinidade)

JANEIRO
02 == Luiz Antonio == Neto, filho de Antonio
13 == Carlos == Marido da neta Maria Angelina
15 == Artênio == Neto, filho de João Francisco
15 == Maria Angelina == Neta, filha de Vicente
21 == (Vicente) == Filho. Faleceu em 30.09.93, com 52 anos.
22 == Marco Antonio == Marido da neta Mara Regina.
24 == Vinicius == Bisneto, filho do neto Gelson
24 == Felipe == Bisneto, filho da neta Ana Maria
29 == Francisco == Marido da neta Liani

FEVEREIRO
01 == Marcia Jaqueline == Esposa do neto Luiz Fernando
02 == Giovanna = Trineta, filha da bisneta Samanta
02 == João Vicente = Bisneto, filho do neto Alexandre
02 == Pedro == Bisneto, filho do neto Gelson
08 == Roberta == Bisneta, filha da neta Luciléa
10 == Ana Maria == Neta, filha de Alberto
10 == Gilmar (Jairo) == Neto, filho de Mariana
14 == Gabriela == Bisneta, filha da neta Fátima Terezinha
15 == Magda == Esposa do neto Luiz Antonio
17 == Júlia == Trineta, filha da bisneta Aline (Liani)
18 == Luciléa == Neta, filha de João Francisco
21 == Angelita == Neta, filha de Mariana
25 == Juventino == Marido da bisneta Adriana
28 == Constância == Bisneta, filha da neta Silvia Maria

MARÇO
03 == Cecília == Trineta, filha do bisneto Felipe (Liani)
07 == Aline == Bisneta, filha neta Ione
08 == Cleni == Neta, filha de José
09 == Ricardo == Bisneto, filho da neta Angelita
12 == Alexandre == Neto, filho de Sergio
12 == Fátima Terezinha ==Neta, filha de Maria
13 == Lourenço == Bisneto, filho da neta Silvia Maria
15 == José Luiz == Neto, filho de Maria
23 == Ana Paula == Bisneta, filha do neto Artênio
24 == Luciane == Esposa do neto João Inácio
25 == Ivo == Genro, marido de Mariana
25 == Fátima Lúcia == Neta, filha de Alberto
26 == Antonio == Trineto, filho da bisneta Aline (Liani)
28 == Beatriz == Esposa do neto Antonio Paulo
28 == Rosangela == Esposa do neto José Luiz

ABRIL
01 == Carolina == Bisneta, filha da neta Elaine
01 == Luís Fernando == Neto, filho de José

02 == Clara == Trineta, filha Anderson-neta Gilmar- bis.Mariana
08==  Samanda==Esposa do neto Ronaldo
18 == Taís == Bisneta, filha do neto Luiz Fernando
18 == Samanta == Bisneta, filha da neta Liani
18 == Gladys == Nora, esposa de Antonio (Falec 31.01.2014, 78 anos)
19 == Anderson == Marido da neta Aline (Ione)
20 == Felipe == Bisneto, filho da neta Liani
21 == Maria do Carmo == Filha
21 == Carmen Glória == Nora, esposa de Sergio
23 == Carmen == Esposa do neto Gelson
25 == João Inácio == Neto, filho de Maria do Carmo
29 == Luisa == Bisneta, filha da neta Elaine
30 == Lucas == Bisneto, filho da neta Maria Angelina

MAIO
01 == Sergio == Filho
04 == (Alberto) == Filho. Faleceu em 16.02.69, com 44 anos
06 == Guacira == Esposa do neto Jairo
08 == Augusto == Bisneto, filho do neto Luiz Fernando
12 == Murilo == Bisneto, filho da neta Maria Bernadete
13 == João Claudio == Marido da neta Fátima Terezinha
13 == Isabel Cristina == Neta, filha de José
14 == Edmilson == Marido da neta Leila
30 == Wilson == Marido da neta Sonia
31 == Antonio Paulo == Neto, filho de Maria

31 == Maria Clara = Tetraneta, filha Gabriela/Aline/Liani

JUNHO
01 == Sofia == Trineta, filha da neta Aline (Liani)
03 == Laís == Bisneta, filha da neta Fátima Lúcia
10 == Reinaldo == Marido da neta Luciléa
14 == Lilian == Neta, filha de João Francisco
17 == Gelson == Neto, filho de Mariana
23 == Leila == Neta, filha de João Francisco

24 == Moisés == trineto, filho da bisneta Aline (Ione)
26 == Júlia == Bisneta, filha da neta Maria Angelina
29 == Henrique == Bisneto , filho do neto João Inácio

JULHO
02 == Larissa == Bisneta, filha do neto João Inácio
04 == (João Francisco) == Filho. Faleceu em 10.09.96, com 58 anos
06 == Eduardo == Trineto, filho da bisneta Adriana
06 == Adriana == Bisneta, filha da neta Ione
09 == Luciano == Bisneto, filho do neto José Luiz
11 == Antonio == Filho
15 == (Angelina) == Matriarca da família. Falec 08.12.97, com 97 anos.
16 == Rafael == Bisneto, filho do neto José Luiz
21 == Alvaro == Marido da neta Angelita
24 == Junior == Marido da bisneta Aline (Liani)

27==  Gael == Trineto, filho de Carolina, neto de Elaine
28 == Augusto == Bisneto, filho do neto Luiz Antonio
30 == Elaine == Neta, filha de Mariana

AGOSTO
02 == Amaro == Bisneto, filho da neta Silvia Maria
04 == Gabriela == Trineta, filha da bisneta Aline (Liani)
05 == Ivone == Nora, viúva de João Francisco
11 == Alberto == Neto, filho de João Francisco
13 == Márcia == Neta, filha de Antonio
16 == Eduardo == Bisneto, filho da neta Fátima Lúcia
19 == Augusta == Nora, viúva de Alberto
19 == Clarissa == Bisneta, filha da neta Márcia
19 == (Adelino) == Patriarca da família. Faleceu em 10.08.51, 68 anos
25 == (Marieta) == Filha. Faleceu em 18.09.32, com 23 dias.
26 == (Lídio) == Genro, marido de Maria. Falec em 31.01.92, 68 anos
29 == Anderson == Bisneto, filho do neto Jairo

SETEMBRO
01 == Angela Cristina == Bisneta, filha da neta Cleni
04 == Maria Bernadete == Neta, filha de Maria do Carmo
05 == Mara Regina == Neta, filha de Maria do Carmo
08 == Liani == Neta, filha de Mariana
08 == Angela == Esposa do neto Alexandre

13 == Oliver == Trineto, filho da bisneta Carolina
14 == Lidiane == Bisneta, filha do neto Antonio Paulo
16 == Lúcia == Bisneta, filha do neto Luiz Antonio
19 == Jovina == Nora, viúva de Oliveiros
23 == Patrícia == Esposa do neto Gilson
24 == Felícia == Bisneta, filha da neta Silvia Maria
24 == Ronaldo == Neto, filho de Vicente
26 == Nilda == Nora, viúva de Vicente

30 == Murilo == Trineto, filho do bisneto Felipe (Liani)

OUTUBRO
01 == (José) == Filho. Faleceu em 11.12.98, com 76 anos
03 == Gilson == Neto, filho de Mariana
06 == Henrique == Marido da neta Cleni
06 == Luiz Henrique == Bisneto, filho da neta Cleni
10 == Sergio Luiz == Neto, filho de Vicente
11 == Laisson == Bisneto, filho da neta Leila

12==  João Pedro==Bisneto, filho do neto Artênio
21 == José Henrique == Trineto, filho da bisneta Ângela Cristina
28 == Veriato == Bisneto, filho da Neta Fátima Terezinha
29 == Clarissa == Bisneta, filha do neto José Luiz

NOVEMBRO
02 == Gabriel == Trineto, filho do bisneto Eduardo (Fat. Lúcia)
05 == Guilherme == Bisneto, flho da neta Mara Regina
09 == Júlia == Bisneta, filha do neto Artênio
11 == Marília == Bisneta, filha da neta Márcia

13 == Arthur == Bisneto, filho do neto Gelson
16 == Francisco == Trineto, filho do bisneto Amaro
19 == Ione == Neta, filha de José
21 == Carla == Bisneta, filha do neto Antonio Paulo
22 == Luan == Bisneto, filho da neta Leila
22 == Lorran == Bisneto, filho da neta Leila
23 == Sonia == Neta, filha de Oliveiros
23 == Aline == Bisneta, filha da neta Liani
28 == Jairo (Jairinho) == Bisneto, filho do neto Gilmar (Jairo)

DEZEMBRO
02 == Luciana == Esposa do neto Artênio

02 == Rafael Vicente == bisneto, filho do neto Serginho
07 == Neri == Nora, viúva de José

08 == Mariana==Trineta, filha da bisneta Aline(Ione)
14 == Douglas == Bisneto, filho do neto Gilson

19 ==  Helena Maria, filha de Alexandre
23 == Mariana == Filha
24 == Vinicius == Trineto, filho do bisneto Luiz Henrique.
26 == Paulo Rogério == Marido da neta Márcia

27 == Antonella == trineta, filha de Jairinho(Gilmar-Jairo)
29 == Silvia Maria == Neta, filha de Antonio
29 == (Oliveiros) == Filho. Faleceu em 04.10.50, com 24 anos
29 == Leonardo == Bisneto, filho do neto Gilson

Relação atualizada em 01.06.2018

Observações:

Solicitamos a fineza de comunicarem toda e qualquer incorreção  (falta de nome, erro de grafia, data, parentesco, etc) porventura existente nesta relação, para que possa ser corrigida.
Mantenham atualizados seus endereços telefônicos, eletrônicos, etc., a fim de facilitar as comunicações.

Como homenagem, enquanto vivos em nossa memória, são mantidos os nomes e as datas de aniversário dos saudosos familiares desaparecidos.