terça-feira, 26 de março de 2013

Bodas de Malaquita

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                         Comemoramos recentemente mais um aniversário da  união familiar iniciada em 23.03.1957, na cidade de Canoas, da qual resultou uma prole de doze descendentes diretos, até a presente data, quando estamos sinalizando o transcorrer de cinquenta e seis anos de convívio próspero e feliz.
                     Nas fotos abaixo, podemos observar além do "estrago" que o tempo fez em nossas fisionomias, também uma parte do lucro que esta abençoada parceria nos proporcionou, estampada na presença e no sorriso do Luiz Antonio, da Magda, da Lúcia, do Augusto, da Márcia, do Rogério e da Marília. Ausentes a Clarissa, Silvia, Felícia, Amaro,  Lourenço, Constância e Francisco.
                Agradecemos a Deus, Todo Poderoso, pela felicidade, saúde e prosperidade com que  fomos aquinhoados, rogando, ainda,  Sua proteção, para que essa família  linda e saudável que ajudamos a construir permaneça sempre unida e feliz.
                       Antonio e Gladys.

















Antes... 












Depois...

             

 Parte da família.



















A propósito, transcrevemos abaixo modesto apanhado que elaboramos em 2005, versando sobre a passagem e os estragos que o tempo faz:


       MARCAS DO TEMPO

      As coisas que marcam o tempo,
cada qual tem seu papel:
o relógio, por exemplo,
implacável  e  cruel,
faz seu serviço de graça.

Passo a passo, lentamente,
encolhe a vida da gente,
a cada hora que passa...

O espelho, fiel, sincero,
com ele ninguém se  ilude,
agrada  na  juventude,
mostrando a força, a beleza;
mas, agride, na velhice,
refletindo a  rabugice,
que é própria da natureza.

A idade o torna embaçado,
parece um tanto zangado,
ralha, implica, renitente...

Quando lhe encaro de frente,
me ocorre certa amargura,
pois,  travo  enorme  peleia,
com um velho de cara feia,
que mora em sua moldura.
                                
                        A.L.Oliveira/dez/2005

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sábado, 16 de março de 2013

Contando História...

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Nossa querida contadora de histórias Felícia Fleck interpretando mais uma das suas... Desta vez sobre o furto dos patos de estimação de Ruy Barbosa...


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quarta-feira, 13 de março de 2013

Irmão Sol, Irmã Lua...


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IRMÃO SOL, IRMÃ LUA.......                     A.L.Oliveira

Giovanni  di  Bernardone, italiano, de  Assis  (1182)
Teve uma  infância feliz, na Úmbria,  nos  Apeninos
Pouco mais que um menino, já causava estranheza
Ao desprezar a riqueza e também seu próprio nome
Pra usar um cognome, que é por demais  conhecido
Bem maior que um apelido, foi um título  gigantesco
Que fez do Ir. Francesco, nosso grande S. Francisco
Com estátuas,  obeliscos,  erguidos por  todo  canto
Em homenagem a um santo, que via nos animais,
Seus amigos potenciais, só alegria e encanto.

No início seguiu o  pai,  um membro  da  burguesia
Que certamente queria, fazer dele um  comerciante,
Foi quando, desafiante, mesmo a  fim  de  protestar,
Intentou ser militar, mas teve pouco sucesso (1206);
Partiu pra novo  processo de afronta  à  sociedade
Ao andar  pela  cidade, em frangalhos,  maltrapilho,
Um verdadeiro andarilho, tipo franzino e descalço,
Que enfrentou os percalços, bem próprios da região,
Levando sua  oração,  seu carinho e seu  consolo
Diretamente ao miolo, da sofrida população.

Com a mensagem de paz, muito franca, com certeza,
Mostra amor à natureza  e  leva a fé  às  criaturas,
Tudo  isso com candura, competência e  habilidade;
Cria, junto a outros frades, seus parceiros cotidianos
A Ordem dos Franciscanos, reconhecida no mundo
Pelo trabalho fecundo, proveitoso e de primeira (1221)
E, ainda, a Ordem Terceira e a das Irmãs Clarissas
Que conservam essa premissa, de amor e humildade,
Como a  raiz  da  verdade,  do fundamento e  valor,
Que  pregava o  fundador,  com  muita  dignidade.

Aos  astros  se  irmanava, no mais fraterno respeito,
A Lua, o Sol, eram aceitos, como todos os  demais,
Até mesmo os  animais,  os  tratava  como  irmãos
E, ao soltar de  suas mãos, com redobrado carinho,
Admirava um passarinho voltar aos ares  triunfante
Depois do  reconfortante  aconchego  desse  amigo,
Que somente negava abrigo, não aceitava, ora veja
Mesmo que fosse da Igreja, algum  luxo e opulência,
Pois contrariava a  vivência  que  tinha  da  religião,
E que,  na sua opinião,  seria o que o povo almeja.

                              Antonio Luiz de Oliveira - mai/2005

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