sábado, 23 de dezembro de 2017

SANTO ANTÔNIO DA PATRULHA

=S=S=S=S=S=S=S=S=S=S=S=S=S=

SANTO ANTÔNIO DA PATRULHA

Ao falar das coisas lindas que a nossa terra tem
Parabenizo, também, os mandantes municipais
Antigos e atuais, que levaram a frente esse sonho
De vislumbrar Santo Antônio como cidade vibrante
Polo dos mais importantes em diversas atividades;
Saúde, comércio, indústria, esporte, e, educação
Sem descuidar na plantação, do milho, dos arrozais
E, dos belos canaviais, que lhes dão notoriedade.

Na Guarda, a tal patrulha, prolongava, na verdade
A longa mão da autoridade do governante imperial
Cuja ação, em especial, era a cobrança dos tributos
Taxados sobre produtos, que seguiam para o Norte
Via rota de transporte, que passava por Campinas;
O que era de rotina, talvez, fosse algum presságio
Pois, após trezentos anos, salvo erro ou engano
Lá está outro pedágio, cavando na velha “mina”

Dou rédeas ao pensamento, deixo que vá no embalo
Suba o morro do Cantagalo, por encostas verdejantes
Tenha a visão deslumbrante, que do alto se descortina
Sobre os vales, as colinas, as planícies, as canhadas
Mostrando da terra amada, tudo aquilo, com certeza
Que nossa mãe natureza, dá aos filhos comportados;
O progresso palmilhado, pari passu, com a paisagem
Tal e qual uma miragem, para alguém desavisado.

Também possa observar, nosso amado Rio dos Sinos
Com desenho serpentino, todo feito em ziguezague
De modo que não se apague, nem desmereça na cor
Seja qual motivo for, que o homem tenha na mente;
O seu traço é permanente, tendo a mesma tinta boa
De quem pintou nossa Lagoa, outro quadro original;
Deu a vida, deu as cores, embelezou suas margens
Como brinde, nas viagens, de quem vai ao litoral.

Não se pode ganhar sempre, ensina a serenidade
Eis que, freia a ansiedade, e, até mesmo, conforta
Diante de certa derrota, da qual só resta espernear
Sendo incabível chorar, conforme um velho ditado
Pois, o leite derramado, ao dono não mais pertence;
Alguém lembra, eu espero, o placar de um a zero
Pró equipe caraaense, na disputa de um tesouro
Incluindo o nascedouro, do prezado Rio dos Sinos
Cuja fonte, imagino, deixou de ser patrulhense. *

                                           A.L.Oliveira/dez/2017
* Caraá, emancipado em 28.12.1965, Lei Est 10.641

=S=S=S=S=S=S=S=S=S=S=S


quinta-feira, 30 de novembro de 2017

AMIGO DOCE

=A=A=A=A=A=A=A=A=A=A=A=

GRÊMIO LITERÁRIO PATRULHENSE


            Na noite chuvosa de 25 de novembro, sábado último, tive a satisfação de participar como convidado, do jantar de confraternização dos  escritores e poetas, conterrâneos de Santo Antônio da Patrulha, todos filiados ao Grêmio Literário Patrulhense.  Turma unida, alegre e simpática, composta de homens e mulheres das mais variadas ocupações profissionais, mas que, a par de suas atividades rotineiras, encontram ainda tempo suficiente para dedicar às lides culturais de nosso povo.



            Lá estive a convite do casal dono da casa, meu primo Joelson Machado de Oliveira e sua esposa Mercedes, incansáveis anfitriões que a todos receberam com carinho e habilidade, servindo um magnífico jantar, preparado ali mesmo no galpão anexo à própria residência. Seguiu-se uma rodada de sobremesa "pra ninguém botar defeito", degustada sem culpa, ignorando-se a existência de qualquer tipo de balança.


           Além dos comes e bebes, compartilhamos de uma noitada alegre e cordial, repleta de brincadeiras e amabilidades, deixando transparecer o clima de fraterna e sincera amizade alicerçado entre os queridos conterrâneos, todos narradores, em prosa ou verso, de contos, poemas, fatos e acontecimentos, descrevendo tanto a vivência de personagens reais que deixaram saudades à nossa gente, como narrando as andanças de atores imaginários e seu relacionamento social. 

           
Depois de um bom chimarrão, muita conversa descontraída, estórias criadas de improviso com a colaboração de todos a partir de objetos aleatórios, além da tradicional brincadeira do amigo doce, culminando com a consequente troca de guloseimas entre as 'formiguinhas' presentes.


           Obrigado Joelson e Mercedes, pela gentileza do convite. Obrigado Rosalva, uma doçura de amiga, pela deliciosa ambrosia com que fui agraciado, feita com seu carinho e capricho. Obrigado a todos, pelos bons momentos proporcionados a este velho “rapadureiro”, que assim teve a felicidade de partilhar, momentaneamente, do congraçamento fraterno que mantém unidos os integrantes desse grupo patrulhense tão qualificado. Parabéns.



=A=A=A=A=A=A=A=A=A=A

L

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

ENCONTRO CADOPIANO/2017

C=C=C=C=C=C=C=

          ENCONTRO CADOPIANO
           (Colaboração do mano Sérgio Luiz de Oliveira)


                                                         Foto de nov/2011

Neste mês, confraternizam, os colegas cadopianos
Evento que todo ano, se repete com sucesso.
Reunindo cada egresso, que vem contar sua história
Cheia de lutas e glórias, ao longo da existência
Não faltando referências, carregadas de saudades
Dos tempos de mocidade, vividos nesta querência.

           
Que legal ver reunidos, tantos amigos de outrora
Confesso que nesta hora, a emoção me domina
Por ver que a vida ensina, que o reencontro revigora
E que nos corações ainda mora, o mais nobre sentimento
De viver o encantamento, das lembranças do passado
Que nos torna afortunados, a todo e qualquer momento.


Que no final deste encontro, todos tenham a sensação
De ter abraçado um irmão, que o destino separou
Mas que hoje o encontrou, gozando boa saúde
E que o bom Deus nos ajude, para que de forma igual
Tenhamos a felicidade, e quem sabe em um repente
Nos saudarmos novamente, com um abraço fraternal
           
             
 E, por fim, digo orgulhoso, aos amigos cadopianos
 Que sou estampa do mesmo pano, criada pelo Artesão
 Que, com muita perfeição, criou a mim e vocês
 Não importando a tez, herdada dos ancestrais
 Nos tornando todos iguais, pela nossa formação;
 Rogo a Deus, em oração, que nos una sempre mais.
                                                         
                                        
                                    Sérgio Luiz de Oliveira/nov/ 2017
                                    Turma 1968


CADOP - Colégio Agrícola Estadual Daniel de Oliveira Paiva
Cachoeirinha/RS


C=C=C=C=C=C=C=C=

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

FEIRA DO LIVRO DE SANTO ANTONIO DA PATRULHA

 =P=P=P=P=P=P=P=P=P=P=


Em 12 do corrente mês, durante a Feira do Livro de Santo Antonio da Patrulha, realizada no Pavilhão de Esportes, aconteceu o lançamento do livro Rua Deserta, um romance de autoria do nosso estimado primo Joelson Machado de Oliveira, retratando a vivência de vários e imaginários personagens, tendo por cenário uma fictícia rua de uma suposta vila comunitária do município.
Na mesma ocasião, foi relançado       o  Livro Poesia na Praça, edição de 2017, XXVIII Antologia Poética Patrulhense, obra editada anualmente pelo Clube Literário da cidade, na qual tive a honra de participar como convidado, desta vez, para publicação de alguns de meus modestos trabalhos. 


=P=P=P=P=P=P=P=P

MARÍLIA - 18 ANOS

=S=S=S=S=S=S=S


Aniversário da Marília 

 Registro neste blog,com muita alegria, a passagem em 11/11/2017 do décimo oitavo aniversário
da querida neta Marília de Oliveira Peixoto, filha da Márcia e do Rogério.

Que Deus mantenha
tua juventude, beleza e simpatia, junto ao um grande e venturoso futuro.
Feliz aniversário. Beijos e abraços do vovô.

=s=s=s=s=s=s=s=

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

SAUDADES DA VOVÓ

=g=g=g=g=g=g=g=g=g

                                SAUDADES DA VOVÓ




Oi, vó!
Tá vendo essa estante aí? De tempos em tempos eu tiro todos os livros do lugar, tiro o pó e reorganizo tudinho. Tenho muita preguiça e nunca sei como organizar e isso sempre me toma bastante tempo. Só que hoje o trabalho demorou mais que o normal: a saudade bateu forte e eu fui obrigada a pausar várias vezes senão as lágrimas iam se misturar com o pó. Por que enquanto eu organizava a minha estante? Porque tu foi/é a maior responsável por isso tudo aí.
Se tu reparar, a primeira fileira só tem Stephen King, a maioria foi tu mesma que me deu. Começava com um "vó, me empresta aquele livro que tu falou?" e sempre que eu ia devolver tu me dizia "fica pra ti, pra tua biblioteca". E não é que rendeu?
A segunda fileira, tirando 3 ou 4 livros também tá recheada de livros teus. Tu chegava devagarinho, quase toda quinta-feira, com aquela sacolinha na mão que me deixava com os olhos brilhando por saber que mais tesouros vinham aí. "Tu não te importa de ganhar livros velhos, né? Posso te trazer uns?". Nunca me importei. E nunca vou conseguir expressar a minha gratidão a ti por ter influenciado tanto a minha essência como leitora.
Ah vó, se tu soubesse a falta que tá me fazendo aqui. Hoje é quinta-feira e, infelizmente, essa é mais uma de muitas que já se passaram sem tu telefonar pra saber se a gente tava em casa. "Posso ir? Então daqui a pouco vou dar um 'chego' aí". E lá vinha tu, passar uma tarde com a gente até o vô chegar e ficar mais um pouquinho. Conversando, tomando chimarrão e me fazendo a melhor cosquinha do mundo inteiro. Eu sentava do teu lado e pedia "Vó, faz cosquinha?" e tu nunca se negou a fazer o melhor carinho do mundo. Confesso que ninguém nunca chegou aos teus pés na arte de quase me fazer dormir desse jeito.
E a tua risada, ein? Quando tu foi embora eu fiz questão de dizer pra todo mundo que eu jamais esqueceria a tua risada. E ela não se apagou mesmo. Acho que quando as coisas ficam gravadas no coração elas não vão embora nunca.
Lembro direitinho da tua voz, do jeito que tu falava comigo "né, Lúcia?", do teu caminhar, de como eu era fascinada por brincar com a pele das tuas mãos (eu achava o máximo, mesmo), da história da tua unha amassada, do jeito que tu me chamava lá na frente quando chegava "Lúciaaaaa", da tua comida e de todo o resto. Ai, o que eu não faria pra viver mais noites contigo jogando escova na praia, ouvindo tuas historinhas de terror ou as tuas "anedotas" que terminavam com uma risada sensacional.
Sério vó, que saudade.
Te agradeço por ter me marcado tanto e por ter sido uma das principais responsáveis por quem eu sou hoje. A vida tá meio estranha e tu não sabe quantas noites eu já chorei com o coração apertado por não te ter do meu lado vivendo tudo isso. A gente aprendeu a lidar com a tua ausência mas jamais vamos deixar de sentir falta.
Ah, e essa foto aí? Somos eu e tu, claro. Temos outras em que aparecemos melhor mas eu acho que essa retrata um dos nossos melhores momentos. Lá no sítio, naqueles tocos em escadinha, tu me dava a mão e me segurava firme pra eu ficar andando até cansar. Tu não tá mais segurando a minha mão mas eu sigo firme nos meus passos sabendo que tu tá comigo.
É, dona Gladys... eu tô com saudades.
Eu te amo até o fim.

 ================

Leonardo Pacheco  Olha, é realmente difícil achar alguém que consiga se expressar tão bem por meio de palavras. Sinceramente, tu tem o dom pra isso.
Sei que não conheci a dona Gladys, mas não me pergunte como e nem o porque, eu tenho um sentimento muuuito forte por ela, de verdade. Creio que esse sentimento que eu tenho, sem nem ao menos tê-la conhecido, se dá ao enorme amor que vocês têm por ela.
Sinto não tê-la conhecido, mas se tivesse, com toda a certeza eu iria gostar muito dela. 
Pode ter certeza meu amor, de algum lugar lá de cima, do ladinho da nossa Mãezinha, ela tá te cuidando, da mesma forma que ela te cuidava nessa foto, segurando a tua mão nos momentos de desequilíbrio, te dando segurança nos momentos que ela falta e em todas as tuas dificuldades. E pode ter certeza também que ela vibra a cada passinho que tu dá para a tua felicidade, vibra a cada conquista.
Pode ter certeza meu amor, que ela tá lá em cima te cuidando e transbordando de amor por 
ti como sempre transbordou.

============



Poema de set/2009, foto de jan/2009
===================

          Querida Lúcia:

       Teu belo texto, semelhante a uma poesia carregada de emoções e saudades em relação à nossa amada Gladys, minha primeira e única namorada, a quem conheci ainda muito jovem, quase uma menina da mesma idade que tens hoje, trouxe-me gratas e profundas recordações. Junto dela, diuturnamente, por mais de sessenta anos de relacionamento, iniciado com as bênçãos de Nossa Senhora de Fátima, padroeira da igreja do IAPI, onde nos conhecemos, lá por 1.953, conseguimos construir esse invejável patrimônio familiar de honradez e decência, do qual és uma fiel seguidora.
     Embora por tempo menor, tivestes conhecimento de sua delicadeza, seus modos elegantes, seu amor pelas pessoas, pelos livros, pelas coisas da natureza, e, notadamente, seu senso ecológico, ao admirar e respeitar as plantas, os animais e até mesmo os insetos de pequeno porte.
         Minhas lágrimas, não só agora ao ler tua mensagem, como em várias outras ocasiões, também teimam em pingar sobre a poeira que vem se acumulando em cima dos móveis de nossa residência, cuja mistura, talvez, sirva de argamassa para cimentar cada vez mais nossa imorredoura saudade.  Igualmente as flores, os ornamentos e arranjos (alguns já em decomposição) que enfeitam nossa casa (ainda em sua honra) são testemunhas da ausência daquelas abençoadas mãos. Que Deus proteja sua alma.
        Obrigado querida neta. Tua sensibilidade, teu amor pela cultura e tua espiritualidade, estão a demonstrar, com certeza, que a fruta não consegue cair muito longe do pé.
      Agradecimentos especiais ao Leonardo, nosso querido e futuro neto, e, às demais pessoas que, mesmo sem tê-la conhecido pessoalmente, manifestaram-se de forma tão carinhosa em favor da   vovó Gladys, dedicando a ela os melhores comentários, certamente pelo aval de tuas palavras, quando se refere às virtudes dessa pessoa inesquecível e amada por todos nós.  Bjs e abraços do vovô. Te amo my darling.

=g=g=g=g=g=g=g=g=g=g=g





quinta-feira, 5 de outubro de 2017

GENTE NOVA NA FAMÍLIA

=n=n=n=n=n=n=n=n=n=



                Noticiamos com grande satisfação a chegada do mais novo integrante da nossa família. Trata-se de um lindo menino, de nome MURILO, filho dos queridos sobrinhos Felipe e Aline, que já são os felizes papais da Cecília, com 6 anos de idade.
               Para alegria de todos os nossos familiares, o garotão chegou em 30 de setembro de 2017, às 14 horas, medindo 49 cms e pesando 3.700 grs, com muita saúde, como se pode observar das fotos obtidas no mesmo dia, logo após o “desembarque”, ocorrido no Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre.
               O Murilo é o segundo filho do casal Felipe/Aline; sétimo neto do casal Liani/Francisco; décimo bisneto do casal Mariana/Ivo; décimo sétimo trineto, e, centésimo décimo terceiro descendente em linha direta do casal Adelino Gomes de Oliveira e Angelina |Luiz de Oliveira, patriarcas da nossa família.
       Seja bem vindo meu garoto. Que Deus o abençoe.


n=n=n=n=n=n=n=n=n=n=n=

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

NOTA DE FALECIMENTO

FXFXFXFXFXFXFXFXF


                    NOTA DE FALECIMENTO

                    Estamos registrando neste blog, com profundo pesar, o passamento de duas integrantes da Família Oliveira, ocorrido no curso espaço de dez meses, e, que, durante a existência, fizeram a alegria de todos nós. Trata-se da terceira e da quarta neta, respectivamente, 14º e 15º descendente direto do casal Adelino Gomes de Oliveira e Angelina Luiz de Oliveira, patriarcas desta família:
                    Em 26.11.2016, faleceu a nossa querida sobrinha IONE RAMOS DE OLIVEIRA, com 65 anos de idade, nascida em 19.11.1951, filha do saudoso irmão José Luiz de Oliveira e da esposa Nery Ramos de Oliveira.
                    A extinta contribuiu com cinco descendentes para o crescimento de nossa família, deixando as filhas Adriana e Aline, e, mais os netos Eduardo, Mariana e Moisés.
                    A Ione faleceu no Hospital de Tramandaí e foi sepultada no Cemitério Municipal de Santo Antonio da Patrulha, junto ao corpo de seu pai.
                    Em 21.09.2017, perdemos nossa amada sobrinha e afilhada ANA MARIA DE OLIVEIRA, com 62 anos de idade, nascida em 10.02.1955, filha do saudoso irmão Alberto Luiz de Oliveira e da esposa Augusta dos Santos Oliveira. Deixou o filho Felipe.
                    A Ana Maria faleceu em clínica particular onde estava internada em Porto Alegre, sendo enterrada no Cemitério São João, ficando também, em companhia de seu pai.
                    Em nome dos ancestrais, Adelino Gomes de Oliveira e Angelina Luiz de Oliveira e demais descendentes, quero registrar o sentimento de todos nós, pedindo a Deus que nos conforte e dê forças, especialmente às mamães Nery e Augusta e aos irmãos, filhos, netos e amigos mais próximos, para suportarmos a dor causada pela ausência física dessas duas pessoas tão amadas.

                     Que tenham, ambas, o justo e merecido descanso junto à Paz do Senhor.

FXFXFXFXFXFXFXFXFXF

sábado, 22 de julho de 2017

GENEALOGIA - RESUMO


=f=f=f=f=f=f=f=f=f=f=


FAMÍLIA OLIVEIRA

CASAL       FILHOS    NETOS   BISNET  TRINET   TETR   SUBT

Adelino        ........              ..........       ..........     ..........       ......        01
Angelina      ........               .........       ... ......      ..........      ......         01

             I       José                 05             07              05          00        18
                    
            II      Alberto            02             03              01           00        07

          III      Oliveiros          01             00              00           00        02

           IV      Maria              06             11              00            00        18

            V      Marieta            00            00              00             00        01 

           VI     Antonio            03             08               01            00        13

          VII     Mariana          06             13              11                1       32

         VIII     João                 05              07              00             00        13

           IX     Vicente             03              03              00              00        07

            X      Sérgio               01             02              00              00         04

                                  SOMA TOTAL - .................................. ....        117

Resumo atualizado em 01.06.2018

=f=f=f=f=f=f=f=f=f=f=f=f=



quarta-feira, 19 de julho de 2017

XVI ENCONTRO DA FAMÍLIA OLIVEIRA

=O=O=O=O=O=O=O=O

XVI Encontro Anual da Família Oliveira

                
   
 Dia 16 de julho de 2017, realizou-se o XVI encontro dos descendentes, diretos e agregados, da família iniciada por Adelino Gomes de Oliveira e Angelina Luiz de Oliveira, no ano de 1921, totalizando hoje um grupo de 114 descendentes legítimos, sendo 10 filhos, 32 netos, 54 bisnetos e 16 trinetos. Por feliz coincidência, estiveram presentes 96 pessoas, cada uma representando, assim, de certa forma, a idade exata da família, nada mais, nada menos, do que seus noventa e seis anos de existência.


     

 O evento, organizado desta vez por minha querida irmã Mariana, seu marido Ivo Campos, filhos, netos e bisnetos, começou pontualmente às nove horas, conforme programado, com o tradicional chimarrão e mais um reforçado café da manhã preparado e servido pelos anfitriões. Enquanto isso, as competentes comandantes Mariana, Nilda e Liane, começavam a pilotar as quatro  turbinas da nave da gastronomia, auxiliadas pelas competentes aeromoças Isabel, Aline, Samanta, Gabriela, Júlia, entre outras, que se desdobraram e se “puxaram” no preparo de apetitosos gordurames.


   

Enquanto isso, a esquadrilha da fumaça (e bota fumaça nisso), comandada pelo experiente Capitão Léco, assessorado pelos copilotos Rafael e Clandio,  já sobrevoava a região,  enfrentando  rajadas traiçoeiras do vento de 
proa, tudo fizeram para evitar maiores turbulências, terminando por realizarem um pouso tranquilo e sereno, carregado de gostosuras, para satisfação de todos. Dizem as más línguas, coisa que não posso afirmar, mas o abastecimento da máquina teria sido feito por alguns ajudantes de pista que alcançavam, além do carvão, também algumas doses de "gasolina azul" vinda de um postinho de combustível existente nas proximidades. Não acredito!! Parabéns Léco, bom trabalho.


 

       
Pelas onze da matina, aproveitando a existência de uma novíssima igreja, recentemente construída em pequena área desmembrada das antigas terras da  Família Oliveira e consagrada à Nossa Senhora das Lágrimas, foi dado início a uma tocante cerimônia religiosa em memória de todos os que nos deixaram antes do prazo combinado. 

O ato foi oficiado pelo nosso querido Padre Luciano,  pároco de Xangrilá,   que, pelo grau de simpatia, amizade e companheirismo que mantém com nossa família, em especial, com os familiares do nosso saudoso Vicente, bem poderia ser nomeado como o mais credenciado procurador dos interesses dos Oliveiras junto ao Patrão Velho da Estância lá de Riba, cujo caminho, para chegar-se até Ele,  conhece bem melhor que todos nós. O ato foi auxiliado por lindas "coroinhas" (ou quase), culminando com a leitura de emocionante roteiro- script de autoria das queridas sobrinhas Maria Angelina e Elaine, no qual se evocava o nome de cada um dos falecidos, enquanto era colocada uma rosa vermelha aos pés da Virgem Maria. Não podemos esquecer o show à parte, proporcionado pelos nossos pequenos cantores, promissores e encantadores Júlia e Lucas.







         Nessa altura dos acontecimentos, já passado de meio dia, todos os passageiros retornaram a seus respectivos assentos, para enfrentarem a hora do sacrifício. De início, não se sabe se pelo peso dos pecados ou da comida ingerida, um dos comensais (não digo o nome por que o cara é muito forte) conseguiu quebrar a poltrona, estatelou-se no chão, quase arrastando junto sua jovem e linda esposa mais um velhinho que estava ao lado.  Desculpa a brincadeira, querido sobrinho. Eu aumento, mas, não invento. kkk.
        


O serviço de bordo executado pelos diligentes comissários Alexandre, Carlos, Aline, Júlia e outros, foi de qualidade VIP, coisa de primeiríssima classe, nada faltando para satisfação dos senhores passageiros. Belo serviço, meus garotos. Alguém “muito prevenido” que levou batatas sobressalentes na bolsa, no intuito de ajudar, nem precisava, pois até sobrou alimentação!!! Kkk. Verdade, seu moleque?

        


















 E as demais passageiras, pensaram que elas estavam quietinhas, não! Estavam empenhadas e concentradas no preparo do regime de engorda do pessoal, ou seja, aquele costumeiro "buffet" de sobremesas, com iguarias recheadas de amor e carinho, feitas em obediência a velhas receitas lá dos tempos das vovós,  e guardadas a sete chaves no fundo dos corações de cada uma. Que delícia, cada vez melhor, meninas!!




Depois das gostosuras vieram as "travessuras" artísticas dos talentosos sobrinhos Elaine e Lorran, que, mesmo apanhados de surpresa, numa brincadeira feita pela Maria Angelina, saíram-se muito bem, ao sabor do improviso, prendendo a atenção de todos pelo inusitado da situação. Ele, fantasiado de “gauxxo mui maxxo”chegou propondo casamento a uma das donzelas casadoiras (como diriam os mais antigos). Show de bola! Portaram-se como atores tarimbados de palco, arrancando boas gargalhadas do público presente. Parabéns gurizada.


         







Para complementar, surgiu uma dupla de bonecos manipulados, vinda lá das bandas do Capivari, brindando a platéia com um texto significativo e bem humorado sobre a paciência familiar, apropriado para o momento, conseguindo segurar a atenção de grandes e pequenos. Parabéns Artênio, bom desempenho!! Prossigam. Invistam na arte, gurizada medonha!


                   



Aquela costumeira voltinha que a piazada de antigamente adorava fazer no cavalinho do saudoso Grilo (que Deus o tenha),  foi agora realizada num carro de bois, com um detalhe muito curioso, embora não apareça perfeitamente na foto: Trata-se de gêmeos idênticos, tanto a dupla de animais como também a dos simpáticos condutores. Lindo, lindo!

           



 Final da tarde, lá se foi a piazada corajosa, alguns já na quarta geração da família, rumo àquela trilha aventurosa que seus papais e mamães tanto fizeram. Fala-se do famoso passeio à Toca das Caveiras, cujas  peripécias para chegar-se ao local, são de molde a render posteriormente muita conversa e boas gargalhadas. O “elevador arbóreo” é uma das maravilhas construídas com toda a perícia dos arquitetos da natureza! Imperdível!

           

Fim de festa, pessoal. Vamos retirar o time de campo, enquanto os novos treinadores – Neri, Cleni, Isabel, Luís Fernando, demais  descendentes, genros, noras, netos e bisnetos, ficarão, em nome do saudoso mano José Luiz de Oliveira, bolando, desde já, as melhores jogadas para o campeonato de 2018. Tudo com vocês, minha gente querida. Bola pra frente!
            Até a próxima. Que Deus os abençoe. Bye, bye!