Capital do meu Rio Grande, mui leal e valorosa
Jóia rara, majestosa, com destaque entre as demais,
Já foi Porto dos Casais, conforme seus fundadores,
Que, saindo dos Açores, navegaram muitas milhas,
Conduzindo suas famílias, desde a pátria Portugal,
Pra serem deste local os primeiros moradores (1752).
Madre de Deus de Porto Alegre, a primeira Freguesia,
Desmembrada da Prelazia situada em Viamão (1772),
De onde vieram, então, os comandos principais,
Conforme dizem os anais cadastrados na memória
Que traz a saga da história do começo da cidade,
E, leva à posteridade os feitos dos ancestrais.
Veio a ser a principal, tanto grande quanto bela,
Tal e qual uma donzela, prenda faceira e bonita
Tem seu vestido de chita, bordado da cor lilás
Da flor dos jacarandás, que as avenidas e praças
Ostentam com tanta graça, carinho e dignidade,
Mostrando a fraternidade, o aconchego e a paz.
Emociona os poetas como também os pintores
Ao perceberem os fulgores de cada novo arrebol
Quando o belo pôr-do-sol, que parece uma miragem,
Vem compor uma imagem, realmente de verdade,
Trazendo à realidade, a cor, num tom jamais visto,
Não havendo outro registro de semelhante paisagem.
Já foi palco, no passado, de escaramuças, disputas,
Enquanto assistiu as lutas de gaúchos legendários
Obrigando os adversários a dobrarem os espinhaços
Diante do calor do aço, desses bravos farroupilhas,
Que abriam novas trilhas nos caminhos da liberdade,
Mostrando contrariedade aos desejos totalitários.
Este singelo apanhado que consta desta mensagem
Representa uma homenagem que faço com humildade,
Pelas oportunidades, com que fui agraciado,
Pois, além do aprendizado, deu-me carinho e suporte,
Pra ter hoje como norte, gravado na consciência,
O dever de reverência a essa terra abençoada.
Antonio Luiz de Oliveira – mar/2005
sexta-feira, 25 de março de 2011
terça-feira, 15 de março de 2011
Marília, Parabéns
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MARÍLIA (Formatura Jardim B)
Um anjo trouxe do céu um outro anjinho pra nós,
Os seus pais, os seus avós, que vêem nessa criança,
Toda a força e esperança de um futuro brilhante,
No dia lindo, importante, dos festejos de formatura,
Dessa amada criatura que acompanhamos de perto,
Desejando o caminho certo para a busca da cultura.
Demos graças ao bom Deus e sua extrema bondade,
Ao encher de felicidade os corações da família,
Quando nos deu a Marília, criaturinha tão doce,
Aquela que um anjo trouxe, por orientação divina,
Nossa querida menina que hoje tem seu diploma,
O primeiro de uma soma que haverá de ser rotina.
Rogamos ao Pai Celeste, antes que o assunto fuja,
Como seus avós corujas, desta e das outras netas,
Que indique as linhas retas que as levará ao sucesso,
Iluminando o progresso, na bondade e no carinho,
Sem arestas, sem espinhos, para a concórdia e a paz,
Pois sempre nos satisfaz o verdadeiro caminho.
Beijos do vovô e da vovó
A.L.Oliveira/dez/2005
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MARÍLIA (Formatura Jardim B)
Um anjo trouxe do céu um outro anjinho pra nós,
Os seus pais, os seus avós, que vêem nessa criança,
Toda a força e esperança de um futuro brilhante,
No dia lindo, importante, dos festejos de formatura,
Dessa amada criatura que acompanhamos de perto,
Desejando o caminho certo para a busca da cultura.
Demos graças ao bom Deus e sua extrema bondade,
Ao encher de felicidade os corações da família,
Quando nos deu a Marília, criaturinha tão doce,
Aquela que um anjo trouxe, por orientação divina,
Nossa querida menina que hoje tem seu diploma,
O primeiro de uma soma que haverá de ser rotina.
Rogamos ao Pai Celeste, antes que o assunto fuja,
Como seus avós corujas, desta e das outras netas,
Que indique as linhas retas que as levará ao sucesso,
Iluminando o progresso, na bondade e no carinho,
Sem arestas, sem espinhos, para a concórdia e a paz,
Pois sempre nos satisfaz o verdadeiro caminho.
Beijos do vovô e da vovó
A.L.Oliveira/dez/2005
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quarta-feira, 2 de março de 2011
Nota de Falecimento
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Noticiamos com profunda tristeza o desaparecimento de um marco centenário da nossa família, ou melhor, o último que ainda se mantinha de pé, sendo um monumento vivo que representava o derradeiro elo de ligação entre a atual geração da família Oliveira e seus ancestrais. Trata-se do falecimento da querida Tia Eponina (Puna), ocorrido ontem, por volta das dezoito horas, na cidade de Santo Antonio da Patrulha. O enterro aconteceu hoje no Cemitério Municipal daquela cidade, com grande acompanhamento, além da presença de todos os familiares.
A extinta contava com 106 anos de idade, completados em 10.12.2010, e era viúva de Valdevino Ramos (Tio Vino), com quem viveu por mais de quarenta anos, deixando uma prole de nove filhos e numerosa quantidade de netos, bisnetos e trinetos.
Foi pessoa que muito trabalhou para criar os filhos, sempre amável e carinhosa com todos, inclusive para com os sobrinhos, que, como nós, muito a estimávamos, pela atenção que dispensava àquela "piazada" do meu tempo, que se reunia para brincar na sombra de uma grande figueira que existia na frente de sua residência na Aldeia Velha.
Em conversa com alguns dos familiares que ultimamente estiveram mais próximos a ela, soubemos que, embora tivesse ultrapassado a barreira dos cem anos, nunca teria padecido de qualquer sofrimento que exigisse o uso de medicamentos. Eventuais e raríssimas dores de cabeça eram males prontamente aliviados com qualquer chazinho caseiro.
Sua longevidade se deve à graça de Deus e aos extremos e carinhosos cuidados que recebeu dos filhos, especialmente do Luiz e da nora Maria, com os quais conviveu por muitos anos até o último momento. Das vezes que a visitamos, somos testemunhas do desvelo que tinha a Maria para com a sogra, no que diz respeito às atenções de que necessita uma pessoa idosa quanto a alimentação diferenciada, vestimenta, etc.
Descanse em paz, querida tia Puna.
Que Deus a tenha.
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Noticiamos com profunda tristeza o desaparecimento de um marco centenário da nossa família, ou melhor, o último que ainda se mantinha de pé, sendo um monumento vivo que representava o derradeiro elo de ligação entre a atual geração da família Oliveira e seus ancestrais. Trata-se do falecimento da querida Tia Eponina (Puna), ocorrido ontem, por volta das dezoito horas, na cidade de Santo Antonio da Patrulha. O enterro aconteceu hoje no Cemitério Municipal daquela cidade, com grande acompanhamento, além da presença de todos os familiares.
A extinta contava com 106 anos de idade, completados em 10.12.2010, e era viúva de Valdevino Ramos (Tio Vino), com quem viveu por mais de quarenta anos, deixando uma prole de nove filhos e numerosa quantidade de netos, bisnetos e trinetos.
Foi pessoa que muito trabalhou para criar os filhos, sempre amável e carinhosa com todos, inclusive para com os sobrinhos, que, como nós, muito a estimávamos, pela atenção que dispensava àquela "piazada" do meu tempo, que se reunia para brincar na sombra de uma grande figueira que existia na frente de sua residência na Aldeia Velha.
Em conversa com alguns dos familiares que ultimamente estiveram mais próximos a ela, soubemos que, embora tivesse ultrapassado a barreira dos cem anos, nunca teria padecido de qualquer sofrimento que exigisse o uso de medicamentos. Eventuais e raríssimas dores de cabeça eram males prontamente aliviados com qualquer chazinho caseiro.
Sua longevidade se deve à graça de Deus e aos extremos e carinhosos cuidados que recebeu dos filhos, especialmente do Luiz e da nora Maria, com os quais conviveu por muitos anos até o último momento. Das vezes que a visitamos, somos testemunhas do desvelo que tinha a Maria para com a sogra, no que diz respeito às atenções de que necessita uma pessoa idosa quanto a alimentação diferenciada, vestimenta, etc.
Descanse em paz, querida tia Puna.
Que Deus a tenha.
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